Timbé do SulSC

5.495 habitantes · IBGE 4218103

IA

Resumo socioambiental

Timbé do Sul apresenta cobertura de água em 91,0% (2022), acima da mediana nacional (76,5%) e próxima do patamar catarinense (90,1%), posicionando o município no percentil 72. A trajetória é positiva desde 2008 (67,8%), com salto expressivo a partir de 2017. Contudo, a perda de água na distribuição saltou de patamares residuais (1,6% em 2019) para 18,7% em 2022, alta acumulada de mais de 2.900% na série — embora ainda inferior à mediana nacional (29,9%) e à média catarinense (34,6%), o movimento recente merece atenção operacional, pois pode indicar deterioração da rede ou falhas de medição concomitantes à expansão da cobertura.

Na gestão de resíduos sólidos, a coleta domiciliar atingiu 85,0% dos domicílios em 2022, acima da mediana brasileira (76,9%), mas ainda distante do padrão estadual (89,7%). O destino inadequado de resíduos caiu de 25,3% (2010) para 5,2% (2022), redução de quase 80%, situando o município no percentil 25 nacional — porém ainda acima do referencial catarinense (3,2%), sinalizando espaço para avanço no encerramento de lixões ou disposições irregulares remanescentes. Coerentemente, as emissões de resíduos no inventário de GEE cresceram de forma constante e moderada, de 3.032 tCO₂e (2010) para 3.835 tCO₂e (2024), alta de 26,5%, refletindo o aumento populacional e da geração de resíduos mesmo com melhora na cobertura de coleta.

No balanço de emissões totais, o município registrou 62.378 tCO₂e em 2024, queda de 19,6% frente a 2010, com oscilações relevantes no período (pico de 130.235 tCO₂e em 2022) — valor bem abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), posicionando Timbé do Sul no percentil 27. As emissões de energia, entretanto, cresceram 58,7% na série, chegando a 7.328 tCO₂e em 2024, indicando pressão crescente desse setor mesmo com o total geral em queda, provavelmente compensado por reduções em outros setores como mudança de uso da terra.

Quanto a eventos hidrológicos, o único registro disponível (2016) aponta 13 ocorrências de cheia e 1 de seca, ambos em ano de dados limitados, o que impede avaliação de tendência. O índice de segurança hídrica projetado para 2035 é de 4,000, igual à mediana nacional e superior à média catarinense (3,702), sugerindo perspectiva favorável de longo prazo, desde que mantidos os investimentos em infraestrutura hídrica e controle de perdas observados recentemente.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

64.7%

2024

38
2.8% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

19.0%

2024

78
176.6% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

85.0%

2022

66
13.8% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

5.2%

2022

75
79.4% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

62.378 tCO₂e

2024

73
19.6% no período

Emissões de resíduos

SEEG

3.835 tCO₂e

2024

67
26.5% no período

Emissões de energia

SEEG

7.328 tCO₂e

2024

71
58.7% no período

Registros de cheia

ANA

13

2016

0
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

1

2016

41
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.