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EMBASA

Energia renovável vai alimentar sistemas de água e esgoto

Energia renovável vai alimentar sistemas de água e esgoto

Com o uso de energia renovável, a cadeia produtiva da Embasa deixará de emitir 17,9 mil toneladas anuais de gás carbônico na atmosfera


A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) assinou contrato com líder mundial fornecedor de energia limpa para entregar 350 GW/hora por ano a partir de julho de 2024 até 2043. Ao todo, mais de 800 sistemas públicos de abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário operados pela Embasa passarão por adequação de suas instalações eletromecânicas para começar a receber energia renovável. “A meta da Embasa é, a partir de 2026, operar todos seus sistemas que recebem em alta tensão com energia eólica e solar. Vamos começar a fazer essa mudança de matriz energética a partir de julho do ano que vem. Essa mudança é uma virada de chave na eficiência operacional e ambiental nos nossos processos produtivos e está alinhada com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 7 da ONU”, explica o presidente da Embasa, Leonardo Góes.

Com o uso de energia renovável, a cadeia produtiva da Embasa deixará de emitir 17,9 mil toneladas anuais de gás carbônico na atmosfera e vai promover uma economia anual com custo de energia elétrica de R$ 103 milhões. “Estamos executando melhorias construtivas e, principalmente, renovando as instalações elétricas e de sinalização de segurança”, explica Flávio Paiva, gerente de manutenção regional.

O contrato a ser assinado prevê o fornecimento de 350 GW/hora por ano de forma incentivada, com desconto de 50% na Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição, e integra o Programa de Energias Renováveis da Embasa. Os sistemas de água e esgoto que serão alimentados por energia 100% renovável e certificada, em alta tensão, estão espalhados por 350 municípios da área de atuação da empresa e atendem cerca de 10 milhões de pessoas.

O ODS 7 defende o uso da energia limpa e acessível: “Todos devem ter acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia”, e a Agenda 2030 declara que atender as necessidades da economia, conservando o meio ambiente é o grande desafio para o desenvolvimento sustentável. O ODS 7 recomenda o estabelecimento de metas de transição para a matriz energética limpa, visando a prevalência do uso de energia renovável em relação a fontes não renováveis e poluidoras.

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