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MUSEU GOELDI

Aquário Jacques Huber é reinaugurado

O Aquário Jacques Huber foi reinaugurado no último dia 6 de outubro, após mais de dez anos fechado para reformas e readaptações. Aberto em 1911, o espaço é dos preferidos dos visitantes do museu e marca também a programação de aniversário de 151 anos do Museu Goeldi, firmando seu lugar como a mais antiga e popular instituição científica da Amazônia. Entre os peixes adaptados no aquário do Museu Goeldi, o público pode conferir espécies de pirarucu (Arapaima gigas), tambaqui (Colossoma macropomum), tucunaré (Cichla ocellaris), piramutaba (Branchyplatystoma vaillant), piranha (Pygocentrus nattereri), piramboia (Lepidosiren paradoxa), acará (Pterophyllum scalare), acari (Hypostomus plecostomus) e surubim (Pseudoplatystoma fasciatum). O espaço também abriga um plantel de répteis e quelônios como serpentes das espécies sucuri (Eunectes murinus), jiboia (Boa constrictor) e periquitamboia (Corallus caninus); a tartaruga matamatá (Chelus fimbriata) e o lagarto jacuraru (Tupinambis teguixin).“O nosso aquário é exclusivamente de água doce e amazônico. Nós privilegiamos peixes e outros animais que são importantes para a nossa cultura”, afirma o pesquisador Horácio Higuchi, um dos biólogos responsáveis pelo espaço. A limitação de recursos impede, por exemplo, o pleno funcionamento do Aquário Jacques Huber, que só poderá ser visitado entre quarta e sexta-feira, em dois turnos: 9h30 às 11h30 e 15h às 17h.

O Aquário Jacques Huber foi reinaugurado no último dia 6 de outubro, após mais de dez anos fechado para reformas e readaptações. Aberto em 1911, o espaço é dos preferidos dos visitantes do museu e marca também a programação de aniversário de 151 anos do Museu Goeldi, firmando seu lugar como a mais antiga e popular instituição científica da Amazônia.
 
Entre os peixes adaptados no aquário do Museu Goeldi, o público pode conferir espécies de pirarucu (Arapaima gigas), tambaqui (Colossoma macropomum), tucunaré (Cichla ocellaris), piramutaba (Branchyplatystoma vaillant), piranha (Pygocentrus nattereri), piramboia (Lepidosiren paradoxa), acará (Pterophyllum scalare), acari (Hypostomus plecostomus) e surubim (Pseudoplatystoma fasciatum). O espaço também abriga um plantel de répteis e quelônios como serpentes das espécies sucuri (Eunectes murinus), jiboia (Boa constrictor) e periquitamboia (Corallus caninus); a tartaruga matamatá (Chelus fimbriata) e o lagarto jacuraru (Tupinambis teguixin).“O nosso aquário é exclusivamente de água doce e amazônico. Nós privilegiamos peixes e outros animais que são importantes para a nossa cultura”, afirma o pesquisador Horácio Higuchi, um dos biólogos responsáveis pelo espaço.
 
A limitação de recursos impede, por exemplo, o pleno funcionamento do Aquário Jacques Huber, que só poderá ser visitado entre quarta e sexta-feira, em dois turnos: 9h30 às 11h30 e 15h às 17h. 

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Projeto reintroduz peixe-boi na natureza

Uma equipe do Zoológico da Universidade da Amazônia (ZOOUNAMA), em parceria com Instituto Chico Mendes (ICMBio), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) do Pará, realizaram soltura de quatro peixes-boi que estavam localizados na base flutuante do “Projeto Peixe-boi”, na comunidade Igarapé do Costa, no Porto Marques Pinto, em Santarém (PA). Esta é a primeira vez que os animais serão monitorados por um rádio transmissor nas águas dos rios Tapajós e Amazonas. Os peixes-boi chegaram no projeto ainda filhotes, quando passaram pela 1° fase do processo de reabilitação nas piscinas do zoológico. Após esta etapa, os animais foram transferidos para a 2° fase, em uma base flutuante de 100m² no rio. Neste período, os animais puderam apreciar águas naturais e correntes. Agora, na 3° fase, serão soltos em seu habitat, sem limitações de espaço. Segundo Jairo Moura, médico veterinário do ZOOUNAMA, o processo agora terá acompanhamento técnico, pois quando os animais estão em cativeiro recebem diariamente uma dieta láctea sem lactose, acrescida de suplemento vitamínico, óleo de canola e óleo mineral, além de atendimento especializado quando a ocasião exige. “Paulatinamente, é feita a substituição da dieta láctea sem lactose pela com lactose, após constatação de que o animal tolera este dissacarídeo. Gradativamente, a inclusão de macrófitas aquáticas – plantas aquáticas - é efetuada nos itens alimentares até a retirada total da dieta láctea, possibilitando a ida do espécime para a base flutuante, situada em um lago de uma comunidade próxima a Santarém”, frisa Moura.

