Publicidade
REFLORESTAMENTO

MRV planta 105 mil árvores em nove meses

A MRV Engenharia atingiu a marca de 105.080 árvores plantadas no Brasil. Com mais de R$ 3,6 milhões investidos em ações de plantio, desde janeiro de 2016, a MRV já cumpriu 96% de sua meta anual projetada. Somando a quantidade de mudas semeadas desde 2010, a empresa já plantou mais de 735 mil árvores. Na cidade de São Paulo e Grande São Paulo, a MRV plantou 18.250 árvores em nove meses. No estado, a empresa já plantou pouco mais de 49 mil árvores, o que corresponde a 52% do total da empresa. Para Nubia Nunes Lacerda, coordenadora de projetos ambientais da Regional São Paulo da MRV, os números fortalecem o trabalho que vem sendo feito. “Temos compromisso em contribuir com o meio ambiente nas cidades em que atuamos. Esse alto percentual apresentado no Estado fortalece nosso objetivo”, ressaltou. As ações da MRV atendem a diretrizes da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de São Paulo é de órgãos municipais. As espécies plantadas são nativas e adequadas ao clima e solo local, além de ajudar na preservação da Mata Atlântica. Além dos projetos de semeação, a MRV também atua na manutenção das árvores em áreas públicas.

A MRV Engenharia atingiu a marca de 105.080 árvores plantadas no Brasil. Com mais de R$ 3,6 milhões investidos em ações de plantio, desde janeiro de 2016, a MRV já cumpriu 96% de sua meta anual projetada. Somando a quantidade de mudas semeadas desde 2010, a empresa já plantou mais de 735 mil árvores.

Na cidade de São Paulo e Grande São Paulo, a MRV plantou 18.250 árvores em nove meses. No estado, a empresa já plantou pouco mais de 49 mil árvores, o que corresponde a 52% do total da empresa. Para Nubia Nunes Lacerda, coordenadora de projetos ambientais da Regional São Paulo da MRV, os números fortalecem o trabalho que vem sendo feito. “Temos compromisso em contribuir com o meio ambiente nas cidades em que atuamos. Esse alto percentual apresentado no Estado fortalece nosso objetivo”, ressaltou.

As ações da MRV atendem a diretrizes da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de São Paulo é de órgãos municipais. As espécies plantadas são nativas e adequadas ao clima e solo local, além de ajudar na preservação da Mata Atlântica. Além dos projetos de semeação, a MRV também atua na manutenção das árvores em áreas públicas. 

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
LODO
Compostagem ajuda Atibaia no reflorestamento

Empresa do Grupo Iguá, a Atibaia Saneamento adotou um método mais sustentável para a realização do descarte do lodo que é gerado no processo de tratamento de esgoto, a fim de reduzir a sobrecarga nos aterros sanitários e beneficiar o ecossistema da região. Os resíduosgerados nos tanques de aeração são encaminhados para uma empresa em Jundiaí (SP), onde é realizado o reaproveitamento do composto, transformando-o em adubo orgânico. Até o momento, cerca de 116 toneladas de lodo já foram para a compostagem, sendo que 46 toneladas foram transformadas em fertilizantes que auxiliam diversos agricultores, além de servir de insumo em plantios de mudas de diversas espécies, em especial as nativas que são apropriadas para ações de reflorestamento. O adubo também auxilia na manutenção de áreas verdes e enriquece o solo da cidade e região. Indiara Guasti, gerente operacional da Atibaia Saneamento, diz que a alternativa é uma das mais seguras, sustentáveis e que atende à legislação vigente. “Esse aproveitamento do lodo é totalmente benéfico ao meio ambiente. Afinal, o que iria para um aterro sanitário é transformado em fertilizantes ricos em nutrientes. São necessários cerca de 3 litros de adubo orgânico para o cultivo de mudas, sendo assim podemos dizer que a Atibaia Saneamento já contribuiu para o plantio de aproximadamente 15 mil árvores”, ressaltou a gerente. A Atibaia Saneamento já contribuiu com o plantio de mais de 2.800 mudas de 86 espécies distintas em áreas apropriadas para o reflorestamento no estado de São Paulo.

30 de setembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
EMISSÕES
Plantio visa neutralizar CO2 de carros alugados

A Fundação SOS Mata Atlântica fechou parceria com a Movida, empresa em aluguel de automóveis, para plantar árvores em cidades do Brasil com objetivo de neutralizar as emissões de CO2 feitas pelos carros da locadora. A parceria faz parte do Carbon Free, programa criado pela empresa em 2009 que se tornou a primeira ação sustentável na área de locação de veículos. Ao contratar um veículo, o motorista paga um valor simbólico. Na devolução, uma empresa especializada analisará o deslocamento realizado para calcular as emissões de carbono, que resulta no número de árvores a serem plantadas. O crescimento das árvores pode ser acompanhado pela internet, no site da Movida. “Todos estão fazendo sua parte para evitar danos ao meio ambiente e para termos uma qualidade de vida melhor”, afirma Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica. De acordo com o CEO da Movida, Renato Franklin, combater o desmatamento e as mudanças climáticas é uma tarefa de todos, empresas e consumidores. “Nós, desde sempre, adotamos uma postura sustentável e buscamos incentivar o consumo consciente por meio de alternativas para mitigar as emissões provenientes da nossa atividade”, ressaltou. Ao longo de 15 anos, a Fundação SOS Mata Atlântica já plantou um total de 36 milhões de mudas de árvores nativas, numa área total equivalente à do Recife, através de seus programas de restauração florestal. Lançado em 2009, o projeto ganha cada vez mais espaço e adeptos. Até julho deste ano, já foram mais de 26 mil diárias contratadas, num total superior a quatro milhões de quilômetros rodados e mais de sete mil árvores plantadas. Em 2015, o número de diárias em que os clientes optaram pelo Carbon Free dobrou em relação a 2014, passando de 18 mil para 36 mil, aproximadamente.

