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FEIRAS

Intersolar recebe mais de 11 mil visitantes

A 4ª exposição Intersolar South America aconteceu entre os dias 23 e 25 de agosto, no Expo Center Norte, e recebeu mais de 11.500 visitantes, de mais de 30 países. Ao todo, 180 expositores entre nacionais e internacionais participaram do evento, fornecendo informações importantes para especialistas da indústria, investidores e projetistas ao longo de três dias. "Ficamos surpresos com o interesse demonstrado pelo público", afirmou Daniel Strowitzi, da FMMi, um dos organizadores do evento. "Os expositores ficaram muito satisfeitos com o número de visitantes importantes. Também tivemos um excelente feedback sobre a execução do evento em paralelo com ENIE, a feira especialista para instalações eléctricas”. Além da exposição, mais de 1.500 pessoas participaram do Congresso. Camila Ramos, Diretora da CELA, organizou um painel de discussão na conferência sobre financiamento FV e plantas de geração distribuída. "Há 1.400 empresas com investimentos previstos de R$ 140 bilhões. O mercado de energia solar no Brasil tem o potencial de 80 a 110 GW de instalações solares até 2040", afirma. Ivo Chavan, engenheiro elétrico na área de processos de automação para eficiência energética, disse que fez vários contatos para fechar contratos futuros e assistiu também a todas as sessões da conferência. “Isso me ajudou muito a aumentar o meu conhecimento, especialmente em relação a usinas FV em grande escala". No próximo ano, a Intersolar South America será realizada no Expo Center Norte, entre os dias 22 e 24 de agosto.

A 4ª exposição Intersolar South America aconteceu entre os dias 23 e 25 de agosto, no Expo Center Norte, e recebeu mais de 11.500 visitantes, de mais de 30 países. Ao todo, 180 expositores entre nacionais e internacionais participaram do evento, fornecendo informações importantes para especialistas da indústria, investidores e projetistas ao longo de três dias. "Ficamos surpresos com o interesse demonstrado pelo público", afirmou Daniel Strowitzi, da FMMi, um dos organizadores do evento. "Os expositores ficaram muito satisfeitos com o número de visitantes importantes. Também tivemos um excelente feedback sobre a execução do evento em paralelo com ENIE, a feira especialista para instalações eléctricas”.

Além da exposição, mais de 1.500 pessoas participaram do Congresso. Camila Ramos, Diretora da CELA, organizou um painel de discussão na conferência sobre financiamento FV e plantas de geração distribuída. "Há 1.400 empresas com investimentos previstos de R$ 140 bilhões. O mercado de energia solar no Brasil tem o potencial de 80 a 110 GW de instalações solares até 2040", afirma. Ivo Chavan, engenheiro elétrico na área de processos de automação para eficiência energética, disse que fez vários contatos para fechar contratos futuros e assistiu também a todas as sessões da conferência. “Isso me ajudou muito a aumentar o meu conhecimento, especialmente em relação a usinas FV em grande escala". No próximo ano, a Intersolar South America será realizada no Expo Center Norte, entre os dias 22 e 24 de agosto.

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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 300 mil conexões

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil ultrapassou a marca das 300 mil conexões de geração distribuída solar fotovoltaica. Desde 2012, essa geração já representa 3,6 GW de potência instalada operacional e respondeu por mais de R$ 18,2 bilhões em novos investimentos ao País, além da geração de 108 mil empregos acumulados no período. Os consumidores residenciais respondem por 72,5% do total, seguido pelas empresas dos setores de comércio e serviços (17,7%), consumidores rurais (6,8%), indústrias (2,6%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 39,1% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (38,0%), consumidores rurais (12,7%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Os mais de 300 mil sistemas conectados à rede proporcionam economia financeira e sustentabilidade ambiental a 374,4 mil unidades consumidoras. Agora, a tecnologia solar fotovoltaica já está presente em mais de cinco mil municípios e em todos os estados brasileiros. Os cinco maiores em potência instalada são: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Segundo a Absolar, nos últimos doze meses foram adicionados cerca de 162 mil novos sistemas de geração distribuída da fonte solar no Brasil, crescimento de mais de 130% no período. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo neste momento, para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta a vice-presidente de geração distribuída da associação, Bárbara Rubim. O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, diz que o setor solar irá alavancar a recuperação do Brasil. “A solar é parte da solução, tanto para a nossa sociedade, quanto para o meio ambiente”, comenta o executivo.

