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ENERGIA SOLAR

Agronegócio é o segmento que mais cresce

Empresa de comércio de cereais e de beneficiamento e armazenagem de grãos, a Buriti Armazéns Gerais investiu R$ 1,6 milhão para adequar sua unidade no município de Jataí (GO) a um sistema de geração própria de energia solar fotovoltaica. Com quatro mil metros quadrados de área, a planta recebeu projeto com potência de 408kWp, que conta com 12 inversores solares Fronius e 1.200 módulos instalados. Até o momento, a companhia já economizou R$ 750 mil em gastos com energia elétrica. "Antes da instalação do sistema, gastávamos entre R$ 70 mil e R$ 119 mil mensais com a conta de luz, agora pagamos apenas o valor da demanda contratada, em torno de R$ 10 mil, conforme o período, diz o gerente do empreendimento, Vinicius Ribeiro Araújo, que calcula economia média de R$ 75 mil mensais. O sistema é projetado para suprir 100% da energia consumida em horário de ponta e o excesso de produção será rateado para duas residências, quatro fazendas, uma agrotécnica e uma academia de musculação, do mesmo proprietário, o que proporciona economia ainda maior para o grupo. Alexandre Borin, gerente comercial da fabricante de inversores solares Fronius do Brasil, informa que o agronegócio é o segmento de mercado que mais cresceu e investiu em energia solar fotovoltaica em 2020. "Devido ao aumento do faturamento das empresas ligadas à exportação e da elevação nos preços da energia elétrica, principalmente pós-pandemia, quando a Aneel autorizou os reajustes, observamos grande interesse do setor por geração renovável gerada de maneira própria, sem depender exclusivamente da distribuidora de energia", ressalta. Guilherme Souza, responsável técnico da M&F Solar Group, parceira da Fronius e responsável pela instalação do sistema fotovoltaico da Buriti, diz que a implantação de sistemas fotovoltaicos em empresas do agronegócio representa 80% de seus clientes e que a demanda tem crescido cada vez mais. "Além da possibilidade de reduzir despesas a curto, médio e longo prazo, a oportunidade de gerar a própria energia permite, tanto ao pequeno quanto ao grande empresário do ramo, ter disponível energia de qualidade", explica. O projeto da Buriti conta com 12 inversores Fronius Eco-27.0-3, cada um responsável por gerar cerca de 8% de toda a energia, o que permitiu a descentralização e a otimização do sistema como um todo.

Empresa de comércio de cereais e de beneficiamento e armazenagem de grãos, a Buriti Armazéns Gerais investiu R$ 1,6 milhão para adequar sua unidade no município de Jataí (GO) a um sistema de geração própria de energia solar fotovoltaica. Com quatro mil metros quadrados de área, a planta recebeu projeto com potência de 408kWp, que conta com 12 inversores solares Fronius e 1.200 módulos instalados. Até o momento, a companhia já economizou R$ 750 mil em gastos com energia elétrica. "Antes da instalação do sistema, gastávamos entre R$ 70 mil e R$ 119 mil mensais com a conta de luz, agora pagamos apenas o valor da demanda contratada, em torno de R$ 10 mil, conforme o período, diz o gerente do empreendimento, Vinicius Ribeiro Araújo, que calcula economia média de R$ 75 mil mensais. 
 
O sistema é projetado para suprir 100% da energia consumida em horário de ponta e o excesso de produção será rateado para duas residências, quatro fazendas, uma agrotécnica e uma academia de musculação, do mesmo proprietário, o que proporciona economia ainda maior para o grupo. Alexandre Borin, gerente comercial da fabricante de inversores solares Fronius do Brasil, informa que o agronegócio é o segmento de mercado que mais cresceu e investiu em energia solar fotovoltaica em 2020. "Devido ao aumento do faturamento das empresas ligadas à exportação e da elevação nos preços da energia elétrica, principalmente pós-pandemia, quando a Aneel autorizou os reajustes, observamos grande interesse do setor por geração renovável gerada de maneira própria, sem depender exclusivamente da distribuidora de energia", ressalta.
 
Guilherme Souza, responsável técnico da M&F Solar Group, parceira da Fronius e responsável pela instalação do sistema fotovoltaico da Buriti, diz que a implantação de sistemas fotovoltaicos em empresas do agronegócio representa 80% de seus clientes e que a demanda tem crescido cada vez mais. "Além da possibilidade de reduzir despesas a curto, médio e longo prazo, a oportunidade de gerar a própria energia permite, tanto ao pequeno quanto ao grande empresário do ramo, ter disponível energia de qualidade", explica. 
 
