Cesário LangeSP

19.588 habitantes · IBGE 3511607

IA

Resumo socioambiental

Cesário Lange apresenta saneamento básico consolidado, com destaques que superam amplamente os parâmetros nacionais. A coleta de esgoto atingiu 100,0% em 2021, no percentil 100 nacional, muito acima da mediana do país (87,8%) e da média estadual (94,6%). O tratamento de esgoto também é robusto, com 79,3% em 2022 (percentil 76), mais que o dobro da mediana nacional (37,7%) e superior ao próprio estado de São Paulo (69,6%). A perda de água na distribuição, indicador em que menor é melhor, caiu de 45,1% em 2008 para 11,7% em 2022 — uma redução de 74% no período —, colocando o município no percentil 9 nacional (ou seja, entre os menores índices de perda do país), bem abaixo da mediana (29,9%) e da UF (32,1%). Já a cobertura de água, embora tenha avançado (+6,6% desde 2008), recuou de 87,5% em 2021 para 77,3% em 2022, ficando próxima da mediana nacional (76,5%) mas distante do patamar estadual (95,2%), sinalizando um ponto de atenção a monitorar.

Na gestão de resíduos sólidos, o quadro é igualmente favorável: 97,6% dos domicílios têm coleta (2022, percentil 97), e apenas 1,4% possuem destino inadequado, queda expressiva frente aos 3,8% de 2010, embora ainda levemente acima do índice estadual (1,0%). O município conta com apenas 1 unidade de destinação de resíduos, no mesmo patamar da mediana nacional, mas muito aquém das 132 unidades médias do estado — o que sugere dependência de estruturas externas ou concentração de operação em escala reduzida.

Do ponto de vista climático, as emissões totais de GEE somaram 125.802 tCO₂e em 2024, com leve alta de 3,0% frente ao ano anterior, situando o município no percentil 47 nacional — próximo à mediana do país (138.513 tCO₂e). As emissões de energia caíram 20,8% desde 2010, chegando a 35.628 tCO₂e, mas ainda acima da mediana nacional (18.929 tCO₂e, percentil 63). Chama atenção o crescimento de 22,4% nas emissões de resíduos desde 2010, atingindo 10.345 tCO₂e em 2024 (percentil 67, acima da mediana nacional de 6.191 tCO₂e) — um contraponto relevante, já que a boa cobertura de coleta e tratamento de esgoto/resíduos não se traduziu em redução proporcional das emissões associadas, indicando possível necessidade de tecnologias de tratamento com menor pegada de carbono ou aproveitamento energético dos resíduos.

Em termos de eventos hidrológicos, há registro de 1 ocorrência de cheia em 2016 (percentil 76 nacional) e nenhuma seca registrada no mesmo ano, sem série histórica mais recente disponível para monitoramento contínuo desse aspecto.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

83.5%

2024

66
6.6% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

64.6%

2024

54
26.4% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

82.4%

2024

87
28.4% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

2

2020

89
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

9.0%

2024

95
77.0% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

97.6%

2022

97
1.4% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

1.4%

2022

91
62.5% no período

Unidades de destinação

IBAMA (CTF-APP)

1

2022

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

125.802 tCO₂e

2024

53
3.0% no período

Emissões de resíduos

SEEG

10.345 tCO₂e

2024

33
22.4% no período

Emissões de energia

SEEG

35.628 tCO₂e

2024

37
20.8% no período

Registros de cheia

ANA

1

2016

24
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.