30 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Setor atinge 300 mil unidades consumidoras

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil acaba de atingir a marca de 300 mil unidades consumidoras de energia solar na geração distribuída. São 2,8 GW de potência instalada da fonte solar na microgeração e minigeração distribuída. A energia fotovoltaica representa 99,8% de todas as conexões distribuídas, com mais de R$ 14,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. Apesar dos bons números e o avanço nos últimos anos, o setor ainda tem pouca participação no mercado, com 84,4 milhões de consumidores de energia elétrica e apenas 0,4% faz uso do sol para produzir eletricidade. De acordo com a Absolar, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. Como a atividade econômica tende a ser retomada de forma lenta, um aporte bem programado agora poderá ajudar famílias e empresas a se organizarem a médio e longo prazo, quando o consumo deve voltar a crescer e a demanda por energia também. “A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País”, diz Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

2 de junho, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 5 GW de potência instalada

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil deve ultrapassar a marca de 5 GW de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. A fonte solar já trouxe investimentos privados superiores a R$ 26,8 bilhões, com geração de aproximadamente 130 mil empregos acumulados, com aproximadamente 15 mil empresas atuando no mercado. No segmento de geração centralizada o Brasil tem 2,68 GW de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,5% da matriz elétrica do País. Os investimentos totais previstos somam mais de R$ 25,8 bilhões até 2025. Eles são referentes aos projetos já contratados em leilões. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com 92 empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Norte (Tocantins). O investimento acumulado até o momento é de cerca de R$ 14 bilhões. No caso da geração distribuída, são 2,42 GW de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam R$ 12,8 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. A tecnologia é utilizada atualmente em 99,8% de todas as conexões distribuídas no País. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk.

27 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve ultrapassar 3 mil MW

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o setor solar fotovoltaico deve ultrapassar a marca de 3 mil MW de potência em 2019, superando os 2 mil MW históricos obtidos no último ano. Isto deve atrair para o mercado brasileiro mais de R$ 5,2 bilhões em novos investimentos privados, com a instalação de mais de 1 mil MW adicionais em sistemas de pequeno, médio e grande porte. Com isso, o crescimento anual do mercado será de 88,3% frente ao crescimento de 2018, ajudando a acelerar a economia nacional. “O mito de que a energia solar fotovoltaica era cara já caiu por terra. Já é uma das fontes renováveis mais competitivas do Brasil, com retornos sobre investimento entre 3 e 7 anos na geração distribuída. Com isso, a energia solar fotovoltaica crescerá mais de 80% em 2019 e será uma grande locomotiva de prosperidade, contribuindo para o progresso e desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil”, afirma o presidente do conselho de administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk. No segmento de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica, composto por sistemas de pequeno e médio porte instalados em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos, a projeção da associação é de um crescimento superior a 97% frente ao total adicionado em 2018, com a entrada em operação de 628,5 MW em 2019, totalizando 1.130,4 MW até o final do período. A participação do segmento de geração distribuída no mercado solar fotovoltaico brasileiro subirá de 21,9% até 2018 para 34,2% até o final de 2019. Já no segmento de geração centralizada solar fotovoltaica, composto por usinas de grande porte, a Absolar calcula adição de mais de 380 MW, número muito inferior às expectativas do mercado, por conta do cancelamento de dois leilões de energia solar fotovoltaica que seriam realizados em 2016. A situação diminuirá a participação do segmento de geração centralizada no mercado solar fotovoltaico brasileiro de 78,1% até 2018 para 65,8% até o final de 2019. O setor solar fotovoltaico possui mais de 20.021 MW em estoque de projetos não-contratados de usinas solares fotovoltaicas, disponíveis e preparados para participar de novos leilões de energia do Governo Federal.

21 de janeiro, 2019
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ENERGIA SOLAR
Brasil deve alcançar 1,2 milhão de geradores

O Brasil apresenta 17.408 conexões, segundo a Aneel (Agencia Nacional de Energia Elétrica). Dentre as classes de consumo (comercial, iluminação pública, industrial, poder público, residencial, rural e serviço público) o consumo residencial é o que mais se destaca, superando 13 mil conexões. A opção por energia fotovoltaica – seja instalação comercial ou industrial - tem aumentado constantemente em todo território nacional. Os dados são atualizados constantemente pela Aneel. Segundo a pesquisa, os estados que mais se destacam são: (1° Minas Gerais 3.858, 2° São Paulo 3.363, 3° Rio Grande do Sul 2.061, 4° Rio de Janeiro 1.385 e 5° Paraná 1.300). Anaibel Novas, gerente da Unidade de Negócio de Energia Solar da multinacional austríaca Fronius, disse que a população brasileira tem investido cada vez mais em energia sustentável, em especial por conta das constantes secas, crise hídrica e aumentos das tarifas de energia elétrica. “O Brasil é um país rico em bases hídricas, diferente de outros países da Europa, por exemplo. Por esse motivo, as hidrelétricas são bem exploradas”. A especialista conta que ainda faltam incentivos do governo em relação ao uso, conhecimento da população em energias alternativas e os benefícios da utilização da energia renovável, que são incontáveis. Segundo a Alternative Technology Association, a Austrália deve transitar para uma rede elétrica 100% renovável até 2030, pois além de mais seguro é muito mais rentável e sustentável. Infelizmente, neste quesito, o Brasil caminha a passos lentos. Atualmente a energia solar representa apenas 1% da matriz energética brasileira. “Além de trazer redução de custos na conta elétrica, é comprovado que há valorização do imóvel, baixo impacto ambiental, energia inesgotável e redução das emissões de fases dos efeitos estufa. O investimento de R$ 12 mil em todo sistema fotovoltaico em uma residência é revertido em torno de sete a oito anos”, ressalta. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$ 100 bilhões. A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos atualmente são os mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China.

