BatalhaAL

17.103 habitantes · IBGE 2700706

IA

Resumo socioambiental

Batalha/AL apresenta em 2022 cobertura de água de 63,3%, abaixo da mediana nacional (76,5%) e do estado (76,9%), posicionando o município no percentil 34 — ou seja, pior que a maioria dos municípios brasileiros nesse quesito. Mais crítico é o índice de perda de água, que atingiu 64,7% em 2022, muito superior à mediana nacional (29,9%) e à média estadual (43,9%), colocando o município no percentil 95 de perdas — entre os piores do país. Essa combinação de baixa cobertura e alta perda sugere ineficiência estrutural na rede de abastecimento, com significativo desperdício de água tratada.

No saneamento de esgoto, o quadro é misto. A coleta estagnou em 57,3% desde 2019, abaixo da mediana nacional (87,8%), embora acima da média alagoana (30,1%), resultando no percentil 30. Já o tratamento de esgoto evoluiu de forma expressiva desde 2013 (+1.473,9%), alcançando 66,3% em 2022 — valor superior à mediana nacional (37,7%) e à média da UF (26,3%), posicionando Batalha no percentil 66, um destaque positivo. Essa combinação indica que, embora o esgoto coletado seja tratado com boa eficiência, ainda falta ampliar a cobertura da coleta para consolidar o ganho ambiental. Complementarmente, os domicílios com destino inadequado de resíduos caíram de 36,4% (2010) para 11,9% (2022), abaixo da mediana nacional (14,9%), refletindo melhoria na gestão de resíduos sólidos.

Do ponto de vista climático, as emissões totais de GEE somaram 113.522 tCO₂e em 2024, abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), mas as emissões de resíduos cresceram 116,3% desde 2010, chegando a 10.230 tCO₂e — acima da mediana nacional (6.191 tCO₂e), no percentil 67. Esse crescimento das emissões por resíduos, mesmo com melhoria na destinação domiciliar, aponta para o aumento do volume gerado e possível deficiência no tratamento final, dialogando com a necessidade de ampliar a coleta de esgoto. As emissões de energia também cresceram 74,8%, atingindo 22.491 tCO₂e em 2024, levemente acima da mediana nacional.

Por fim, os dados hídricos de 2016 revelam forte exposição à seca, com 18 registros observados, situando o município no percentil 98 nacional — um dos mais críticos do país nesse indicador —, enquanto não há registros de cheias. Esse histórico de estiagem reforça a urgência de reduzir as perdas na rede de água, já extremamente elevadas, para mitigar riscos de escassez hídrica e otimizar a gestão dos recursos disponíveis.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

52.8%

2024

23
10.4% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

35.5%

2024

27
223.0% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

57.9%

2024

67
1275.8% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

71.1%

2024

5
13.1% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

80.9%

2022

58
27.2% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

11.9%

2022

56
67.2% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

113.522 tCO₂e

2024

56
58.4% no período

Emissões de resíduos

SEEG

10.230 tCO₂e

2024

33
116.3% no período

Emissões de energia

SEEG

22.491 tCO₂e

2024

46
74.8% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

18

2016

2
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.