São Pedro do TurvoSP

7.333 habitantes · IBGE 3550506

IA

Resumo socioambiental

São Pedro do Turvo/SP apresenta saneamento básico consolidado e acima da média nacional. A cobertura de água atingiu 99,1% em 2022, bem superior à mediana do país (76,5%) e à própria média estadual (95,2%), posicionando o município no percentil 86 nacional — resultado de um salto expressivo ocorrido a partir de 2017, quando a cobertura saiu da faixa de 70% para acima de 96%. A perda de água na distribuição também é baixa, em 2,4% (2022), muito abaixo da mediana nacional (29,9%) e da UF (32,1%), colocando o município entre os melhores do país nesse quesito (percentil 3, o que aqui indica desempenho favorável).

O tratamento de esgoto, embora tenha recuado frente ao pico histórico de 2011-2014 (acima de 95%), segue em 85,5% (2022), patamar mais que o dobro da mediana nacional (37,7%) e superior à média estadual (69,6%). Já a coleta de esgoto está em leve tendência de queda, de 100% em 2009 para 97,7% em 2021, mas ainda assim acima da mediana do país (87,8%). É importante notar que o município opera apenas 1 ETE, mesmo número da mediana nacional, o que sugere que a manutenção dos índices elevados de tratamento depende da capacidade dessa unidade única — um ponto de atenção operacional, já que qualquer falha ou saturação pode comprometer rapidamente o desempenho atual.

No eixo de resíduos sólidos, houve avanço relevante: o destino inadequado de domicílios caiu de 25,4% (2010) para 10,5% (2022), redução de quase 59%, e a coleta domiciliar subiu para 83,3% no mesmo período, ambos superando a mediana nacional, embora ainda distantes da média estadual (89,7% e 1,0%, respectivamente, sendo esta última favorável a SP). Coerentemente, as emissões de resíduos no SEEG mantêm-se praticamente estáveis, em 7.280 tCO₂e (2024), acima da mediana nacional (5.787 tCO₂e), indicando espaço para otimização da destinação final apesar dos ganhos recentes.

No balanço de emissões totais, o município reduziu suas emissões de GEE em 26,2% desde 2010, fechando 2024 em 188.224 tCO₂e, ainda acima da mediana nacional (138.513 tCO₂e), mas com trajetória de queda consistente nos últimos quatro anos. Chama atenção o comportamento das emissões de energia, que cresceram 133,6% no período, com pico de 73.363 tCO₂e em 2022 seguido de forte recuo para 27.265 tCO₂e em 2024 — volatilidade que contrasta com a estabilidade da matriz térmica fóssil instalada (1 MW, sem variação desde 2010). Em segurança hídrica, o índice do município (4,000, projeção 2035) iguala a mediana nacional e supera a média estadual (3,881), sinalizando resiliência hídrica compatível com os bons indicadores de perdas e cobertura de água já observados.

Gerado em 09/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

82.2%

2024

63
6.6% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

82.2%

2024

72
17.8% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

93.0%

2023

4.7% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

13.4%

2024

90
25.4% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

83.3%

2022

63
11.6% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

10.5%

2022

60
58.7% no período

Unidades de destinação

IBAMA (CTF-APP)

1

2022

0.0% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

1 MW

Biomassa

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

188.224 tCO₂e

2024

41
26.2% no período

Emissões de resíduos

SEEG

7.280 tCO₂e

2024

44
2.1% no período

Emissões de energia

SEEG

27.265 tCO₂e

2024

42
133.6% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

1

2016

41
0.0% no período

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 09/07/2026.