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ALUMÍNIO

Mecanismo europeu prejudica alumínio brasileiro
O CBAM entrou em vigor em janeiro de 2026 e considera apenas as emissões diretas (Escopo 1) do processo produtivo, desconsiderando emissões indiretas associadas à energia elétrica adquirida (Escopo 2).
28 de janeiro, 2026
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A associação é parceira estratégica da FreeZone Cultural Action, espaço idealizado pelo Instituto Artô e complementar às discussões oficiais da COP30.

Em 2024, o Brasil reciclou 97,3% das latas de alumínio para bebidas, o equivalente a 33,9 bilhões de unidades ou 417,7 mil toneladas de material reaproveitado.

O estudo irá detalhar o dia a dia dos trabalhadores, trajetos, renda média e desafios enfrentados por quem tem papel essencial na economia circular e na sustentabilidade urbana.

O País se consolida como um dos líderes mundiais em reciclagem de embalagens, além de fortalecer o modelo nacional de logística reversa.

Relatório aponta que cadeia de alumínio reciclado ajuda fabricantes americanos de embalagens a enfrentar impacto de tarifas elevadas

O avanço reflete o aquecimento contínuo do setor nos últimos três anos e o crescimento da exigência por critérios de sustentabilidade nos projetos.

Em 2023, o País reciclou 850 mil toneladas do metal, reforçando seu papel na economia circular e na eficiência energética da indústria.

Em relação a 2020, a queda foi de 11,5%. Por outro lado, a produção mundial do metal – primário e reciclado - cresceu 2,75%, totalizando 111,2 milhões de toneladas.

Com o impacto positivo da reciclagem na redução de emissões de carbono e na preservação de recursos naturais, o Brasil se torna uma referência global de economia circular.

O projeto da CBA tem como foco "Agropecuária e Restauração – Conservação Ambiental", cujo processo de reabilitação ambiental permite o retorno da atividade agrícola e da mata nativa, com ganhos de produtividade e ambientai.

A inovação garante a circularidade e a utilização dos dois materiais em novas embalagens, além de gerar benefícios ambientais, sociais, econômicos

Segundo números recém-divulgados pelo International Aluminum Institute (IAI) a demanda global por alumínio reciclado pode até quadruplicar até 2050

Nesse período, o índice de reciclagem de latas de alumínio do Brasil manteve-se consistentemente elevado, em torno de 97,9%

Com capacidade de 531 MW, a usina desenvolvida começou a fornecer eletricidade para a refinaria de alumina Alunorte da Hydro.

A partir de agora, todo produto da empresa desenvolvido com o alumínio sustentável da CBA receberá selo de sustentabilidade

Artigo especial por Ricardo de Luca, Gerente de Engenharia de Processos e Produtos da Termomecânica

33 bilhões de latas de alumínio para bebidas foram recicladas

Artigo por Luiz Henrique Caveagna Alternativas que corroboram para um consumo mais consciente de energia e redução de impactos ambientais têm conquistado cada vez mais espaço, globalmente. Diante disso, o mercado de energia solar vem ganhando novos adeptos, por tratar-se de uma fonte limpa e renovável. Neste contexto, outras indústrias têm apoiado o desenvolvimento do setor, como é o caso da metalurgia. E, com as diversas aplicações do Alumínio, é possível oferecer benefícios estratégicos a este mercado. Atualmente, o Brasil ocupa a 4ª posição entre os países que mais cresceram em 2021 na capacidade em energia fotovoltaica, com novos 5,7 GW (Gigawatt) no último ano, de acordo com apuração realizada pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a partir de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA). Segundo a ABSOLAR, hoje o Brasil conta com 15 GW na fonte solar, R$ 78,5 bilhões de investimentos acumulados e mais de 450 mil empregos gerados desde 2012. Tais números ajudaram a evitar a emissão de 20,8 milhões de toneladas de CO2 na produção de eletricidade. Aplicações de Alumínio na energia solar O segmento de energia fotovoltaica engloba dois meios principais: o de energia centralizada, que agrega as grandes usinas e/ou fazendas solares e a energia distribuída, que se refere aos sistemas residenciais e de pequenas e médias empresas, que contam com placas solares nos telhados. Nessas instalações, o Alumínio aparece na fabricação dos perfis empregados nos painéis solares, em forma de esquadrias ou perfis tubulares. Vale destacar que, com o crescimento de novos projetos voltados para o setor, surge a necessidade de uma constante modernização e revitalização nas linhas de transmissão e distribuição de energia. Para ajudar tal sistema funcionar, essas linhas são, em sua grande maioria, constituídas por cabos de Alumínio, que representam um volume considerável do consumo. As vantagens já conhecidas do metal, como menor custo, leveza, boa adaptabilidade térmica e resistência mecânica, também são fundamentais nos sistemas de energia proveniente do Sol. Além disso, o Alumínio apresenta um efeito decorativo nos perfis e ainda contém uma excelente condutividade elétrica, no caso das redes de transmissão e distribuição. Impactos sustentáveis das aplicações de Alumínio no setor O investimento em energias renováveis, como a solar, é uma pauta cada vez mais emergente no que diz respeito às agendas sustentáveis e de proteção ao meio ambiente. Além da luz solar, há outras fontes naturais com imensa disponibilidade, como a eólica, por meio dos ventos, e a offshore, através das marés. Neste cenário, o Alumínio soma-se a essas alternativas, principalmente, quando se é produzido nacionalmente, que é obtido com um grau considerável de energia limpa, por meio do uso das hidrelétricas. O metal conta ainda com alto índice de reciclagem, o que beneficia os aspectos sustentáveis das duas indústrias. O fato é que o mercado de energia fotovoltaica tem um espaço promissor no Brasil. O país tem apostado no uso mais intensivo de tecnologias para este meio e tem fácil acesso a, praticamente, todas as fontes de energia renováveis. Desta forma, é preciso seguir investindo na instalação deste serviço, para garantir mais ganhos sustentáveis e a diminuição no consumo energético. E, neste aspecto, o Alumínio pode ser um grande aliado por apresentar um preço mais acessível se comparado a outros metais e ser infinitamente reciclável, o que resultaria em maior economia e forte crescimento para ambos os segmentos. * Diretor Geral da Termomecanica, empresa do setor de transformação de cobre e suas ligas.

Além do recebimento de latas de aço pós consumo, a Prolata apoia cooperativas parceiras.

No Brasil, são mais de 1.500 participantes comprometidos com o desenvolvimento e implementação de estratégias corporativas sustentáveis.

Com a ampliação, a unidade passará a ter capacidade total de 680 mil toneladas de produção de chapas e 490 mil toneladas de reciclagem por ano.

A empresa planeja reduzir ainda mais o perfil de emissões, utilizando mais de 75% de energia renovável.

Em números, foram recicladas 391,5 mil toneladas ou aproximadamente 31 bilhões de unidades.


