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EMISSÔES

Óleo combustível para reduzir CO2 no ABC

Óleo combustível para reduzir CO2 no ABC

O projeto Vesta de modernização do sistema elétrico, contou com investimento de R$ 600 milhões.

As equipes das áreas Industrial e de Desenvolvimento de Combustíveis da Braskem desenvolveram o projeto Óleo C10+ com o objetivo de encontrar alternativas para o excedente de energia produzida no Polo Petroquímico do ABC Paulista, além de reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2) na unidade.

O projeto Vesta de modernização do sistema elétrico, realizado em parceria com a Siemens para melhorar a eficiência energética no Polo do ABC, contou com investimento de R$ 600 milhões. Segundo a Braskem, o projeto iria gerar um excedente de 3 mil kt (quilotoneladas) por mês de Unileve (combustível líquido gerado por coprodutos e utilizado para queima nas caldeiras da unidade da Braskem em Santo André), que é composto por diversas correntes com propriedades químicas diferentes, não atendendo à regulamentação de óleos combustíveis e tornando-se um desafio para a companhia.

Com isso, a melhor alternativa seria a segregação do C10+, uma das correntes que compõe 70% do Unileve, e a partir disso foi estruturado um plano para garantir a qualidade e viabilizar estocagem com a adequação de um tanque para receber o novo produto e construção de novas linhas para proporcionar o carregamento seguro de carretas. “Com a destinação da principal corrente que compõe o Unileve, a nossa unidade passa a ter maior flexibilidade energética e autonomia para gerir questões relacionadas ao balanço dos combustíveis líquidos”, afirma Rafael Monteiro, Engenheiro de produção do núcleo de Aromáticos da Braskem. “Em paralelo, a nossa área comercial de combustíveis expandiu seu portfólio de produtos, com mais uma solução para o mercado de energia”, completa Tadeu Demboski da área de Desenvolvimento de Combustíveis. Outro ponto positivo, é que o projeto deixará de queimar o Unileve na planta industrial e a companhia estima redução de cerca de 10kt (quilotoneladas) da emissão de CO2 até o final de 2022.

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24 de fevereiro, 2021
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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

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23 de novembro, 2020
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
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A Braskem anunciou investimentos de R$ 600 milhões em projeto de modernização tecnológica do sistema que atende ao cracker, principal unidade industrial do Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo. O empreendimento prevê a substituição de turbinas à base de vapor por motores elétricos de alto rendimento, suportado por uma nova planta de cogeração de energia alimentada por gás residual do processo de produção petroquímica. Com a atualização, a Braskem passará a ter um processo industrial mais energeticamente eficiente. A petroquímica estima a redução do consumo de energia equivalente ao de uma cidade com um milhão de habitantes. "Este projeto é um exemplo dos grandes esforços que a Braskem faz na busca da maior excelência operacional, além de reforçar nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável", afirma Luís Pazin, diretor industrial da unidade de Químicos da Braskem no Sudeste. "Com a cogeração combinada de energia elétrica e gás, vamos consumir menos energia e emitir ainda menos gases de efeito estufa", completa. A estimativa é de uma redução de 11,4% no consumo de água e de 6,3% nas emissões de CO2 da unidade. O projeto está previsto para ser concluído em 2021 e os recursos serão divididos com a Siemens, que irá construir e operar o sistema de cogeração de alta eficiência por meio de um contrato de longo prazo. "Este acordo é uma demonstração clara de que a Braskem tem procurado modelos de negócios criativos a favor da sua competitividade", diz Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. "A confiança da Braskem em definir a Siemens como parceira estratégica para este desafiador projeto é resultado da nossa capacidade tecnológica e operacional que, associada à atratividade do inovador modelo BOO (Build, Own and Operate), assegura que a Braskem foque seus recursos no negócio, deixando sob responsabilidade da Siemens os investimentos necessários à engenharia, implantação, operação e manutenção da Usina de Cogeração, " afirma Yuri Sanches, Gerente Geral da Siemens no Brasil.

19 de fevereiro, 2019
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016