Almirante Tamandaré do SulRS

2.008 habitantes · IBGE 4300471

IA

Resumo socioambiental

Almirante Tamandaré do Sul apresenta desempenho sólido em saneamento hídrico, com cobertura de água de 99,9% em 2022, muito acima da mediana nacional (76,5%) e da média do Rio Grande do Sul (88,1%), posicionando o município no percentil 89 do país. A perda de água na distribuição também mostra evolução expressiva, caindo de 30,8% em 2016 para 8,0% em 2022 — redução de 74,1% no período —, ficando bem abaixo da mediana nacional (29,9%) e da UF (36,5%), o que indica gestão eficiente da rede de abastecimento.

Em contrapartida, o esgotamento sanitário ainda demanda atenção: apenas 76,2% dos domicílios têm coleta de esgoto em 2022, patamar próximo da mediana nacional (76,9%) mas distante da média gaúcha (82,7%). O destino inadequado de dejetos atinge 14,5% dos domicílios, também na média nacional (14,9%), porém muito superior ao índice do RS (4,5%), sugerindo que o município está aquém do padrão estadual nesse quesito. Essa lacuna em esgotamento pode se relacionar às emissões de resíduos, que embora tenham caído 42,6% desde 2010 (de 4.279 para 2.456 tCO₂e em 2024, percentil 18 nacional), ainda refletem a necessidade de ampliar o tratamento adequado dos efluentes.

No campo das emissões totais de GEE, o município registrou 62.548 tCO₂e em 2024, com variação de +15,9% desde 2010, mas ainda muito abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), posicionando-se no percentil 27. Chama atenção o crescimento acentuado das emissões de energia, que mais que dobraram no período (+101,7%, de 5.270 para 10.630 tCO₂e), indicando maior consumo energético local, embora o valor permaneça abaixo da mediana nacional (18.929 tCO₂e). A geração hidráulica instalada manteve-se estável em 3 MW desde 2010, aquém da mediana nacional (10 MW).

Quanto a eventos climáticos extremos, o único registro disponível (2016) aponta ausência de cheias, mas 4 registros de seca, valor superior à mediana nacional (0) e no percentil 72, sinalizando maior vulnerabilidade à estiagem em comparação à média do país — um ponto de atenção para o planejamento hídrico local, especialmente dado o bom desempenho já alcançado na gestão de perdas de água.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

100.0%

2024

100
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

7.5%

2024

96
75.6% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

76.2%

2022

49
8.1% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

14.5%

2022

51
50.8% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

3 MW

Hidráulica

Potência hidráulica

ANEEL (SIGA)

3 MW

2024

34
0.0% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

62.548 tCO₂e

2024

73
15.9% no período

Emissões de resíduos

SEEG

2.456 tCO₂e

2024

82
42.6% no período

Emissões de energia

SEEG

10.630 tCO₂e

2024

63
101.7% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

4

2016

28
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.