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CBA

Programa Redes alavanca produção de mandioca

Programa Redes alavanca produção de mandioca

A iniciativa da CBA viabilizou a construção de uma unidade de beneficiamento que possibilitou aumentar os ganhos coletivos.

Com o apoio da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), o Programa ReDes, uma parceria entre o Instituto Votorantim e o BNDES conseguiu impulsionar o cultivo da mandioca como fonte de renda para agricultura familiar em Niquelândia (GO). O programa existe desde 2017 e é realizado com a Associação dos Assentados do Projeto José Martí (AJM) e em 2022 encerra o ciclo de cinco anos com previsão de quadruplicar a receita dos 37 associados.

O apoio viabilizado pelo ReDes em infraestrutura e consultoria para melhores práticas, desde a produção até a gestão, possibilitou a diversificação de clientes para geração de renda e sustentabilidade. Em 2020, houve crescimento de 24% na receita. Agora, a Associação espera alcançar um incremento de 477%. A iniciativa da CBA viabilizou a construção de uma unidade de beneficiamento que possibilitou aumentar os ganhos coletivos, além de uma primeira parceria de produtores rurais do assentamento da região com uma fábrica de cerveja. A cervejaria adquiriu, em 2021, 56 toneladas do tubérculo para o processo produtivo com marca goiana.

A ação começou como orientação para a lavoura e construção de unidade de beneficiamento, mas evoluiu com a fabricação de farinha e polvilho (fécula), além da venda do excedente de produção para fabricação de cerveja. "A diferença é muito grande. Se antes se produzia 50 quilos de farinha por mês, hoje está na faixa de dois mil quilos”, disse o presidente da AJM, Jechonias Gonçalves dos Santos. Uma tonelada de farinha é vendida em média por R$ 8 mil, enquanto a mesma quantidade de mandioca é comercializada por R$ 800. O presidente da Associação ressalta que o apoio recebido pelo Programa ReDes transformou a vida de quem tira o sustento da agricultura no assentamento, onde vivem pelo menos 45 famílias.

A AJM realiza o beneficiamento da mandioca com forno, prensa, empacotadeira, entre outros equipamentos. O programa Redes viabilizou toda a infraestrutura e os maquinários, além de oferecer consultoria especializada. O trabalho começou com diagnóstico para executar um plano de ação que permitiu superar a meta prevista inicialmente. "Antes do projeto, não tinha como processar, vendíamos para revendedores e dividíamos o pouco que restava para quem participava da lavoura", lembra Jechonias sobre o trabalho artesanal.

A partir do apoio do ReDes, as melhorias na gestão do negócio impulsionaram também o crescimento da lavoura, que passou de três para oito hectares com novo manejo e correção do solo orientada pelos consultores do Programa. Os resultados, além de motivar novos planos de crescimento, têm incentivado mais pessoas a investir no cultivo de mandioca, que impacta em outras produções na comunidade. O assentamento tem diversificado os cultivos que, em 2021, incluíram frutas, verduras, além da mandioca, para venda também para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A casca do tubérculo e até mesmo as ramas também são utilizadas para alimentação de vacas leiteiras.

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SISTEMAS AGROFLORESTAIS
Modelo da CBA para preservar o Cerrado

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) criou em Niquelândia, no norte de Goiás, o Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, com uma área de 6,9 hectares que une a produção agrícola com o cultivo de espécies nativas, principalmente, o baru e o cajuzinho do cerrado. Este é um exemplo de Sistema Agroflorestal (SAF), que reúne culturas de importância agronômica em consórcio com a floresta e têm sido utilizados como aliados na recuperação de áreas degradadas e proteção do Cerrado. Por meio da agrofloresta, o Legado Verdes do Cerrado contribui para a conservação da biodiversidade do bioma e melhoria da qualidade e estrutura do solo, para a fixação de carbono, além de servir como atrativo para a avifauna local. A iniciativa reflete a preocupação manifestada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), que buscam unir ações globais para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente, o clima e garantir que as pessoas tenham paz e prosperidade. O 13° ODS afirma que é preciso tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos, enquanto o 2° ODS fala em combater a fome, buscar a segurança alimentar e promover a agricultura sustentável. Além da conservação da biodiversidade do Cerrado, o modelo de agrofloresta é também uma alternativa de geração de renda para as populações em situações de vulnerabilidade econômica e ambiental. Os resultados da agrofloresta promovem a conservação e a restauração do Cerrado, com o resgate de paisagens, proteção de cursos da água e interação entre fauna e flora. Outro benefício é a atração de polinizadores como abelhas, que são indispensáveis para a perpetuação das espécies, e a conservação da biodiversidade local. A agrofloresta também atrai pássaros, como os tucanos, que se alimentam de bananas, e caititus, que consomem mandioca, além de antas, cachorros do mato e tatus. Aproximadamente 80% da área de 32 mil hectares do Legado Verdes do Cerrado é composta por Cerrado nativo. A Reserva tem como principal preocupação a conservação e restauração do bioma local. Conhecido como berço das águas, o Cerrado é um ecossistema que necessita de cuidados e, por isso, iniciativas como a do LVC de trabalhar com a agrofloresta são fundamentais para contribuir com a proteção da vida, da água e da biodiversidade no planeta. O avançado estado de conservação do Legado Verdes do Cerrado possibilita coletar sementes no próprio território, ofertar diversidade genética de espécies e propiciar a alta qualidade das mudas produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade, seja para a agrofloresta, seja para os projetos de restauração. O LVC tem ainda como prioridades as pesquisas científicas voltadas para a conservação do bioma. Com o objetivo de fomentar ainda mais os Sistemas Agroflorestais (SAFs) para a regeneração de áreas degradadas, o Legado Verdes do Cerrado desenvolveu projeto em parceria com o Instituto Tiradentes, escola local que ministra um curso técnico de agropecuária com ênfase em agroecologia. O propósito maior é a difusão da tecnologia social entre os produtores rurais, estimulando o debate da produção agrícola sustentável no Brasil. Durante a parceria, foram capacitados 25 jovens.

