IpameriGO

26.163 habitantes · IBGE 5210109

IA

Resumo socioambiental

Ipameri apresenta em 2024 cobertura de água de 87,3%, acima da mediana nacional (73,2%) e próxima da média estadual de Goiás (88,8%), posicionando o município no percentil 73 do país. A perda de água, contudo, chegou a 33,8% em 2024, indicador em que menor é melhor: apesar da queda de 7,8% em relação ao ano anterior, o valor permanece acima da mediana nacional (29,1%) e bem superior à média goiana (25,3%), refletindo ineficiência na distribuição mesmo com boa cobertura formal.

No saneamento, a coleta de resíduos domiciliares atendia 86,9% dos domicílios em 2022, superior à mediana nacional (76,9%), embora ligeiramente abaixo da média estadual (89,7%). O destino inadequado de resíduos caiu de 12,9% (2010) para 8,3% (2022), redução de 35,8%, indicador melhor que a mediana brasileira (14,9%), ainda que distante do padrão de Goiás (5,5%). Chama atenção a estagnação em apenas 1 unidade de destinação de resíduos desde 2016, mesmo com a melhoria na coleta e destinação — um possível ponto de atenção para a capacidade de processamento local frente ao crescimento populacional.

Nas emissões de GEE, o município registrou 1.175.901 tCO₂e em 2024, queda de 15,4% frente ao ano anterior, mas ainda no percentil 91 nacional, valor muito acima da mediana do país (138.513 tCO₂e). As emissões de resíduos, de 13.086 tCO₂e, também superam a mediana nacional (6.191 tCO₂e), coerentes com a persistência de destinação inadequada em parte dos domicílios. Mais preocupante é o salto de 144% nas emissões de energia entre 2010 e 2024, atingindo 254.520 tCO₂e, o que sugere maior dependência de fontes emissoras nesse setor, mesmo com capacidade instalada de biomassa (22 MW) estável e superior à mediana nacional.

Em eventos hidrológicos, os únicos registros disponíveis (2016) indicam 1 ocorrência de cheia e 1 de seca, ambos no percentil médio-alto nacional para o ano, mas sem série histórica recente que permita avaliar tendência atual. Em síntese, Ipameri combina avanços moderados em saneamento básico com desafios crescentes em eficiência hídrica e emissões, especialmente no setor energético, exigindo atenção prioritária para redução de perdas na distribuição de água e controle das emissões associadas à matriz energética local.

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

87.3%

2024

73
1.2% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

33.8%

2024

39
7.8% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

86.9%

2022

70
0.1% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

8.3%

2022

65
35.8% no período

Unidades de destinação

IBAMA (CTF-APP)

1

2021

0.0% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

32 MW

HidráulicaBiomassa

Potência hidráulica

ANEEL (SIGA)

10 MW

2024

53
219.2% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

1.175.901 tCO₂e

2024

9
15.4% no período

Emissões de resíduos

SEEG

13.086 tCO₂e

2024

26
16.3% no período

Emissões de energia

SEEG

254.520 tCO₂e

2024

9
144.0% no período

Registros de cheia

ANA

1

2016

24
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

1

2016

41
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.