PracinhaSP

2.599 habitantes · IBGE 3540853

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Resumo socioambiental

Pracinha/SP apresenta um saneamento básico consolidado, com destaque para o tratamento de esgoto, que alcançou 100,0% em 2022, muito acima da mediana nacional (37,7%) e da própria média estadual (69,6%), posicionando o município no percentil 100 do país. A coleta de esgoto também é praticamente universal, com 99,8% em 2021 (percentil 73 nacional), e os domicílios com coleta de resíduos chegam a 98,0% em 2022, com apenas 2,0% de destinação inadequada — bem abaixo da mediana nacional de 14,9%. O ponto de atenção fica por conta da cobertura de água, que embora tenha crescido 49,0% desde 2008, situa-se em 67,0% em 2022, abaixo da mediana nacional (76,5%) e distante da média de São Paulo (95,2%), refletindo oscilações expressivas na série histórica que sugerem instabilidade na gestão do serviço.

Do ponto de vista das perdas físicas de água, o município está em situação favorável, com 10,5% em 2022, bem inferior à mediana nacional (29,9%) e à média estadual (32,1%), posicionando-o no percentil 8 (quanto menor, melhor). Esse desempenho, combinado ao bom tratamento de esgoto, indica gestão relativamente eficiente da infraestrutura hídrica, ainda que a cobertura de água mereça expansão para acompanhar os demais indicadores.

Em relação ao clima, as emissões totais de GEE caíram 22,1% entre 2010 e 2024, atingindo 37.615 tCO₂e, valor abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e). As emissões de energia recuaram de forma acentuada (-63,8%), para 5.454 tCO₂e em 2024, também abaixo da mediana nacional. Em contraste, as emissões de resíduos cresceram 41,5% no período, chegando a 8.999 tCO₂e em 2024 — acima da mediana nacional (5.787 tCO₂e) e no percentil 65, o que contrasta com os bons indicadores de coleta e destinação adequada dos resíduos domiciliares, sugerindo que o aumento pode estar associado à geração crescente de resíduos ou às características do processo de disposição final, e não à cobertura do serviço.

Quanto à segurança hídrica, o índice projetado para 2035 é de 4,000, igual à mediana nacional e superior à média estadual (3,881), indicando perspectiva favorável no médio prazo. Eventos extremos são pouco expressivos na série disponível, com apenas 1 registro de cheia em 2016 e nenhuma seca observada no mesmo ano, embora a limitação temporal desses dados recomende cautela na extrapolação para o cenário atual.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

59.7%

2024

31
22.4% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

55.7%

2024

46
33.9% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

100.0%

2022

32.7% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

9.5%

2024

94
3.5% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

98.0%

2022

98
2.2% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

2.0%

2022

88
50.6% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

37.615 tCO₂e

2024

85
22.1% no período

Emissões de resíduos

SEEG

8.999 tCO₂e

2024

37
41.5% no período

Emissões de energia

SEEG

5.454 tCO₂e

2024

77
63.8% no período

Registros de cheia

ANA

1

2016

24
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.