AurilândiaGO

3.266 habitantes · IBGE 5202601

IA

Resumo socioambiental

Aurilândia/GO apresenta em 2022 cobertura de água de 79,9%, acima da mediana nacional (76,5%) mas abaixo do patamar médio de Goiás (89,1%), posicionando o município no percentil 55. Chama atenção a queda de 7,0% nessa cobertura em relação ao ano anterior, revertendo a trajetória de melhora observada entre 2019 e 2021. Em contrapartida, a perda de água no sistema de distribuição caiu para 18,7% em 2022, uma redução expressiva de 45,2% frente ao histórico e um resultado bem melhor que a mediana nacional (29,9%) e a média estadual (27,8%), colocando o município no percentil 21 (quanto menor, melhor a posição relativa). Esse avanço na eficiência da rede sugere ganhos operacionais que, no entanto, não impediram a retração momentânea na cobertura — possivelmente associada a ajustes cadastrais ou mudanças na base de atendimento.

No saneamento domiciliar, a coleta de resíduos atendia 78,9% dos domicílios em 2022, levemente acima da mediana nacional (76,9%), porém distante do padrão goiano (89,7%). O destino inadequado de resíduos caiu para 12,3%, redução de 33,2% desde 2010, ficando abaixo da mediana do Brasil (14,9%), ainda que superior à média de Goiás (5,5%). Essa melhora na destinação de resíduos, contudo, não se refletiu nas emissões do setor: as emissões de resíduos alcançaram 2.248 tCO₂e em 2024, com leve alta de 5,5% no período recente, mas em nível muito inferior à mediana nacional (5.787 tCO₂e), posicionando o município favoravelmente no percentil 19.

O dado mais crítico do dossiê é o salto nas emissões totais de GEE, que atingiram 271.893 tCO₂e em 2024, alta de 53,7% em relação a 2023 e bem acima da mediana nacional (138.513 tCO₂e), no percentil 68 — indicando perfil emissor elevado para o porte do município. O setor de energia é o principal vetor desse crescimento, com emissões saltando de 1.708 tCO₂e em 2010 para 6.695 tCO₂e em 2024, aumento de 292%, embora ainda distante da mediana nacional (18.929 tCO₂e). Quanto à segurança hídrica, o índice projetado para 2035 é de 3,000, abaixo da mediana nacional e estadual (4,000 e 3,874, respectivamente), sinalizando vulnerabilidade futura que reforça a importância de sustentar os ganhos recentes em eficiência hídrica e conter a trajetória de emissões.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

79.4%

2024

59
3.5% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

19.8%

2024

76
42.3% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

78.9%

2022

54
3.3% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

12.3%

2022

55
33.2% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

271.893 tCO₂e

2024

32
53.7% no período

Emissões de resíduos

SEEG

2.248 tCO₂e

2024

85
5.5% no período

Emissões de energia

SEEG

6.695 tCO₂e

2024

73
292.0% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.