O projeto da Buriti conta com 12 inversores Fronius Eco-27.0-3, cada um responsável por gerar cerca de 8% de toda a energia, o que permitiu a descentralização e a otimização do sistema como um todo. 

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ENERGIA SOLAR
Inovagro deve impulsionar uso no campo

Segundo o CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia, a ampliação de recursos da linha de financiamento Inovagro, anunciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) durante o lançamento do Plano Safra para o período de 2020 e 2021, irá impulsionar o uso da energia solar fotovoltaica pelos produtores rurais no Brasil. Serão destinados cerca de R$ 2 bilhões para projetos de inovação no campo, um aumento de 33,3% em relação ao período anterior. “A oportunidade da energia solar no agronegócio é enorme e o interesse dos produtores rurais pela solução aumenta cada vez mais. Por isso, a ABSOLAR recomendou ao MAPA ampliar o acesso a crédito para sistemas fotovoltaicos no campo”. O novo Plano Safra destinou mais recursos aos produtores rurais para facilitar o acesso à tecnologia. “Ela (a tecnologia) é extremamente versátil e pode ser utilizada, por exemplo, no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leite e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves e frangos, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades”, explica Sauaia. A ABSOLAR informa que os investimentos em energia solar nas propriedades rurais ultrapassaram a marca de R$ 1,7 bilhão no País. Os produtores rurais respondem, atualmente, por 11,7% da potência instalada na geração distribuída a partir do sol no Brasil.

22 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Empresa do sul investe R$ 500 mil

Companhia localizada em Santa Cruz do Sul (RS), a Refeições Ao Ponto investiu R$ 500 mil em um sistema de energia solar fotovoltaica em janeiro deste ano. A medida reduziu o consumo de energia elétrica em aproximadamente 40% frente à média mensal da companhia, dinheiro que está sendo usado para compensar a queda nas vendas, resultado da retração econômica. “Há no País mais de 70 linhas de financiamento que permitem adquirir a tecnologia fotovoltaica com quase nenhum aporte, além de possuírem taxas a 0,8% ao mês, o que viabiliza a instalação”, diz Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo a associação, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. A Absolar afirma que investimentos privados das organizações nesta área somam cerca de R$ 6,1 bilhões, desde 2012. “O investimento em equipamentos de energia solar é uma maneira de economizar, o que possibilita também investir em outros setores do negócio, além de permitir uma autonomia energética para as operações. Outro ponto são as iniciativas de responsabilidade ambiental, que vão muito além de estratégia de mercado, mas que se propagam cada vez mais em busca de qualidade de vida para as próximas gerações”, comenta Mara Schwengber, coordenadora regional da Absolar no Rio Grande do Sul e executiva da Solled, empresa que desenvolveu o projeto.

6 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Mais de R$ 1,2 bi em propriedades rurais

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), os investimentos em geração distribuída solar fotovoltaica em propriedades rurais já ultrapassa R$ 1,2 bilhão no Brasil. Este segmento representa 8,7% da potência instalada na geração distribuída a partir do sol. “O uso da energia solar fotovoltaica junto ao agronegócio traz ganhos de competitividade aos produtores rurais, pois reduz os custos com eletricidade, aumenta a segurança elétrica, protege o consumidor contra os aumentos das tarifas de eletricidade, aumenta a oferta de energia elétrica na propriedade rural, torna a produção no campo mais limpa e sustentável e agrega valor à marca do produtor rural”, comenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar. A geração distribuída solar fotovoltaica possui cerca de 2,3 GW de potência instalada, incluindo residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos. Com um total de aproximadamente 200 mil sistemas em operação, a fonte solar fotovoltaica corresponde a 99,8% das conexões da modalidade no País, sendo a líder do segmento. O levantamento da Absolar mostra que já são mais de R$ 11,9 bilhões em investimentos acumulados desde 2012 na geração distribuída solar fotovoltaica em todo o Brasil. A tecnologia solar fotovoltaica está presente em mais de 79,9% dos municípios brasileiros. Os consumidores residenciais respondem por 72,60% do total, seguido por empresas dos setores de comércio e serviços (18%), consumidores rurais (6,3%), indústrias (2,7%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,04%) e iluminação pública (0,01%). Rodrigo Sauaia, CEO da entidade, afirma que há diversas aplicações da energia solar fotovoltaica no setor rural. “A tecnologia é extremamente versátil e pode ser utilizada no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leites e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves e frangos, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades. A sinergia entre o agro e a solar fotovoltaica é enorme”, explica Sauaia.

