Notícias e artigos sobre
HIDROGÊNIO VERDE

ABAL desenvolve projeto para substituir titânio na produção de hidrogênio verde
Artigo sobre desenvolvimentos importantes no setor mineral brasileiro.
22 de maio, 2026

Electric Hydrogen anuncia brasileira para comandar gerência na AL
5 de dezembro, 2025
Mais notícias e artigos sobre HIDROGÊNIO VERDE

O custo nivelado de produção ficou entre US$ 2,94/kg e US$ 7,38/kg, dependendo da localidade e das condições energéticas.

A iniciativa usa os resíduos orgânicos do restaurante do Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Os resíduos orgânicos viram energia limpa, mobilidade e o excedente é utilizado como adubo.

No encontro, a CELA e a ABIHV apresentam a atual conjuntura do hidrogênio verde no Brasil e no mundo, incluindo um panorama dos empreendimentos em curso e anunciados no território brasileiro.

O objetivo é garantir a continuidade da operação e a viabilidade econômica de sistemas complexos, nos quais a produção de hidrogênio verde esteja integrada não apenas a fontes fotovoltaicas e eólicas, mas também à rede convencional de energia elétrica.

Segundo o mapeamento, os projetos de hidrogênio verde, amônia, e-metanol e aço verde estão espalhados por 15 estados brasileiros e vão demandar uma capacidade instalada de 90 gigawatts (GW) de novas usinas renováveis.

A usina produzirá 400 mil toneladas de hidrogênio verde e 2,2 milhões de toneladas de amônia verde por ano em sua capacidade total, atendendo à crescente demanda da Europa e de outros mercados por alternativas energéticas sustentáveis.

Com 70 hectares, a usina será a maior planta de hidrogênio em larga escala a ser implementada no Brasil.

Professor desenvolveu a planta de uma usina de hidrogênio com potencial de geração de 1 MWe, alimentada com energia fotovoltaica, gerada a partir da luz solar.

A unidade será instalada na ZPE de Parnaíba, consolidando o estado como referência em energia renovável.

Do total, US$ 30 bilhões já estão destinados a projetos com protocolos de intenção assinados em diferentes segmentos.

Uma vez em operação, cada tonelada de hidrogênio verde produzida evitará uma emissão de aproximadamente 12 toneladas de CO2.

Projeto inédito, com apoio da Fapesp, tem como foco em hidrogênio verde e baterias de sódio.

O treinamento técnico tem duração de 18 meses e a parceria faz parte da iniciativa global do governo alemão, o International Hydrogen Ramp-Up Program (H2-Uppp), que visa acelerar a economia do H2V em países emergentes

Objetivo é consolidar a posição da empresa no desenvolvimento de soluções para a transição energética, além de reforçar o compromisso com a sustentabilidade

Acordo prevê a cooperação para a criação de uma infraestrutura de abastecimento de caminhões movidos a hidrogênio verde

O pré-contrato assinado para execução do projeto prevê investimentos de R$ 20 bilhões para construção de uma das maiores plantas de Hidrogênio Verde do mundo

Marco regulatório já aprovado pelo Congresso Nacional é aguardado por investidores que visam entrar no setor