19 de abril, 2021
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SUSTENTABILIDADE
Nexa incentiva plantio sem agrotóxicos

Por meio do projeto Mãos que Germinam, a Nexa oferece orientação técnica agrícola com uma consultoria especializada para o melhor desempenho da plantação e capacitação dos agricultores. Em 2020, a companhia implementou o produto biológico denominado Tracer na horta comunitária da Associação Fazendinha, que produz verduras 100% sustentáveis, sem a utilização de agrotóxicos, no município de Três Marias (MG). A novidade possibilita a produção de alface no verão, já que existem diversas dificuldades de manter o plantio da verdura nos períodos mais quentes. “Entre os meses de setembro e março, é comum que apareça a doença ‘vira-cabeça’ nos pés de alface. Essas pragas perfuram os tecidos vegetais e sugam o conteúdo das células, impossibilitando o crescimento e desenvolvimento desta cultura”, comenta Nolberto Sampaio Neto, técnico agrícola. Segundo a Associação Fazendinha, alface é o vegetal mais procurado no mercado e na horta comunitária. “Com essa nova solução, os agricultores conseguiram aumentar em 40% a produção das estufas, totalizando mais de 1.300m2 de área plantada. Neste cenário de retomada da economia, o aumento produtivo da horta pode melhorar e incrementar a renda das famílias que participam do projeto”, afirma Ricardo Nader, Coordenador de Gestão Social da Nexa. Os agricultores da associação realizam a venda de legumes e folhosos para empresas e pessoas interessadas. A horta está localizada na Avenida Travessia, s/n, Bairro Parque Diadorim, no município mineiro.

1 de dezembro, 2020
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LEGADO VERDES
CBA comemora Dia do Cerrado com ações

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) comemorou o Dia do Cerrado, 11 de setembro, com a realização de um projeto de conservação e desenvolvimento sustentável em Niquelândia (GO). Em uma área de 32 mil hectares, das quais 80% de Cerrado nativo, a companhia implementa há três anos uma nova forma de uso e ocupação do solo, onde 20% do seu espaço é destinado às economias tradicionais (pecuária, agricultura e silvicultura), usado de maneira inteligente e rentável para custear os outros 80%, que representam a área de Cerrado nativo conservado. A reserva é também um grande laboratório de pesquisas a céu aberto para estudantes e profissionais que, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), desenvolvem projetos relacionados ao Cerrado. “Acreditamos que podemos ter uma sociedade melhor a partir do momento em que mudamos nossa relação com o Cerrado. O Legado Verdes do Cerrado tem um papel importante não só em promover ações de conservação, mas também em levar o Cerrado para perto das pessoas, seja por meio de pesquisas científicas, seja por ações de reflorestamento ou paisagismo urbano com mudas nativas e ações educativas para a população. A filosofia do Legado é sempre integrar pesquisa, produção e relacionamento social para que essas três vertentes possam melhorar a sustentabilidade dos locais em que nós habitamos e trabalhamos”, explica o diretor da Reservas Votorantim, David Canassa. No sistema agroflorestal implantado no Legado, os ecossistemas naturais são replicados, o que otimiza o uso da terra e concilia a conservação ambiental com a produção de alimentos. A agrofloresta do Legado Verdes do Cerrado tem hoje seis hectares de área cultivada com previsão de expansão a uma área total de 17 hectares ainda neste ano. Mais de cinco mil mudas já foram plantadas, de espécies como limão, banana, goiaba, mandioca, além de espécies do Cerrado, como cajuzinho-do-cerrado e baru. Além de ser uma alternativa de produção sustentável de alimentos, a agrofloresta é um atrativo para a fauna, na medida em que possibilita uma nova dinâmica que reequilibra o ecossistema. No Legado, a área cultivada recebe visita constante de antas, raposas, caititus, tatus e diversas espécies de pássaros nativos. As mudas utilizadas foram produzidas no Centro de Produção de Biodiversidade (CPB) do Legado, que trabalha com espécies nativas. A produção do CPB teve início em 2018 e cresceu em 2019, consolidando a iniciativa como um novo e promissor negócio. O CPB foi ampliado chegando a uma capacidade de produção de 300 mil mudas/ano, atendendo à demanda de projetos de reflorestamentos principalmente nos estados de Goiás e Minas Gerais. No local são cultivadas 50 espécies diferentes, entre elas aroeira, angico, baru, canela-de-ema, pitomba, guariroba, pequi e ipê. As plantas produzidas atendem à demanda de parceiros da Reserva, instituições e proprietários rurais, além de prefeituras em projetos de recuperação da flora e paisagismo urbano. As sementes para produção das mudas são coletadas na própria reserva. O projeto já conta com 1,9 milhão de amostras de espécies nativas. A iniciativa tem papel fundamental na conservação da biodiversidade, pois quando conservadas corretamente, algumas sementes podem ficar guardadas por décadas. O banco de sementes contribui, ainda, para o melhoramento genético, já que por meio da seleção de sementes é possível reduzir a suscetibilidade das plantas a pragas ou a mudanças climáticas.

