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SOLAR IMPULSE

Bayer oferece suporte para adiamento do projeto

Após um voo oceânico recorde do Japão até o Havaí, o projeto Solar Impulse teve adiada decisão de prosseguir com a volta ao redor do mundo depois de constatados problemas de bateria. Patrick Thomas, CEO da Bayer MaterialScience , parceiro do projeto e fornecedor de materiais inovadores para a aeronave, disse que a decisão em suspender o projeto é a mais correta. "Como uma empresa com operações seguras em primeiro lugar, apoiamos inteiramente o adiamento desta tentativa de recorde", disse Thomas. O CEO disse que a decisão pode ser decepcionante, mas que a empresa continua coomprometida com o projeto e que está apta a ajudar sempre que necessário. "Não é sobre o tempo que leva. Trata-se de empurrar limites, ser corajoso e mostrando que o impossível é possível", diz Thomas. Engenheiros irão trabalhar sobre o problema de superaquecimento da bateria enquanto o avião estiver no Havaí, de onde a missão de volta ao mundo será retomada no início de abril de 2016, quando o clima é estável novamente. Do Havaí, a Solar Impulse cruzará os Estados Unidos até Nova York, depois atravessando o oceano Atlântico até a Europa até chegar ao seu ponto de partida original, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A Bayer MaterialScience é parceria do Solar Impulse desde 2010, apoiando o projeto com materais e soluções inovadoras. Cerca de 30 funcionários foram envolvidos no desenvolvimento Solar Impulse.

Após um voo oceânico recorde do Japão até o Havaí, o projeto Solar Impulse teve adiada decisão de prosseguir com a volta ao redor do mundo depois de constatados problemas de bateria. Patrick Thomas, CEO da Bayer MaterialScience , parceiro do projeto e fornecedor de materiais inovadores para a aeronave, disse que a decisão em suspender o projeto é a mais correta.
 
"Como uma empresa com operações seguras em primeiro lugar, apoiamos inteiramente o adiamento desta tentativa de recorde", disse Thomas. O CEO disse que a decisão pode ser decepcionante, mas que a empresa continua coomprometida com o projeto e que está apta a ajudar sempre que necessário. "Não é sobre o tempo que leva. Trata-se de empurrar limites, ser corajoso e mostrando que o impossível é possível", diz Thomas.
 
Engenheiros irão trabalhar sobre o problema de superaquecimento da bateria enquanto o avião estiver no Havaí, de onde a missão de volta ao mundo será retomada no início de abril de 2016, quando o clima é estável novamente. Do Havaí, a Solar Impulse cruzará os Estados Unidos até Nova York, depois atravessando o oceano Atlântico até a Europa até chegar  ao seu ponto de partida original, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A Bayer MaterialScience é parceria do Solar Impulse desde 2010, apoiando o projeto com materais e soluções inovadoras. Cerca de 30 funcionários foram envolvidos no desenvolvimento Solar Impulse.
 

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ENERGIA SOLAR
Solar Impulse entra na última fase da viagem

Os pilotos Bertrand Piccard e André Borschberg entraram na segunda e última parte da volta ao mundo com a Solar Impulse 2 (Si2), aeronave movida a energia solar. O projeto tem apoio do Grupo Solvay. No último dia 21 de abril, o avião voou entre Honolulu, no Havaí, e Mount View, na Califórnia, iniciando o percurso de 17 mil km até Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. "Boa sorte para os dois pilotos que iniciam a última etapa desta aventura audaciosa. Desejamos todo o sucesso para Bertrand Piccard, que pilota o avião nesta etapa com destino às Américas", disse Jean-Pierre Clamadieu, CEO da Solvay. "Como parceiro histórico do Solar Impulse, fico particularmente orgulhoso de que, na sequência da recente aquisição da Cytec, mais da metade da estrutura da aeronave foi produzida a partir de materiais da Solvay. Mais uma vez, o nosso "laboratório voador", que é o Si2, se mostra como uma oportunidade para tornar possível o impossível, através de soluções inovadoras de energia sustentável e redução de CO2", acrescentou Clamadieu. A Solvay é parceria do projeto Solar Impulse desde 2004 e aplica seu conhecimento no campo de materiais compósitos ultraleves e ultraresistentes para o desenvolvimento de inovações para tornar mais leve a aeronave e melhorar a coleta e o armazenamento de energia solar, que permitiram, por exemplo, os voos noturnos. O Solar Impulse 2 utiliza 15 produtos da Solvay em cerca de 6000 peças, que facilitam a coleta e o armazenamento de energia, a otimização do consumo de combustível e a redução do peso da aeronave. Do Brasil, desenvolvida pela Rhodia, empresa do Grupo Solvay, está a fibra têxtil inteligente Emana, empregada na confecção de malhas (utilizadas como segunda pele pelos pilotos) que ajudam a retardar o aparecimento de fadiga muscular. O avião Si2 fará várias escalas nos Estados Unidos. Posteriormente, iniciará sua viagem à Europa ou Norte da África - dependendo das condições climáticas - antes de voltar a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Em 2015, o piloto Andre Borschberg voou ininterruptamente por cinco dias e cinco noites, entre Nagóia, no Japão, e Honolulu, no Havaí, sem a utilização de uma gota sequer de combustível de origem fóssil. A viagem pode ser acompanhada ao vivo em http://www.solarimpulse.com/leg-9-from-Hawaii-to-Mountain_View_CA

26 de abril, 2016