Santiago do SulSC

1.714 habitantes · IBGE 4215695

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Resumo socioambiental

Santiago do Sul apresenta desempenho superior à média nacional em saneamento básico, com destaque para o abastecimento de água. A cobertura atingiu 99,5% em 2022, bem acima da mediana nacional (76,5%) e da média catarinense (90,1%), posicionando o município no percentil 87. As perdas de água, embora tenham oscilado bastante ao longo da série histórica (com pico de 71,8% em 2015), caíram para 9,6% em 2022, patamar muito inferior à mediana nacional (29,9%) e à UF (34,6%), refletindo melhoria consistente na gestão da rede desde 2018.

No manejo de resíduos sólidos, a coleta domiciliar evoluiu de 69,8% em 2010 para 83,0% em 2022, superando a mediana nacional (76,9%), embora ainda abaixo do patamar catarinense (89,7%). O destino inadequado de resíduos caiu significativamente, de 30,2% para 14,4% no mesmo período, ficando praticamente equivalente à mediana nacional (14,9%), mas ainda distante do desempenho de Santa Catarina (3,2%), indicando espaço para avanços na destinação final adequada.

Em relação ao clima, as emissões totais de GEE caíram de forma expressiva, passando de 48.916 tCO₂e em 2022 para 28.867 tCO₂e em 2024, uma redução de 44,2% desde 2010. O município mantém emissões bem abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), situando-se no percentil 11. Chama atenção, contudo, o comportamento oposto das emissões de resíduos, que cresceram 21,3% na série, atingindo 1.131 tCO₂e em 2024 — um descolamento que merece atenção, já que a melhoria na coleta e destino de resíduos ainda não se traduziu em redução das emissões associadas a esse setor, sugerindo possível aumento no volume gerado ou práticas de disposição que ainda geram gases de efeito estufa.

Os registros de eventos climáticos extremos, disponíveis apenas para 2016, indicam ocorrência de 1 cheia e 5 registros de seca, ambos no percentil 76 nacional, sinalizando exposição relevante a variabilidade hídrica que reforça a importância de manter o bom desempenho em perdas de água e ampliar o monitoramento de eventos extremos nos anos seguintes.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

57.0%

2024

28
27.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

4.9%

2024

98

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

83.0%

2022

62
18.9% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

14.4%

2022

51
52.3% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

28.867 tCO₂e

2024

89
44.2% no período

Emissões de resíduos

SEEG

1.131 tCO₂e

2024

97
21.3% no período

Emissões de energia

SEEG

2.410 tCO₂e

2024

91
1.5% no período

Registros de cheia

ANA

1

2016

24
0.0% no período

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

5

2016

24
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.