23 de março, 2020
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ENERGIA SOLAR
Mais instalações em casas e empresas

O Ministério da Integração Nacional anunciou, em meados de junho, mais de R$ 3 bilhões para projetos de geração de energia solar com o objetivo de impulsionar o setor. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 1,2 milhão de geradores de energia solar serão instalados em casas e empresas até 2024. Isto significará 15% da matriz energética nacional. Até 2030, o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A diretora executiva da Fronius, Monalisa Gomes, afirma que atualmente existem diversas linhas de financiamento para que pessoas físicas e jurídicas possam instalar o sistema fotovoltaico em suas casas ou empresas “O mercado continua em expansão com um ritmo de crescimento exponencial; novos perfis de clientes residenciais almejam os benefícios da própria instalação solar; grandes grupos de consumidores comerciais estão analisando seriamente a adesão; a indústria e o agronegócio aumentaram seu interesse em energia limpa e sustentável”, comenta. Com o prazo de pagamento para até oito anos e possibilidade de financiar 100% do valor do projeto, as taxas anuais estão estimadas em 5,43% para as regiões Norte e Nordeste e 6,40% para o Centro-Oeste. No entanto, essa medida não chega aos estados do Sul e do Sudeste, visto que os recursos do financiamento vêm dos fundos constitucionais destinados ao desenvolvimento socioeconômico destas regiões.

14 de setembro, 2018
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve alcançar 1,2 milhão de geradores

O Brasil apresenta 17.408 conexões, segundo a Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica). Dentre as classes de consumo (comercial, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público) o consumo residencial é o que mais se destaca, superando 13 mil conexões. A opção por energia fotovoltaica – seja instalação comercial ou industrial - tem aumentado constantemente em todo território nacional. Os dados são atualizados constantemente pela Aneel. Segundo a pesquisa, os estados que mais se destacam são: (1° Minas Gerais 3.858, 2° São Paulo 3.363, 3° Rio Grande do Sul 2.061, 4° Rio de Janeiro 1.385 e 5° Paraná 1.300). Anaibel Novas, gerente da Unidade de Negócio de Energia Solar da multinacional austríaca Fronius, disse que a população brasileira tem investido cada vez mais em energia sustentável, em especial por conta das constantes secas, crise hídrica e aumentos das tarifas de energia elétrica. “O Brasil é um país rico em bases hídricas, diferente de outros países da Europa, por exemplo. Por esse motivo, as hidrelétricas são bem exploradas”. A especialista conta que ainda faltam incentivos do governo em relação ao uso, conhecimento da população em energias alternativas e os benefícios da utilização da energia renovável, que são incontáveis. Segundo a Alternative Technology Association, a Austrália deve transitar para uma rede elétrica 100% renovável até 2030, pois além de mais seguro é muito mais rentável e sustentável. Infelizmente, neste quesito, o Brasil caminha a passos lentos. Atualmente a energia solar representa apenas 1% da matriz energética brasileira. “Além de trazer redução de custos na conta elétrica, é comprovado que há valorização do imóvel, baixo impacto ambiental, energia inesgotável e redução das emissões de fases dos efeitos estufa. O investimento de R$ 12 mil em todo sistema fotovoltaico em uma residência é revertido em torno de sete a oito anos”, ressalta. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos atualmente são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

14 de dezembro, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Marca histórica de micro e minigeração

O Brasil alcançou a marca histórica de 150 MW de potência instalada acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instaladas em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. Este tipo de energia corresponde a 75,5% do total da potência instalada da microgeração e minigeração distribuída, que neste mês chegou a 200 MW. Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. De acordo com dados da associação, o Brasil possui atualmente 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, somando mais de R$ 1,33 bilhão em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País. O presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos 10 anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “Celebramos com otimismo este passo histórico para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente”. Atualmente, consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, representando 42% da potência instalada no País, seguidos por empresas dos setores de comércio e serviços (39%), indústrias (9%), sistemas localizados na zona rural (5%), edificações e serviços do poder público (5%), como escolas, hospitais, tribunais e iluminação pública.

14 de dezembro, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Brasil atinge marca recorde de 100 MW

Segundo números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil atingiu recentemente a marca histórica de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. A fonte solar fotovoltaica é baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável e lidera o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. O Brasil possui no momento 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. As residências respondem por 42% do uso de energia solar fotovoltaica, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%). Quando se avalia o número de sistemas instalados, as residências confirmam a liderança, com 80% de utilização, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%). O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comemora Sauaia.

9 de agosto, 2017