RubiatabaGO

20.132 habitantes · IBGE 5218904

IA

Resumo socioambiental

Rubiataba/GO apresenta desempenho satisfatório em saneamento, com destaque para o tratamento de esgoto, que atingiu 86,9% em 2022 — muito acima da mediana nacional (37,7%) e da média estadual (66,0%), posicionando o município no percentil 82 do país. A coleta de esgoto também é robusta, com 92,0% em 2021 (percentil 55 nacional), resultado de forte evolução desde 2011, quando o índice era de apenas 10,7%. Já a cobertura de água, embora estável em torno de 83,1% (2022), mostra tendência de queda ao longo da série histórica (-10,6% desde 2008) e fica abaixo da média goiana (89,1%), sinalizando espaço para investimentos em expansão da rede.

Um ponto de atenção é a perda de água na distribuição, que chegou a 32,4% em 2022 — acima da mediana nacional (29,9%) e do índice estadual (27,8%), indicando ineficiência operacional que pode comprometer a sustentabilidade do sistema mesmo com boa cobertura de tratamento. Por outro lado, o indicador de destinação inadequada de resíduos domiciliares caiu de 15,0% (2010) para 7,3% (2022), avanço expressivo, ainda que superior ao padrão estadual (5,5%).

No campo climático, as emissões totais de GEE somaram 740.736 tCO₂e em 2024, com alta de 36,4% desde 2010, colocando o município no percentil 86 nacional — patamar elevado mesmo descontada a escala estadual. As emissões de energia lideram esse crescimento (+49,8% no período, chegando a 376.407 tCO₂e, percentil 95), refletindo provavelmente o perfil produtivo local, enquanto as emissões de resíduos, embora proporcionalmente menores, cresceram 49,7% (14.436 tCO₂e em 2024), evolução coerente com o aumento populacional e de geração de resíduos, e merece monitoramento conjunto com as políticas de coleta e destinação final.

Em síntese, Rubiataba tem infraestrutura de esgotamento sanitário acima da média nacional, mas enfrenta desafios em eficiência hídrica (perdas na distribuição) e em contenção de emissões de GEE, sobretudo do setor energético. Os avanços em coleta de resíduos e tratamento de esgoto devem ser mantidos e ampliados, ao passo que o crescimento das emissões e das perdas de água exige atenção prioritária dos gestores locais.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

82.4%

2024

64
3.7% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

79.2%

2024

68
642.5% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

86.6%

2024

90
6719.7% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

27.9%

2024

53
25.9% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

88.1%

2022

73
3.7% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

7.3%

2022

68
51.6% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

40 MW

Biomassa

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

740.736 tCO₂e

2024

14
36.4% no período

Emissões de resíduos

SEEG

14.436 tCO₂e

2024

24
49.7% no período

Emissões de energia

SEEG

376.407 tCO₂e

2024

5
49.8% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.