TacibaSP
6.399 habitantes · IBGE 3552908
Resumo socioambiental
Taciba/SP apresenta em 2024 uma cobertura de água de 98,5%, muito acima da mediana nacional (73,2%) e do valor do estado de São Paulo (96,6%), posicionando o município no percentil 92 do país. A coleta de esgoto atingiu 93,6% no mesmo ano, também superior à mediana nacional (59,9%) e à média estadual (92,5%). O tratamento de esgoto chegou a 100,0% em 2023, patamar consideravelmente acima da mediana brasileira (33,3%) e do próprio estado (66,6%), refletindo uma infraestrutura sanitária consolidada desde 2016, quando o índice saltou de patamares próximos a 80% para 100%. Essa universalização do tratamento é coerente com a única ETE registrada no município (2020), suficiente para atender a demanda local, ainda que a coleta de esgoto tenha recuado levemente (-1,2% desde o pico histórico de 100%), sinalizando necessidade de atenção à manutenção da rede.
No quesito perdas de água, o indicador de 22,4% (2024) é favorável frente à mediana nacional (29,1%) e à média estadual (28,2%), embora a série mostre oscilação relevante, com mínimo de 15,2% em 2022 e alta pontual a 25,5% em 2023, indicando volatilidade operacional que merece monitoramento contínuo. Os dados censitários corroboram o bom desempenho sanitário: 90,1% dos domicílios têm coleta de resíduos (2022), acima da mediana nacional (76,9%), e o destino inadequado de resíduos caiu para 7,7%, quase metade do valor observado em 2010, embora ainda distante do patamar estadual (1,0%).
Do ponto de vista climático, as emissões totais de GEE somaram 123.992 tCO₂e em 2024, com queda de 21,9% desde 2010, ficando ligeiramente abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e). As emissões de energia caíram 41,8% no período, para 3.426 tCO₂e, resultado bem inferior à mediana nacional (18.929 tCO₂e). Em contraste, as emissões de resíduos cresceram 53,9% desde 2010, atingindo 3.711 tCO₂e em 2024 — tendência que, associada à alta cobertura de esgoto e coleta, sugere que o desafio ambiental do município está mais concentrado na gestão de resíduos sólidos do que no saneamento hídrico propriamente dito.
A presença de 322 MW de potência hidráulica instalada, estável desde 2010 e muito acima da mediana nacional (10 MW), evidencia relevante infraestrutura energética associada a recursos hídricos, o que reforça a importância de monitorar eventos hidrológicos extremos: o único registro disponível (2016) aponta ausência de cheias e um evento de seca, dado insuficiente para conclusões robustas, mas que recomenda atualização e monitoramento mais frequente desses indicadores para subsidiar decisões de gestão de risco.
Gerado em 10/07/2026
Saneamento
Governança do saneamento
Infraestrutura de saneamento
Cobertura de água
SNIS/SINISA
98.5%
2024
Coleta de esgoto
SNIS/SINISA
93.6%
2024
Tratamento de esgoto
SNIS/SINISA
100.0%
2023
ETEs no município
ANA Atlas Esgotos
1
2020
Perda de água
SNIS/SINISA
22.4%
2024
Resíduos
Domicílios com coleta
IBGE Censodomiciliar
90.1%
2022
Destino inadequado (domicílios)
IBGE Censodomiciliar
7.7%
2022
Energia
Matriz energética
SIGA · 2024
322 MW
Potência hidráulica
ANEEL (SIGA)
322 MW
2024
Fontes limpas (% matriz)
ANEEL (SIGA)
100.0%
2024
Clima
Emissões de GEE
SEEG
123.992 tCO₂e
2024
Emissões de resíduos
SEEG
3.711 tCO₂e
2024
Emissões de energia
SEEG
3.426 tCO₂e
2024
Registros de cheia
ANA
0
2016
Seca observada (ANA/SUM)
ANA
1
2016
Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.