Por Andrea Villaça (*) Cada vez mais, enfrentamos condições climáticas adversas, que trazem preocupações e incertezas quanto ao futuro do planeta. Se não buscarmos uma forma eficaz de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, enfrentaremos situações em que os efeitos climáticos naturais vão superar nossa capacidade de mitigação. O Brasil assumiu um compromisso desafiador no Acordo de Paris: reduzir em 37% as emissões em comparação aos níveis de 2005 até 2025 e em 43% até 2030. Observa-se um movimento mundial crescente pela utilização do hidrogênio de baixo carbono como substituto aos combustíveis fósseis, especialmente a partir da guerra entre Rússia e Ucrânia. A produção de hidrogênio tornou-se peça-chave para a transição energética, e o Brasil, com sua abundância de recursos renováveis, tem enorme potencial nesse campo. Embora a eletrólise da água seja uma rota conhecida para a produção de hidrogênio, outras alternativas igualmente promissoras, como a reforma do etanol, devem ser exploradas. O etanol, especialmente o produzido a partir da cana-de-açúcar, é uma matéria-prima renovável e abundante no Brasil. Somos o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo e o segundo maior produtor do biocombustível, atrás dos Estados Unidos, que utilizam milho como matéria-prima. Esse recurso coloca o país em uma posição privilegiada para explorar a reforma desse combustível vegetal como forma de produzir hidrogênio renovável. Esse processo envolve a conversão do etanol em hidrogênio e outros subprodutos, utilizando catalisadores e calor. Um exemplo notável dessa tecnologia é o projeto da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Shell Brasil, Raízen, Hytron e Senai CETIQT. Eles estão desenvolvendo uma estação experimental para a produção de hidrogênio a partir do etanol. O projeto é fundamental para validar o uso deste como matéria-prima para hidrogênio renovável, demonstrando sua viabilidade econômica e ambiental no contexto brasileiro. Além disso, o etanol pode ser transportado em sua forma líquida, facilitando a exportação e a conversão em hidrogênio renovável em outros países. Não podemos deixar de mencionar que a produção de etanol de segunda geração, utilizando resíduos como o bagaço de cana, exemplifica uma prática de economia circular. Este processo não só aumenta a eficiência da produção do biocombustível, mas também gera biochar , um subproduto que pode ser aplicado ao solo para melhorar sua qualidade e sequestrar carbono. Ou seja, tanto a cana-de-açúcar quanto seus resíduos podem ser utilizados para geração de hidrogênio renovável e ainda beneficiar o solo. O Brasil já possui uma infraestrutura robusta para a produção e distribuição desse combustível renovável, o que reduz significativamente os custos associados ao transporte e armazenamento de hidrogênio. Com o desenvolvimento contínuo de tecnologias e a implementação de políticas de incentivo, a produção de hidrogênio via reforma do etanol pode se tornar uma opção competitiva e sustentável, contribuindo significativamente para a descarbonização da matriz energética do país. Portanto, é essencial que o Brasil explore e invista nessas alternativas, aproveitando nossa riqueza em recursos renováveis e infraestrutura existente, incluindo gasodutos. Isso não só ajudará a reduzir nossas emissões de carbono, mas também posicionará o Brasil como um líder global na produção de hidrogênio de baixo carbono, promovendo uma transição energética sustentável e eficiente. —-------------- (*) Graduada em Administração, com MBA em Gestão de Negócios, pós-graduação em Formas Alternativas de Energia, Conselheira de Administração na ABHAV – Associação Brasileira de Hidrogênio e Amônia Verdes e CEO da ALV Consultoria.

Na substituição de combustíveis fósseis, essa produção de hidrogênio verde pode evitar o equivalente a cerca de 800.000 toneladas de CO2 por ano

O grupo destacou que o Projeto Pecém está entre os prioritários do seu portfólio no mundo

O texto segue para sanção presidencial O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2.308/2023 que estabelece o marco regulatório para a produção do hidrogênio com baixa emissão de carbono e determina incentivos fiscais e financeiros para o setor. O texto segue para sanção presidencial. As emendas do Senado receberam parecer favorável do relator, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). Jardim ressaltou que a modificação do Senado vai possibilitar produzir hidrogênio a partir de biocombustíveis: "A maior parte do hidrogênio que o mundo produz é a partir de combustíveis fósseis. Toda rota que esta legislação prevê é hidrogênio de baixa emissão de carbono", explicou. Arnaldo Jardim afirmou que o Ministério de Minas e Energia concordou em enviar a cada seis meses um relatório da utilização do Regime Especial de Incentivos para a Produção de idrogênio de Baixa Emissão de Carbono (Rehidro). A pasta também enviará um plano de trabalho do regime em até 90 dias da sanção da proposta.

