GuaimbêSP

5.606 habitantes · IBGE 3517307

IA

Resumo socioambiental

Guaimbê apresenta indicadores de saneamento consistentemente superiores às referências nacionais e estaduais. A cobertura de água atingiu 96,9% em 2022, acima da mediana nacional (76,5%) e do próprio estado de São Paulo (95,2%), embora tenha recuado 3,1% desde 2011. A coleta de esgoto chegou a 99,1% em 2021 (percentil 67 nacional) e o tratamento de esgoto saltou para 95,8% em 2022, um avanço expressivo de 22,8% na série histórica, colocando o município no percentil 88 do país — bem acima da mediana nacional (37,7%) e da UF (69,6%). A perda de água na distribuição é praticamente nula (0,0% em 2022), no percentil 1 nacional (quanto menor, melhor), evidenciando gestão eficiente da infraestrutura hídrica.

No âmbito dos resíduos domiciliares, 92,0% dos domicílios têm coleta (2022), acima da mediana nacional (76,9%), e o destino inadequado caiu para 5,5%, uma redução de 43,9% desde 2010 — embora ainda distante do patamar estadual (1,0%). Essa combinação de alta cobertura de coleta com tratamento avançado de esgoto explica em parte o comportamento das emissões de resíduos, que somaram 4.001 tCO₂e em 2024, abaixo da mediana nacional (6.191 tCO₂e), ainda que em leve alta de 10,7% frente à série histórica.

As emissões totais de GEE do município somaram 63.426 tCO₂e em 2024, com queda acumulada de 28,9% desde 2010 e valor inferior à mediana nacional (138.513 tCO₂e), posicionando Guaimbê no percentil 27 (quanto menor, melhor). As emissões de energia também recuaram significativamente (-40,1%, para 6.004 tCO₂e), possivelmente favorecidas pela capacidade instalada de geração solar, estável em 150 MW desde 2018 e no percentil 92 nacional — um diferencial energético relevante frente à mediana do país (908 kW).

Não há registros de eventos de cheia ou seca reportados para o município na série disponível (2016), o que limita a análise de risco hidroclimático recente. Em síntese, Guaimbê exibe um perfil socioambiental favorável, com infraestrutura de saneamento robusta e emissões controladas, sustentado por investimentos consolidados em tratamento de esgoto e energia solar, cabendo atenção à leve reversão na cobertura de água observada nos últimos anos.

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

88.6%

2024

75
11.4% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

88.5%

2024

81
11.5% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

100.0%

2024

100
28.2% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

14.3%

2024

88

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

92.0%

2022

82
1.9% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

5.5%

2022

74
43.9% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

150 MW

Solar

Potência solar

ANEEL (SIGA)

150 MW

2024

92
0.0% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Usinas solares (legado)

ANEEL (SIGA)

150 MW

2024

92
0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

63.426 tCO₂e

2024

73
28.9% no período

Emissões de resíduos

SEEG

4.001 tCO₂e

2024

66
10.7% no período

Emissões de energia

SEEG

6.004 tCO₂e

2024

75
40.1% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.