Rosário da LimeiraMG

4.896 habitantes · IBGE 3156452

IA

Resumo socioambiental

Rosário da Limeira/MG apresenta quadro socioambiental de saneamento crítico, com destaque negativo para o tratamento de esgoto, que permanece em 0,0% desde pelo menos 2010, resultado bem abaixo da mediana nacional (33,3%) e da média mineira (44,6%), posicionando o município no percentil 24 do país. A cobertura de água, embora tenha subido para 57,9% em 2024 (+7,1% na série), ainda fica aquém da mediana nacional (73,2%) e distante do patamar estadual (83,3%), colocando o município no percentil 29. Chama atenção a queda abrupta da coleta de esgoto, que caiu de patamares próximos a 100% até 2021 para 61,2% em 2024, uma retração de -38,8% na série histórica — movimento que merece investigação sobre causas operacionais ou de reporte, já que coexiste com ausência total de tratamento, indicando que todo o esgoto coletado é disposto sem tratamento adequado.

Do lado positivo, a perda de água no sistema de distribuição caiu para 23,7% em 2024, valor melhor que a mediana nacional (29,1%) e que o índice de Minas Gerais (35,8%), embora a série mostre oscilação e leve piora frente a 2022 (19,2%). O indicador de destino inadequado de resíduos domiciliares também recuou fortemente, de 36,0% em 2010 para 13,7% em 2022, aproximando-se da mediana nacional (14,9%), ainda que acima do patamar mineiro (7,4%).

Em emissões de GEE, o município registra desempenho relativamente favorável frente ao país: as emissões totais caíram para 17.377 tCO₂e em 2024 (-18,6% na série), valor muito inferior à mediana nacional (138.513 tCO₂e), colocando Rosário da Limeira no percentil 7. As emissões de energia também recuaram significativamente, para 1.233 tCO₂e (-47,6%), refletindo baixíssima intensidade energética frente ao país (percentil 3). Entretanto, as emissões de resíduos seguem em trajetória de alta constante, atingindo 2.735 tCO₂e em 2024 (+52,9% desde 2010), tendência coerente com a ausência de tratamento de esgoto e sinalizando que a gestão de resíduos e efluentes é o principal ponto de atenção ambiental do município, mesmo com valores absolutos ainda abaixo da mediana nacional (6.191 tCO₂e).

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

57.9%

2024

29
7.1% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

61.2%

2024

51
38.8% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

0.0%

2024

24

Perda de água

SNIS/SINISA

23.7%

2024

65
32.6% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

72.8%

2022

43
13.7% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

13.7%

2022

53
62.0% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

1 MW

Hidráulica

Potência hidráulica

ANEEL (SIGA)

1 MW

2024

23
0.0% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

17.377 tCO₂e

2024

93
18.6% no período

Emissões de resíduos

SEEG

2.735 tCO₂e

2024

78
52.9% no período

Emissões de energia

SEEG

1.233 tCO₂e

2024

97
47.6% no período

Registros de cheia

ANA

1

2016

24
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.