Os investimentos serão aplicados na construção da planta da Neoenergia, em Brasília, com previsão de ser inaugurada em 2025

O hidrogênio emite apenas vapor d’água As Comissões de Serviços de Infraestrutura (CI) e de Meio Ambiente (CMA) do Senado divulgaram que o Brasil tem potencial técnico para gerar cerca de 1,8 bilhão de toneladas anuais de hidrogênio, além da possibilidade de produzir hidrogênio verde, que geraria até dois milhões de empregos anualmente em todo o mundo, de 2030 a 2050. Diferentemente do carvão e do petróleo, que deixam resíduos de carbono no ar, o hidrogênio emite apenas vapor d’água. O termo “verde” é atribuído ao hidrogênio produzido a partir da eletrólise da água utilizando energias renováveis ou de baixa emissão de gases. Encarar os desafios de como, quando e o que fazer para alcançar essa produção, elevar a competitividade nacional e contribuir para a transição energética, bem como para a redução das emissões de gases de efeito estufa, tornam-se prioridades para o setor. Neste contexto, a 2ª edição da Hydrogen Expo South America, realizada nos dias 5 e 6 de junho, na cidade do Rio de Janeiro, reuniu entidades do setor com o objetivo de elaborar em conjunto soluções para fortalecer o mercado de H2V no Brasil. Em 2024, o evento registrou aumento de 30% tanto de expositores, quanto de público com relação ao ano passado e atraiu a participação de mais de três mil profissionais do setor. Entre as palestras destacou-se a da multinacional alemã GEMÜ do Brasil. O especialista Everton Meirelles de Freitas dos Santos, responsável pelo setor de vendas Externas para o Estado do Rio de Janeiro, abordou o tema ‘Válvulas do Futuro - uma palestra sobre Hidrogênio Verde’ e comentou que “O hidrogênio é um mercado que vem crescendo ao longo dos anos, e a GEMÜ está otimista com essa transição energética, pois a utilização do Hidrogênio surge como uma solução para descarbonização da indústria”. Diante do crescente interesse e demanda por energia limpa, o Hidrogênio Verde emerge como uma alternativa promissora, contribuindo não apenas para a redução das emissões de carbono, mas também para a construção de um futuro mais sustentável e resiliente. Com sua expertise e compromisso com a qualidade, a GEMÜ firma-se como uma parceira confiável nessa jornada rumo à transição energética.

O PL determina definições legais e competências regulatórias fundamentais

Para a empresa, o Brasil está bem-posicionado para se destacar como um dos principais atores globais

A sinergia entre as duas empresas visa aumentar a capacidade do eletrolisador

O Governo do Ceará assinou Memorando de Entendimento com a multinacional bp para construção de uma unidade para a produção hidrogênio verde

O hidrogênio verde tem ele realmente tem potencial para solucionar os impasses da eletrificação no Brasil?

o chamado projeto Hy4Chem-EI – está entrando na próxima fase de construção.

A Fortescue é a primeira empresa licenciada a produzir hidrogênio verde no Ceará.

Depois que for aprovado, o texto será transformado em um projeto de lei

Ideia é ampliar o uso de hidrogênio verde (H2V) no País e, desta forma, promover o desenvolvimento e consolidação desse mercado

A primeira estação experimental de hidrogênio a partir do etanol terá capacidade de produzir 4,5 kg de H2 por hora

A receita bruta do IPO, de cerca de € 526 milhões, será investida no crescimento do negócio de hidrogênio

A associação passa a ser a primeira entidade brasileira do setor privado a integrar o grupo

Processo de produção de hidrogênio verde por meio da gaseificação de biomassa (bagaço da cana-de-açúcar)

Comitiva conheceu uma plataforma internacional de hidrogênio verde do porto de Antuérpia e Bruges, na Bélgica

O hidrogênio verde é apontado como uma das alternativas na transição energética para um mundo neutro em carbono

A Comissão também irá promover pesquisas e debates sobre o tema

Durante o encontro foram apresentadas as vantagens do hidrogênio produzido a partir da fonte nuclear

Empresa lançou a pedra fundamental da primeira fábrica de geradores de hidrogênio verde da América Latina

O processo é baseado em biocatálise, a etapa de geração de hidrogênio que se vale ainda de microrganismos retirados do lodo presente em estações de esgotos.

A ideia é que por utilizar um reator eletrolítico para quebrar as moléculas de água para gerar oxigênio e hidrogênio verde.

Com o projeto, a empresa vai desenvolver, produzir e instalar uma planta de 200 MW com base em seu módulo de eletrólise de água alcalina.

A unidade terá capacidade para gerar 1 MW e o projeto possui dois conjuntos de placas fotovoltaicas.