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Uma ação de parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e a Associação Amigos do Peixe-Boi (Ampa) devolve, no próximo dia 5 de abril, cinco peixes-boi à natureza. Os mamíferos (dois machos e três fêmeas) estão em semi-cativeiro e são vítimas de caça ilegal. Os biólogos e veterinários recuperaram os animais num lago de 13 hectares em Manacapuru, a 68 km de Manaus (AM), onde outros 10 animais continuam sob cuidados. Um dos cinco peixes-bois que serão soltos é a fêmea Anori, que chegou ao Inpa em 2004 com cerca de dois meses de vida. Ela foi encontrada com baixo peso e ferimentos superficiais. Em 2012, ela foi selecionada para retornar à vida livre e, por isso, foi transferida para o semi-cativeiro, em Manacapuru. Hoje, está saudável e pronta para retornar à natureza. Segundo o biólogo Diogo Souza, o semi-cativeiro foi criado depois das primeiras tentativas de soltura em 2008 e 2009. Na ocasião, os animais tiveram dificuldade de readaptação à natureza. "Por se tratar de um projeto de longo prazo, as experiências e resultados acumulados até o momento são extremamente importantes para traçar as diretrizes de manejo e conservação dessa espécie vulnerável e endêmica da Amazônia", explica. "A fase de pré-soltura, que é o semi-cativeiro, revelou-se como requisito fundamental para auxiliar a readaptação gradual de peixes-bois da Amazônia criados em cativeiro às condições dos rios amazônicos." No ano passado quatro animais foram reintroduzidos na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, em Beruri, a 173 km de Manaus. Um ano após a soltura, os animais encontram-se adaptados, explorando os principais ambientes usados por peixes-boi selvagens. O monitoramento é feito por meio de um transmissor instalado na cauda do animal. Segundo o biólogo, as atividades de reintrodução de espécies ameaçadas são complexas e necessitam de enorme esforço para que os animais obtenham o sucesso após o retorno para o ambiente natural. "É esperado que a sociedade garanta a preservação do peixe-boi da Amazônia para que as próximas gerações desfrutem de um meio ambiente saudável e equilibrado, respeitando todas as formas de vida", diz. "Estamos felizes por proporcionar à Anori e aos demais peixes-boi essa experiência. Ela lutou pela sobrevivência e merece voltar a viver livre nos rios da Amazônia."

4 de abril, 2017
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Peixe é símbolo de despoluição do Jundiaí

O Aquário de São Paulo inaugurou, em 19 de março, uma exposição com o Jundiá, espécie de peixe típico do rio Jundiaí para comemorar a sua despoluição. O Jundiá, por exemplo, ficou sumido aproximadamente 30 anos e voltou às águas em 2013. A exposição terá um período de seis meses no hall de entrada do Aquário de São Paulo, no Ipiranga, zona sul da capital, antes da bilheteria, com acesso gratuito aos visitantes. A iniciativa faz parte das celebrações do Dia Mundial da Água (22 de março). O jundiá é um bagre, cuja tradução do tupi-guarani significa “cabeça com espinho”. Desde o início dos anos 80 e com o avanço da poluição, o rio Jundiaí deixou de ser o habitat natural da espécie. Em 1983 foi lançada a primeira proposta de ação de despoluição do rio, com ações de combate ao esgoto industrial e doméstico, entre outras. Com uma série de investimentos por parte da Sabesp – que incluem estações de tratamento de esgoto – o Jundiá foi visto novamente há quatro anos no rio. O Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo aprovou o reenquadramento do rio de classe 4 para classe 3 no seu trecho compreendido entre a foz do ribeirão São José, em Itupeva, e a do córrego Barnabé, em Indaiatuba. Com essa classificação, a Sabesp construiu uma nova estrutura de captação e começa neste mês a bombear água dele para atender os 117 mil moradores de Várzea Paulista. Agora, a sociedade, Cetesb, Sabesp e o Comitê de Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí esperam conseguir que o rio seja elevado à classe 3 em toda a sua extensão, devolvendo a vida ao rio por completo.

21 de março, 2017