14 de dezembro, 2017
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FEIRAS
Mais de 80 expositores marcam a EnerSolar + Brasil

A 6ª edição da EnerSolar + Brasil Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar, realizada entre os dias 23 e 25 de maio, no São Paulo Expo, na capital paulista, mostrou novidades tecnológicas para toda a cadeia de energia solar, eólica, biomassa, GTDC e afins, e se consolidou como plataforma única de conteúdo qualificado através da realização simultânea do 7º Ecoenergy | Congresso de Tecnologias Limpas e Renováveis para a Geração de Energia. “A EnerSolar + Brasil 2017 trouxe resultados expressivos acompanhando a tendência do setor de energias renováveis. Foram mais de 80 expositores, nacionais e internacionais, com tecnologia de ponta e produtos diferenciados”, afirmou Rimantas Sipas, Diretor Comercial da Cipa Fiera Milano, organizadora da feira e do Congresso. O Ecoenergy teve mais de 40 palestras, unindo ao longo de três dias lideranças empresariais, presidentes de associações do setor de energias renováveis e profissionais da área. “O Ecoenergy fomentou debates com foco em negócios, tecnologia e aspectos jurídicos e, de acordo com feedback espontâneo dos empreendedores, superou as expectativas e contribuirá para a construção de parcerias no desenvolvimento de projetos em energias renováveis”, explicou Tatiana Dalben, Coordenadora do Ecoenergy. Na programação foi apresentado e discutido o grande potencial de mercado que o Brasil apresenta, em especial no campo de energia eólica e solar fotovoltaica. Sandro Yamamoto, Diretor Técnico da ABEEólica - Associação Brasileira de Energia Eólica, apontou que “o Brasil possui um dos melhores ventos do mundo, com ótima intensidade, livre de rajadas, constante e predominância de direção”. A energia eólica abasteceu, em média, 17 milhões de residências mensalmente em 2016, ou seja, uma população de cerca de 52 milhões de pessoas. A geração de energia eólica foi de 33,15 TWh, 55% maior que o de 2015. Neste período a indústria eólica foi responsável pelo investimento de US$ 5,4 bilhões. Hoje, a energia eólica no Brasil, possui 11,03 GW de potência instalada, são 443 parques, com mais de 5.700 aerogeradores. É responsável por 7,1% da matriz elétrica brasileira. Já no campo da energia solar fotovoltaica, as oportunidades apresentadas também foram inúmeras. Recentemente, a micro e minigeração distribuída atingiram a marca de 111 MW instalados, dos quais 77,6 MW são provenientes da fonte solar fotovoltaica. Outros tópicos importantes colocados em debate foram a questão dos financiamentos, com o painel “Oferta de financiamento para empreendedores de energia solar e eólica”; e a capacitação de mão-de-obra “Como o país está se preparando e oportunidades de trabalho no mercado de energias renováveis”.

7 de junho, 2017
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
6ª edição da EnerSolar + Brasil em SP

A 6ª edição da EnerSolar + Brasil acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo, e reunirá empresas e profissionais do setor de energia renovável para debater os novos rumos do setor. O evento é uma plataforma para toda a cadeia da indústria produtiva dos segmentos de energia solar, eólica, biomassa e GTDC. Mais de 80 expositores irão mostrar as novas tecnologias e produtos nos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aerogeradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores. Entre os destaques do evento estão os produtos voltados para residências e pequenos consumidores, com monitoramento online e painéis solares flexíveis, para food tracks, trailers. A energia solar ainda ocupa faixa irrisória da geração elétrica brasileira, com 0,1%, mas tende a crescer a partir da microgeração distribuída. O custo de uma instalação de 15 m², suficiente para fornecer energia para uma residência onde vivem quatro pessoas, é de cerca de R$ 12 mil. Essa despesa se paga em cerca de seis anos, apenas com os ganhos obtidos na redução da conta de luz. Em paralelo à feira, o Ecoenergy traz 40 palestrantes, abrangendo mais de 20 temas sobre financiamento de projetos, questões regulatórias, avanço tecnológico, complementaridade com outras fontes de energia renováveis, superação de gargalos e capacitação. Maiores informações no site www.enersolarbrasil.com.br.&nbsp ;

22 de maio, 2017