14 de setembro, 2020
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PREMIAÇÃO
Legado Verdes do Cerrado é reconhecido

Projeto realizado pelo Instituto Educacional Tiradentes, de Niquelândia (GO), que conta com a parceria do Legado Verdes do Cerrado (LVC), Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável, de propriedade da CBA (Companhia Brasileira de Alumínio), venceu a etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora, na categoria Ensino Profissional. O projeto vencedor foi “Campus Avançado de Agricultura Familiar”, classificado para a etapa regional do concurso e que poderá disputar o prêmio em âmbito nacional. O instituto fundou um campus agrícola no Distrito de Muquém, onde professores e alunos desenvolveram trabalhos de agroecologia e o curso técnico em Agropecuária, com disciplinas de empreendedorismo e cooperativismo. Além disso, o projeto criou a Cooperativa de Produtores Agroecológicos da Agricultura Familiar (Coopeag), com mais de 40 agricultores. “A única renda garantida de quem mora no Distrito de Muquém é durante a festa no Santuário de Nossa Senhora D’Abadia, nos meses de julho e agosto. Qualificar os jovens desse povoado é garantir novas oportunidades de trabalho e renda durante o ano todo”, explica o diretor do Instituto Tiradentes, Manoel Alves Gomes Júnior. O Legado Verdes do Cerrado é um dos principais parceiros do Instituto Educacional Tiradentes e oferece bolsas de estudo integrais para alunos carentes da região de Niquelândia, que fazem o curso de Técnico em Agropecuária. Os bolsistas trabalham no Campus Avançado de Agricultura Familiar e desenvolvem sistema de produção de frutas sintrópicas (cultivo de espécies arbóreas junto a culturas agrícolas, como verduras, legumes e frutas de ciclo curto) nas áreas do Núcleo Engenho, de propriedade do LVC. Eles pesquisam e ajudam no manejo do sistema agroflorestal. Além do Legado, são parceiros do Instituto Tiradentes a Smart Supermercados, STR Niquelândia, Federação dos Trabalhadores Rurais na Agricultura Familiar do Estado de Goiás (Fetaeg), Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FMDCA), Fundo de Parceria de Ecossistemas Críticos (CEPF), Instituto Internacional de Educação do Brasil e Secretaria Municipal de Assistência Social de Niquelândia.

11 de julho, 2019
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LEGADO VERDES
Programa recupera nascentes no Cerrado

