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COLETA SELETIVA

Vale e Ambipar instalam coletores de embalagens recicláveis

Vale e Ambipar instalam coletores de embalagens recicláveis

Todo o material será doado para associações de catadores, que venderão o plástico para ser utilizado como controle ambiental nas operações da Vale no Espírito Santo

A Vale começou a instalação de máquinas para coleta de embalagens recicláveis na Grande Vitória – as primeiras no Parque Costeiro, na Praia de Camburi, em Vitória (ES), e supermercados. Os equipamentos irão coletar embalagens de garrafas plásticas, alumínio, aço, longa vida e vidro, que geram pontos que poderão ser trocados por desconto em crédito em telefonia, delivery de alimentação, entre outros. A iniciativa incentiva o descarte correto e todo o material será doado para associações de catadores, que venderão o plástico para ser utilizado como controle ambiental nas operações da Vale no Espírito Santo. O projeto tem como parceiro técnico a Ambipar. “Acreditamos que iniciativas como essa ajudam a sensibilizar as pessoas para o descarte correto de resíduos e a transformar a relação com o meio ambiente”, diz Sérgio Costa, gerente de Sustentabilidade da Vale.

Para Felipe Cury, Head de pós-consumo da Ambipar, a parceria com a Vale vai ajudar a promover no Espírito Santo a conscientização ambiental, enfatizando a importância do descarte adequado das embalagens pós-consumo, tão consumidas diariamente, para que elas possam ser recicladas e reinseridas no processo produtivo. “As máquinas, além de contribuírem para a logística reversa das embalagens, ainda geram benefícios aos participantes”, explica. O Supressor Sustentável a base de plástico PET é fruto de 10 anos de pesquisa da Vale em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). O plástico passa por um processo de reciclagem química que o transforma em resina, para ser aplicada em pilhas de minério de ferro e carvão, formando uma película protetora que evita a emissão de poeira. Este processo químico torna este supressor 100% biodegradável e não tóxico. O supressor de poeira é um controle ambiental comumente usado nas operações da empresa e pode ser feito de várias matérias-primas, como glicerina, mas a produção a partir da reciclagem do plástico é inédita e patenteada pela Vale e pela Ufes. Em junho deste ano foi inaugurada a primeira fábrica de supressor de poeira à base de plástico PET, em Cariacica. Desde então, cerca de 4 milhões de garrafas PET foram retiradas do meio ambiente.

O material recolhido irá para associações de catadores que fazem parte da Rede de Economia Solidária dos Catadores Unidos do Espírito Santo (Reunes). A maior parte do plástico utilizado para fazer o Supressor Sustentável é comprada das associações de catadores de materiais reciclável da Grande Vitória. Como forma de colaborar com o fortalecimento dessas associações, nos últimos três anos a Vale tem realizado ações para melhorar a estrutura física, a gestão e a comercialização do material, além de incentivar a coleta seletiva em condomínios e empresas. Ao todo, 580 pessoas, entre catadores e seus familiares, já foram beneficiadas pelas ações, realizadas com 11 associações em seis municípios do Espírito Santo. Além das máquinas que serão instaladas este ano, mais de 150 novos pontos de coleta seletiva foram instalados em condomínios e empresas.

Para usar as máquinas de reciclagem, os usuários deve realizar cadastro no site triciclo.eco.br ou aplicativo Triciclo. Após isto, é necessário ir até um ponto de coleta onde a embalagem será depositada a depender do tipo de material. Cada tipo de objeto reciclado tem seu valor e a máquina indicará o saldo após a coleta. O usuário poderá trocar os pontos por descontos em serviços , que são indicados na máquina.

