São José da Bela VistaSP

7.690 habitantes · IBGE 3549508

IA

Resumo socioambiental

São José da Bela Vista apresenta saneamento básico consolidado e acima dos padrões nacionais. A cobertura de água atingiu 100,0% em 2022, superando a mediana nacional (76,5%) e a média estadual (95,2%), colocando o município no percentil 100 do país. A coleta de esgoto também está em 100,0% (2021), bem acima da mediana nacional (87,8%) e da UF (94,6%). O tratamento de esgoto evoluiu significativamente, de 81,5% em 2009 para 94,5% em 2022 (+16,0%), patamar muito superior à mediana nacional (37,7%) e à média paulista (69,6%), refletindo investimento consistente na única ETE registrada no município (2020).

Apesar do saneamento avançado, a perda de água na distribuição ainda preocupa: 39,8% em 2022, superior à mediana nacional (29,9%) e à média estadual (32,1%), embora tenha caído 34,2% desde 2009. Essa combinação — cobertura universal com perdas elevadas — sugere ineficiência operacional na rede, mesmo com bons indicadores de acesso. Já a gestão de resíduos sólidos domiciliares é positiva: 91,6% dos domicílios têm coleta (2022), e o destino inadequado caiu de 7,5% para 3,3% entre 2010 e 2022, ficando abaixo da mediana nacional (14,9%), embora ainda acima da média do estado (1,0%).

No campo climático, as emissões totais de GEE somaram 149.166 tCO₂e em 2024, próximas da mediana nacional (138.513 tCO₂e) e com leve queda de 1,3% frente a 2023. As emissões de resíduos, coerentes com a boa gestão de coleta, mostraram redução de 1,9% (6.558 tCO₂e), ligeiramente acima da mediana nacional. O ponto de atenção é o setor energético: as emissões saltaram de 21.585 tCO₂e (2010) para 53.945 tCO₂e (2024), alta de 149,9%, superando quase três vezes a mediana nacional (18.929 tCO₂e) — tendência que merece monitoramento e possíveis ações de eficiência energética.

Em recursos hídricos, o município registrou um evento de seca em 2016 e nenhum registro de cheia, com índice de segurança hídrica projetado em 3,000 para 2035, abaixo da mediana nacional (4,000) e da média estadual (3,881). Esse dado, somado às perdas de água ainda elevadas, indica que a gestão hídrica de médio prazo deve ser prioridade para sustentar os bons resultados de cobertura e tratamento já alcançados.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

100.0%

2022

100
2.2% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

100.0%

2021

100
0.0% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

94.5%

2022

87
16.0% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

39.8%

2022

29
34.2% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

91.6%

2022

81
1.0% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

3.3%

2022

82
56.2% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

149.166 tCO₂e

2024

48
1.3% no período

Emissões de resíduos

SEEG

6.558 tCO₂e

2024

48
1.9% no período

Emissões de energia

SEEG

53.945 tCO₂e

2024

29
149.9% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

1

2016

41
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.