DivinolândiaSP

11.314 habitantes · IBGE 3513900

IA

Resumo socioambiental

Divinolândia/SP apresenta em 2024 cobertura de água de 73,0%, praticamente equivalente à mediana nacional (73,2%) e ainda distante do patamar estadual (96,6%), com evolução recente positiva (+5,2%) mas marcada por uma queda abrupta em 2022 (60,8%) seguida de recuperação parcial. A coleta de esgoto, em 64,1%, supera a mediana nacional (59,9%) e está no percentil 53, porém revela uma ruptura grave na série histórica: o município mantinha 100% de cobertura entre 2020 e 2021 e sofreu queda de -30,1% até 2024, sinalizando possível descontinuidade operacional ou de reporte que merece investigação por parte da gestão local. Já o tratamento de esgoto, em 75,6%, é um ponto forte, superando com folga tanto a mediana nacional (33,3%) quanto a média estadual (66,6%), posicionando o município no percentil 81 — desempenho notável considerando a existência de apenas 1 ETE registrada (2020).

A perda de água na distribuição, em 18,4%, é significativamente melhor que a mediana nacional (29,1%) e o padrão estadual (28,2%), colocando o município no percentil 20 (favorável), embora a série mostre oscilações relevantes ao longo da década, com picos acima de 27% em 2016-2018. No saneamento domiciliar, a destinação inadequada de resíduos caiu expressivamente de 22,6% (2010) para 10,0% (2022), uma redução de -55,7%, ficando abaixo da mediana nacional (14,9%), ainda que distante do patamar estadual (1,0%). A cobertura de coleta domiciliar (75,9%) está próxima da mediana nacional, mas com leve retração (-1,9%) na última década.

No eixo climático, as emissões totais de GEE somaram 91.912 tCO₂e em 2024, abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), com queda acentuada frente ao pico de 2016 (180.937 tCO₂e), embora tenha havido alta de +4,7% no último ano. As emissões de resíduos (6.932 tCO₂e) cresceram +13,2% na década e superam a mediana nacional (6.191 tCO₂e), o que é coerente com a persistência de destinação inadequada em parcela dos domicílios, reforçando a necessidade de investimentos em gestão de resíduos sólidos. As emissões de energia mais que dobraram desde 2010 (+36,9%, para 29.566 tCO₂e) e já superam a mediana nacional (18.929 tCO₂e), indicando pressão crescente do setor energético no perfil de emissões do município, ponto que merece atenção em políticas de eficiência e matriz energética local. Não há registros de eventos de cheia ou seca na base ANA (2016).

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

73.0%

2024

50
5.2% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

64.1%

2024

53
30.1% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

75.6%

2024

81
20.7% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

18.4%

2024

80
7.8% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

75.9%

2022

48
1.9% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

10.0%

2022

61
55.7% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

91.912 tCO₂e

2024

62
4.7% no período

Emissões de resíduos

SEEG

6.932 tCO₂e

2024

46
13.2% no período

Emissões de energia

SEEG

29.566 tCO₂e

2024

41
36.9% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.