PradópolisSP

17.309 habitantes · IBGE 3540903

IA

Resumo socioambiental

Pradópolis/SP apresenta saneamento básico consolidado e acima da média nacional, embora com sinais recentes de deterioração operacional. A cobertura de água atingiu 92,4% em 2022, superior à mediana nacional (76,5%) mas abaixo da média estadual (95,2%), com queda de 7,6% frente ao pico histórico. A coleta de esgoto chegou a 97,1% em 2021 (mediana nacional 87,8%) e o tratamento a 98,7% em 2022, valor expressivo frente à mediana nacional de apenas 37,7% e à média estadual de 69,6%, posicionando o município no percentil 90 do país. Essa eficiência no tratamento, no entanto, depende de uma única ETE (2020), o que representa risco de concentração operacional caso haja falha ou necessidade de expansão.

Um ponto de atenção é a perda de água na distribuição, que saltou de 11,1% em 2012 para 28,6% em 2022 — alta de 157% no período —, embora ainda ligeiramente abaixo da mediana nacional (29,9%) e da média estadual (32,1%). Esse aumento expressivo sugere problemas de manutenção da rede ou de medição, e merece investimento em modernização da infraestrutura para não comprometer a eficiência que hoje coloca o município acima da média em cobertura e tratamento. Na gestão de resíduos sólidos, o quadro é positivo: 94,2% dos domicílios têm coleta (2022), acima da mediana nacional (76,9%) e da média estadual (89,7%), e o destino inadequado caiu para 5,8%, bem abaixo da mediana nacional (14,9%), ainda que distante do patamar estadual (1,0%).

No eixo climático e energético, as emissões totais de GEE somaram 205.799 tCO₂e em 2024, com queda acentuada de 83,9% frente a 2010 — resultado da forte redução nas emissões de energia (-87,4% no período), setor dominante nas emissões do município. Já as emissões de resíduos seguem trajetória contrária, subindo 16% desde 2010 para 9.772 tCO₂e, acima da mediana nacional (6.191 tCO₂e), o que indica descompasso entre o avanço na coleta domiciliar e o tratamento final desses resíduos em termos de mitigação de gases de efeito estufa. A matriz energética local é fortemente marcada pela biomassa, com 153 MW de potência instalada (alta de 108,9% desde 2010), colocando o município no percentil 97 nacional, enquanto a energia solar permanece incipiente, com apenas 19 kW, no percentil 4 do país — evidenciando espaço relevante para diversificação da geração renovável local.

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

92.4%

2022

74
7.6% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

97.1%

2021

62
2.9% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

98.7%

2022

90
1.3% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

28.6%

2022

53
157.2% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

94.2%

2022

88
0.2% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

5.8%

2022

73
3.0% no período

Unidades de destinação

IBAMA (CTF-APP)

1

2024

0.0% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

153 MW

SolarBiomassa

Potência solar

ANEEL (SIGA)

19 kW

2024

4
0.0% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Usinas solares (legado)

ANEEL (SIGA)

19 kW

2024

4
0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

205.799 tCO₂e

2024

39
83.9% no período

Emissões de resíduos

SEEG

9.772 tCO₂e

2024

35
16.0% no período

Emissões de energia

SEEG

153.084 tCO₂e

2024

13
87.4% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.