27 de setembro, 2016
Saneamento Ambiental Logo
MATA ATLÂNTICA
SOS ultrapassa 36 milhões de mudas

A Fundação SOS Mata Atlântica já plantou mais de 36 milhões de mudas desde 2000 em seus projetos de restauração florestal para recuperação do bioma. Um dos projetos em andamento prevê o plantio de três milhões de mudas na região de Promissão (interior de São Paulo), no prazo de oito anos. Até agora, 339.092 mudas já foram inseridas. E já foi concluído um plantio de 720 mil árvores nativas em Itu. Em ambos os casos, mais de 130 espécies diferentes foram utilizadas. “Em 2008 houve uma mobilização para que proprietários de terra se adequassem ambientalmente, gerando um aumento significativo na demanda por doação de mudas. No entanto, em 2009, quando o Novo Código Florestal foi levado a debate, percebemos uma queda de pouco mais de 33% neste processo. Seguimos em queda até 2013, mas estamos recuperando a escala após o novo Código”, disse Rafael Bitante Fernandes, Gerente de Restauração Florestal da SOS Mata Atlântica. Para Bitante as indefinições na legislação ambiental são um dos principais obstáculos para o avanço da restauração florestal no País. Como exemplo, ele cita o Clickarvore, projeto da SOS, do Instituto Ambiental Vidágua e do Grupo Abril, que estimula as pessoas a plantarem mudas pela internet. A iniciativa já beneficiou 508 municípios em nove Estados, com mais de 29,5 milhões de mudas, somando mais de 17 mil hectares restaurados. Em 2016, já foram doadas mais de 410 mil mudas. Outro projeto marcante desenvolvido pela SOS é oFlorestas do Futuro, que atua simultaneamente em três frentes distintas: sequestro de carbono, manutenção da biodiversidade e preservação de recursos hídricos. Desde o seu inicio, o Florestas do Futuro já contemplou 46 municípios em cinco Estados, recuperando uma área de 2.600 hectares, com o plantio de 5.550.627 de mudas. A coordenação dos dois programas é feita no Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin (CEF). . Para Rafael Fernandes, a melhor forma de amenizar este problema é a construção de uma aliança entre todos os envolvidos. “Nosso histórico mostra que há sinergia entre ambientalistas e produtores rurais, conservação e produção. Quando são ultrapassadas as barreiras da divergência, surge um modelo moderno, que ressalta a importância dos benefícios difusos”, finaliza.

26 de abril, 2016
Saneamento Ambiental Logo
REFLORESTAMENTO
AES Tietê e Fundação Mata Atlântica plantam 600 mil mudas

A AES Tietê e a Fundação SOS Mata Atlântica firmaram parceria para promover o plantio de 607 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica no Estado de São Paulo, por meio do Programa Florestas do Futuro. Com os trabalhos iniciados em 2014, a primeira fase do projeto de plantio está prevista para ser concluída até o final deste ano, totalizando 215 hectares. Até o momento, 135 deles já foram contemplados, nos municípios de Mendonça, Adolfo, José Bonifácio e Ubarana, todos localizados nas bordas do reservatório da usina hidrelétrica de Promissão. São utilizadas aproximadamente 80 espécies nativas, como Ipê, Jaracandá, Ingá, Angico e Paineira. A AES Tietê ficará responsável por ceder as mudas e cercar as áreas de preservação permanente sob sua responsabilidade, situadas no entorno das usinas hidrelétricas da Companhia. A SOS Mata Atlântica realizará os plantios, além de manter o reflorestamento e monitorar o seu desenvolvimento por um período de cinco anos. A iniciativa prevê a restauração florestal de áreas protegidas privadas, com foco na recuperação de matas ciliares, fundamentais para garantir o abastecimento de água em qualidade e quantidade e para a conservação da biodiversidade. “Estamos estruturando novas possibilidades de parceria para acelerar a recuperação do Bioma Mata Atlântica, envolvendo tanto empresas privadas como do terceiro setor”, explica Paola Bocardo, Engenheira de Meio Ambiente da AES Tietê. O viveiro da AES Tietê produz um milhão de mudas por ano, com diversidade de aproximadamente 120 espécies de árvores nativas da Mata Atlântica e do Cerrado, utilizadas no reflorestamento das bordas dos reservatórios e no programa de fomento florestal da Companhia. O trabalho de reprodução começa com a coleta das sementes, quando geralmente são escolhidas 12 diferentes matrizes por espécies. “Esse processo é necessário para garantir a variabilidade genética das espécies produzidas pela empresa”, afirma Alexandre Astorino, Engenheiro de Meio Ambiente da AES Tietê. A coleta das sementes é feita de forma planejada e controlada, a fim de preservar o equilíbrio natural e garantir a alimentação da fauna e os mecanismos de regeneração natural das próprias espécies.

22 de setembro, 2015