Terra RoxaSP

7.985 habitantes · IBGE 3554409

IA

Resumo socioambiental

Terra Roxa/SP apresenta em 2024 quadro de saneamento excepcional: cobertura de água em 100,0% e coleta de esgoto em 100,0%, ambas acima da mediana nacional (73,2% e 59,9%, respectivamente) e do próprio estado de São Paulo (96,6% e 92,5%). O tratamento de esgoto atinge 99,2%, muito superior à mediana do país (33,3%) e à média estadual (66,6%), colocando o município no percentil 99 nacional. Essa universalização é resultado de trajetória de melhoria consistente desde 2022, quando os indicadores saltaram de patamares já bons (85-96%) para a quase totalidade da população atendida.

A perda de água na distribuição, que é indicador de eficiência (quanto maior, pior), caiu de 43,6% em 2015 para 15,3% em 2024 — redução de quase 50% no período recente e valor bem abaixo da mediana nacional (29,1%) e estadual (28,2%), posicionando o município no percentil 14 (melhor desempenho relativo). Complementarmente, os dados do Censo confirmam o quadro positivo: 97,8% dos domicílios têm coleta de resíduos (2022) e apenas 1,4% têm destino inadequado, também em queda acentuada desde 2010 (2,9%), embora ligeiramente acima do índice estadual (1,0%).

No campo climático, as emissões totais de GEE somaram 73.127 tCO₂e em 2024, abaixo da mediana nacional (138.513 tCO₂e), mas com alta de 8,1% em relação ao ano anterior e oscilações relevantes ao longo da série. Chama atenção o crescimento das emissões de energia, que saltaram de 5.476 tCO₂e (2023) para 12.389 tCO₂e (2024) — alta de 84,4% em um único ano — e das emissões de resíduos, que cresceram 46% desde 2010, atingindo 5.886 tCO₂e em 2024, aproximando-se da mediana nacional (6.191 tCO₂e). Esse aumento nas emissões de resíduos contrasta com a excelência do saneamento e do tratamento de esgoto, sugerindo que o esforço de universalização do atendimento não tem sido acompanhado de redução equivalente na geração ou no tratamento das emissões associadas aos resíduos sólidos, um ponto de atenção para a gestão ambiental local.

Quanto a eventos hidrológicos extremos, não há registros de cheias ou secas observadas no município em 2016 (última medição disponível), enquanto a infraestrutura de geração hidráulica permanece estável em 230 kW desde 2010, muito abaixo da mediana nacional (10 MW), indicando baixa relevância desse tipo de geração energética na matriz local.

Gerado em 10/07/2026

Saneamento

Governança do saneamento

Infraestrutura de saneamento

Cobertura de água

SNIS/SINISA

100.0%

2024

100
10.8% no período

Coleta de esgoto

SNIS/SINISA

100.0%

2024

100
0.0% no período

Tratamento de esgoto

SNIS/SINISA

99.2%

2024

99
18.9% no período

ETEs no município

ANA Atlas Esgotos

1

2020

77
0.0% no período

Perda de água

SNIS/SINISA

15.3%

2024

86
49.7% no período

Resíduos

Domicílios com coleta

IBGE Censodomiciliar

97.8%

2022

98
0.8% no período

Destino inadequado (domicílios)

IBGE Censodomiciliar

1.4%

2022

91
51.6% no período

Energia

Matriz energética

SIGA · 2024

230 kW

Hidráulica

Potência hidráulica

ANEEL (SIGA)

230 kW

2024

6
0.0% no período

Fontes limpas (% matriz)

ANEEL (SIGA)

100.0%

2024

0.0% no período

Clima

Emissões de GEE

SEEG

73.127 tCO₂e

2024

69
8.1% no período

Emissões de resíduos

SEEG

5.886 tCO₂e

2024

52
46.0% no período

Emissões de energia

SEEG

12.389 tCO₂e

2024

59
84.4% no período

Registros de cheia

ANA

0

2016

47

Seca observada (ANA/SUM)

ANA

0

2016

50

Fontes: SNIS/SINISA, SEEG, ANEEL, IBAMA, PNCP e IBGE. Resumo gerado por IA a partir dos dados do Atlas — confira sempre na fonte oficial. Resumo atualizado em 10/07/2026.