Tupi PaulistaSP
16.206 habitantes · IBGE 3555109
Resumo socioambiental
Tupi Paulista/SP apresenta um saneamento básico consolidado e acima dos padrões nacionais. A cobertura de água atingiu 98,8% em 2022, bem acima da mediana nacional (76,5%) e do próprio estado de São Paulo (95,2%), posicionando o município no percentil 85. A coleta de esgoto está universalizada, em 100,0% (2021), superando a mediana do país (87,8%) e a UF (94,6%). O tratamento de esgoto, embora tenha recuado de picos históricos de 97,4% (2015-2019) para 91,3% em 2022, ainda é expressivamente superior à mediana nacional (37,7%) e à média estadual (69,6%), refletindo um sistema de saneamento maduro, ainda que a estabilidade em torno de 91% desde 2020 sugira estagnação em melhorias adicionais, possivelmente pela capacidade limitada da única ETE registrada (2020).
As perdas de água, indicador em que menor é melhor, situam-se em 11,6% (2022), muito abaixo da mediana nacional (29,9%) e da UF (32,1%), colocando o município no percentil 9 — entre os mais eficientes do país nesse quesito. Complementarmente, o destino inadequado de resíduos domiciliares caiu de 12,6% (2010) para 6,1% (2022), redução de 51,7%, embora ainda acima do padrão paulista (1,0%). A coerência entre baixa perda de água, alta cobertura e tratamento elevado indica gestão hídrica eficiente, mas o descompasso frente à UF no quesito resíduos aponta espaço para avanços na destinação final de dejetos.
No aspecto climático, as emissões totais de GEE somaram 99.653 tCO₂e em 2024, com queda de 10,6% em relação ao início da série e abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), no percentil 40. Entretanto, as emissões de energia cresceram 46,3% no período, atingindo 30.585 tCO₂e em 2024, acima da mediana nacional (18.929 tCO₂e), sinalizando pressão crescente desse setor sobre o balanço de emissões municipal. As emissões de resíduos, por sua vez, mantiveram-se relativamente estáveis em 9.160 tCO₂e (2024), também acima da mediana nacional (5.787 tCO₂e), reforçando a necessidade de atenção à gestão de resíduos sólidos, tema já sinalizado pelos indicadores de destinação inadequada.
Quanto a eventos hidrológicos, não há registros de cheias (2016), mas houve 1 registro de seca no mesmo ano. A segurança hídrica projetada para 2035 é de 5,000, superior à mediana nacional (4,000) e à média estadual (3,881), no percentil 100, indicando perspectiva favorável de resiliência hídrica de longo prazo para o município.
Gerado em 09/07/2026
Saneamento
Governança do saneamento
Infraestrutura de saneamento
Cobertura de água
SNIS/SINISA
79.6%
2024
Coleta de esgoto
SNIS/SINISA
78.0%
2024
Tratamento de esgoto
SNIS/SINISA
99.4%
2024
ETEs no município
ANA Atlas Esgotos
1
2020
Perda de água
SNIS/SINISA
3.3%
2024
Resíduos
Domicílios com coleta
IBGE Censodomiciliar
89.1%
2022
Destino inadequado (domicílios)
IBGE Censodomiciliar
6.1%
2022
Clima
Emissões de GEE
SEEG
99.653 tCO₂e
2024
Emissões de resíduos
SEEG
9.160 tCO₂e
2024
Emissões de energia
SEEG
30.585 tCO₂e
2024
Registros de cheia
ANA
0
2016
Seca observada (ANA/SUM)
ANA
1
2016
Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.
