Saldanha MarinhoRS

2.621 habitantes · IBGE 4316436

IA

Resumo socioambiental

Saldanha Marinho/RS apresenta, em 2022, cobertura de água de 100,0%, superior à mediana nacional (76,5%) e ao patamar do Rio Grande do Sul (88,1%), colocando o município no percentil 100 do país. A perda de água no sistema de distribuição, indicador em que menor é melhor, caiu de patamares acima de 50% entre 2013 e 2015 para 0,0% em 2021 e 2022, resultado expressivo frente à mediana nacional de 29,9% e à média estadual de 36,5%, situando o município no percentil 1 (entre os mais eficientes). Já a coleta de esgoto, com dado mais recente disponível de 2010, indicava cobertura de 100,0%, acima da mediana nacional de 2021 (87,8%) e bem superior à média gaúcha (49,5%), embora a ausência de atualização recente limite a avaliação da situação atual do serviço.

No manejo de resíduos domiciliares, o percentual de domicílios com coleta caiu de 90,1% em 2010 para 78,0% em 2022, uma retração de 13,5 pontos percentuais, ainda que o valor permaneça acima da mediana nacional (76,9%) e próximo à média estadual (82,7%). Em contrapartida, o destino inadequado de resíduos recuou de 9,9% para 6,7% no mesmo período, indicando melhora relativa apesar da queda na cobertura de coleta — situação que merece atenção, já que a redução na coleta não se traduziu em piora proporcional do descarte inadequado, mas o município ainda fica acima da referência estadual (4,5%).

Em emissões de GEE, o total caiu de 87.753 tCO₂e em 2010 para 54.612 tCO₂e em 2024, queda de 37,8%, com destaque para a redução nas emissões de energia (-49,4%, de 19.463 para 9.853 tCO₂e), refletindo provável melhoria na eficiência energética ou na matriz local. Esse desempenho posiciona o município no percentil 23 nacional, abaixo da mediana (138.513 tCO₂e). Entretanto, as emissões de resíduos cresceram 37,9% no período (de 1.603 para 2.210 tCO₂e), movimento coerente com a queda na cobertura de coleta domiciliar observada no Censo, sugerindo que a gestão de resíduos sólidos é hoje o principal ponto de atenção ambiental do município, mesmo com valores absolutos ainda inferiores à mediana nacional (6.191 tCO₂e).

Por fim, os registros de eventos hidrológicos de 2016 mostram 2 ocorrências de cheia e 4 de seca, ambos acima da mediana nacional (zero registros), com percentis 87 e 72 respectivamente — indicando exposição relativa a eventos extremos que, combinada à ausência de dados mais recentes de monitoramento, reforça a necessidade de acompanhamento contínuo da infraestrutura hídrica e de contingência climática no município.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

100.0%

2024

100
48.9% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

100.0%

2010

0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

39.7%

2024

29
293.1% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

78.0%

2022

52
13.5% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

6.7%

2022

69
32.7% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

54.612 tCO₂e

2024

77
37.8% no período

Emissões de resíduos

SEEG

2.210 tCO₂e

2024

85
37.9% no período

Emissões de energia

SEEG

9.853 tCO₂e

2024

65
49.4% no período

Registros de cheia

ANA

2

2016

13
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

4

2016

28
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.