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Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é o 4° maior produtor de resíduos plásticos no mundo, com 11,3 milhões de tonelada, das quais apenas 145 mil toneladas foram efetivamente recicladas. Para mudar este cenário e trabalhar com foco em uma destinação correta para os resíduos plásticos, a startup Green Mining, em parceria com a Ambev, Unilever, Natura, Braskem, Akzo Nobel, Wise, Deink Brasil e Eco Panplas, iniciou uma jornada para aumentar a recuperação do material. Com soluções customizadas para cada parceira, priorizando a recuperação de embalagens pós-consumo de forma eficiente e trazendo-as de volta para o ciclo de produção, a ação da Green Mining, juntamente com as empresas, realiza a coleta dos resíduos, por meio de um sistema de rastreabilidade com tecnologia blockchain, e garante que todo o material coletado seja enviado para reciclagem. "O plástico não precisa ser nocivo ao meio ambiente. A ausência de uma resposta sistemática eficaz quanto ao descarte é o que tem deturpado a utilização do material. Queremos ajudar na mudança dessa cultura de descarte inadequado do plástico. Para se ter uma ideia da gravidade do assunto, aproximadamente 10 milhões de toneladas de plásticos chegam nos oceanos a cada ano. Reconhecemos essa urgência e com essas grandes parcerias inovamos e promovemos um modelo de economia circular, mantendo o nosso propósito ambiental, social e econômico", diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining, startup especializada em logística reversa inteligente que, desde 2018, já coletou e enviou para a reciclagem mais de 1,3 milhão de quilos de vidro. A Green Mining customiza seu processo de coleta de embalagens a depender da demanda e projeto de cada companhia. Inicialmente, a startup começou suas ações em condomínios, bares, lojas e restaurantes, além de criar um sistema que possibilita obter informações de cada etapa do processo, como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis. Com o sistema criado é possível fazer o rastreamento total, em tempo real, de origem, trajeto e destino com a segurança que a tecnologia blockchain fornece. Com uma grande quantidade de recicláveis, a Green Mining ajuda também à mão-de-obra empregada, capacitando e contratando mais de 28 funcionários, sendo grande parte pessoas que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Atualmente, há operação de coleta de plástico nos seguintes bairros da capital paulista: Bela Vista, Brooklin, Centro, Itaim Bibi, Jardins, Moema, Mooca, Perdizes, Pinheiros, Vila Madalena, Vila Mariana e Vila Olímpia. Para saber sobre a viabilidade de coletas gratuitas em condomínios, bares, lojas, restaurantes ou outros estabelecimentos, é necessário entrar em contato pelo email [email protected] .

1 de dezembro, 2020
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A startup Green Mining já recolheu volume superior a 100 toneladas de vidro em mais de 90 estabelecimentos nos bairros paulistanos da Vila Olímpia e Pinheiros. O material é enviado para reciclagem. "Os resíduos são recolhidos de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Todas as fases do processo são garantidas por um sistema de rastreabilidade que usa tecnologia Blockchain, criado pelos nossos sócios desenvolvedores com mais de 20 anos de experiência, permitindo localizar os principais pontos de maior geração de recicláveis para que possamos instalar uma operação de coleta eficiente", conta Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. Um dos principais pontos do projeto é a contratação formal de ex-catadores e registrá-los com carteira de trabalho assinada, garantindo-lhes todos os direitos legais e EPIs. Os trabalhadores são capacitados pelo programa "Reciclar para Capacitar, da Amlurb. "Os coletores uniformizados e empenhados retiram e levam as garrafas até o ponto de concentração. Quando se atinge um determinado volume, o vidro é levado direto à fábrica de vidros da própria cervejaria Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Todas as informações são registradas no aplicativo por cada coletor, gerando assim toda a rastreabilidade na cadeia de logística reversa", explica Rodrigo. A Green Mining é fruto do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "Com o Blockchain, garantimos a transparência da informação e, assim que iniciarmos a utilização dos triciclos elétricos, o conceito IoT será inserido em todo o processo para aprimorar o georreferenciamento", finaliza o CEO da Green Mining. Entre os estabelecimentos participantes estão o Pitico, Porto Luna, Unidos da Vila, Toca do Tatu, Frangaria, Santa Julia, Sky Hall, Sutton, Padaria Vitória Régia, Dois Irmãos, Garota da Vila, Olímpia Show e Flat Travel Inn.

11 de julho, 2019
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Em parceria com a Triciclo, empresa de soluções para o desenvolvimento sustentável, a Owens-Illinois implantou o novo modelo da Retorna Machine nas unidades de São Paulo (duas), Rio de Janeiro e Recife, cada fábrica com uma máquina. O equipamento recebe garrafas de vidro usadas e em troca dá descontos em contas de luz, passagens de ônibus ou livrarias. O sistema de recompensa funciona como um programa de fidelidade. Na medida em que o consumidor adquire pontos pelas garrafas depositadas, pode trocá-los por dedução em contas de luz da AES Eletropaulo, crédito no Bilhete Único ou transferência de pontos para o programa de fidelidade da livraria Saraiva. Na capital paulista uma máquina está na matriz, na zona oeste, onde é aberta ao público enquanto as demais, por enquanto, estão restritas aos colaboradores e visitantes da empresa. A Triciclo já trabalhava com o sistema de recompensa ao consumidor, porém, as máquinas eram programadas para receber garrafas PET, latas de alumínio e embalagens cartonadas. “Sempre tivemos vontade de favorecer a logística reversa também para o vidro, mas o processo de depósito e recolhimento desse material é diferente dos demais. Precisávamos de um parceiro com entendimento do setor para nos ajudar e a O-I viabilizou isso”, diz Felipe Cury, sócio fundador da empresa. “A Retorna Machine é uma solução acessível que mostra ao consumidor a importância da separação do vidro e o estimula a reciclar”, diz Reinaldo Kühl, gerente da categoria Foods & NAB da O-I na América Latina da O-I no Brasil. O objetivo das duas empresas é ampliar o número de máquinas disponíveis no País. O consumidor deve se cadastrar gratuitamente no site www.triciclo.eco.br para começar a pontuar e receber os créditos.

15 de janeiro, 2018