Dando continuidade ao Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes, iniciativa do Legado Verdes do Cerrado, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), em parceria com o Grupo Faeg Jovem, de Niquelândia (GO), isolou área próxima à nascente do Córrego Buriti com o objetivo de evitar o acesso do rebanho e, assim, recuperar a mata ciliar. “Esta é a primeira vez que recebemos o apoio. Os problemas com a degradação do Cerrado estão sérios e é importante ver que o Legado se preocupa com isso. Com a proteção da nascente que está em nossa fazenda e chega ao Córrego Buriti, o gado não vai entrar mais na área, o que irá permitir a revitalização”, afirmou Masolene Sales, proprietário da Fazenda Buriti. O presidente do Faeg Jovem, Diego Coelho, comenta que o isolamento da nascente na propriedade foi além do preconizado pelo Código Florestal. “Instalamos a cerca em um raio de aproximadamente 350 metros, sendo que o Código estabelece o mínimo de 50 metros. Isso é muito positivo, porque o Cerrado possui um bioma que se recupera rapidamente quando bem conservado”, disse. Além da nascente da Fazenda Buriti, outras nascentes serão recuperadas em 2018. “O Legado Verdes fomenta a conservação das nascentes na região, realizando o plantio de mudas nativas do cerrado e a construção de cercas para isolar a área, garantindo que a flora se regenere.”, explicou o responsável pelo planejamento das atividades do Legado Verdes do Cerrado, Deyver Santos Silva. O Programa de Preservação, Recuperação e Conservação de Nascentes é realizado desde 2017 e tem o apoio do Sindicato Rural de Niquelândia e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás). O Legado fornece os materiais para o plantio e presta consultoria para a Faeg Jovem realizar os trabalhos de recuperação. Para participar do programa, o produtor precisa ter feito um curso pelo Senar ou ter sido auxiliado por assistência técnica. O produtor é cadastrado no Programa e é orientado a acompanhar a medição, fazer as covas para a construção da cerca, estar presente no dia de mutirão, além de se comprometer para que o gado respeite o limite e atue efetivamente no controle de pragas e da roçagem.

7 de agosto, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Legado Verdes do Cerrado faz um ano

A contribuição com o reflorestamento de nascentes dos rios com mudas produzidas em viveiros e identificação das principais espécies florísticas do Cerrado foram alguns dos avanços conseguidos com o programa Legado Verdes do Cerrado, que está completando um ano, desenvolvido na única Reserva Particular de Desenvolvimento Sustentável da região Centro-Oeste, localizada em Niquelândia (GO), com 32 mil hectares, que é mantida e conservada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e gerido pela Reservas Votorantim, empresa encarregada de administrar os ativos ambientais da Votorantim S.A. Em um ano de atividades da reserva, as parcerias firmadas tornaram possível aprimorar as ações de conservação ambiental, além de fomentar a geração de conhecimento científico público. Entre as instituições parceiras, segundo a CBA, estão a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade de Brasília (UnB) e a unidade integrada Sesi-Senai de Niquelândia. “A troca de experiências e a soma de esforços possibilitam desenvolver ações que proporcionam vários benefícios. As parcerias firmadas geram conhecimento sobre a fauna e a flora locais, além de impulsionar a conscientização da sociedade, uma vez que as pesquisas realizadas se tornam públicas e podem ser consultadas para basear outras iniciativas em prol da proteção do meio ambiente”, disse David Canassa, diretor da Reservas Votorantim.

12 de abril, 2018
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BIOMAS
CBA cria ‘legado Verdes do Cerrado’

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) assinou protocolo de intenções para instituir o ‘Legado Verdes do Cerrado’ em parceria com o governo goiano. Localizado no município de Niquelândia, o ‘Legado Verdes do Cerrado tem área de 32 mil hectares, que é protegida pela Votorantim há mais de 40 anos. Serão desenvolvidas iniciativas voltadas à biodiversidade do cerrado, além da produção convencional de gado, plantio de soja e outras culturas, o que atualmente já acontece em 6 mil hectares da área total da reserva. O ‘Legado Verdes do Cerrado’ é uma Reserva Privada de Desenvolvimento Sustentável (RPDS), um modelo inovador de gestão. A área de cerrado é constituída por duas fazendas. A Fazenda Engenho possui áreas dedicadas à pecuária, produção de soja e silvicultura, e onde se encontram as nascentes de três rios: Peixe, São Bento e Traíras, dos quais é captada toda a água de abastecimento público de Niquelândia. Já a Fazenda Santo Antônio Serra Negra possui pequenas áreas para criação de gado extensivo e é localizada nas proximidades do reservatório da hidrelétrica Serra da Mesa. “O Legado Verdes do Cerrado será uma área para a prática de atividades relacionadas à economia verde, que promovam o desenvolvimento econômico para a região, além de fomentar a pesquisa da flora e fauna do cerrado, o segundo maior bioma da América do Sul, de grande importância hidrográfica e de biodiversidade”, explica Ricardo Carvalho, diretor-presidente da CBA. Entre as parcerias já firmadas para o projeto estão o Instituto Votorantim, Reservas Votorantim, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), EMBRAPA Cerrado, Conservação Internacional, Universidade de Brasília, Universidade Federal e Estadual de Goiás. Em 2017 serão investidos no estado de Goiás cerca de R$ 17 milhões, entre iniciativas de preservação ambiental, como o ‘Legado Verdes do Cerrado’; a manutenção de nascentes de cursos d’água; e o programa de promoção do desenvolvimento local de Niquelândia, voltado para o fomento de novas cadeias produtivas, empoderamento da comunidade e empreendedorismo, melhoria da qualidade da educação pública e apoio à gestão pública.

10 de fevereiro, 2017