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ENERGIA SOLAR

Supermercado investe R$ 50 milhões

O grupo paranaense Condor investiu R$ 50 milhões na instalação de uma usina solar em um supermercado de Joinville (SC). Ao todo foram instalados 1.680 módulos solares fotovoltaicos na cobertura da loja, capazes de gerar 780 mil kWh por ano, o suficiente para abastecer 325 residências, além de reduzir a emissão de CO2 em 230 toneladas por ano. Além desta tecnologia, a loja ainda disponibiliza aos clientes um eletroposto com duas vagas para carregamento de veículos elétricos. “Sou um eterno apaixonado pelo Brasil e temos a expectativa de continuar crescendo e apostando na força interna do mercado brasileiro. Planejamos inaugurar outras lojas neste ano e continuar com o plano de expansão da rede”, disse o presidente do Condor, Pedro Joanir Zonta. A nova loja gerou 250 empregos, que junto com a outra unidade na cidade, somam 550 empregos diretos gerados em Joinville. Os módulos solares fotovoltaicos instalados na cobertura da loja possuem células de silício que captam a irradiação solar. A energia gerada neles é em corrente contínua e para ser usada é transformada em corrente alternada por um inversor. Caso a loja não tivesse a tecnologia, seriam necessárias 1.656 árvores para compensar a emissão de CO2. Com os módulos, fornecidos pela Domínio Solar, a loja vai produzir um terço da energia consumida pelo estabelecimento e o retorno do investimento virá em aproximadamente seis anos, o que é muito rápido comparado à vida útil de 25 anos do equipamento. O supermercado utiliza, ainda, iluminação 100% em LED, mais econômica e que dura três vezes mais, além de reduzir em 50% o consumo de energia elétrica e o descarte no meio ambiente. Outra solução implantada é o sistema de iluminação dimerizável, que ajusta a intensidade luminosa de acordo com a luz natural. Também foram instalados na cobertura do estabelecimento os Domus Prismáticos que filtram os raios ultravioletas em até 98% e permitem a entrada da luz externa no ambiente. A Condor irá reduzir ainda mais o consumo de energia com a instalação de portas nos balcões de congelados e refrigerados, projetados pela Eletrofrio, que além de manterem os produtos bem conservados também reduzem em até 60% a carga térmica. O setor de refrigerados utiliza o Glicol, que, segundo a empresa, reduz em até 90% os gases poluentes. O novo Condor conta também com um sistema de captação da água da chuva para ser utilizada na irrigação de jardins, limpeza de pisos e descarga de sanitários.

O grupo paranaense Condor investiu R$ 50 milhões na instalação de uma usina solar em um supermercado de Joinville (SC). Ao todo foram instalados 1.680 módulos solares fotovoltaicos na cobertura da loja, capazes de gerar 780 mil kWh por ano, o suficiente para abastecer 325 residências, além de reduzir a emissão de CO2 em 230 toneladas por ano. Além desta tecnologia, a loja ainda disponibiliza aos clientes um eletroposto com duas vagas para carregamento de veículos elétricos.
 
“Sou um eterno apaixonado pelo Brasil e temos a expectativa de continuar crescendo e apostando na força interna do mercado brasileiro. Planejamos inaugurar outras lojas neste ano e continuar com o plano de expansão da rede”, disse o presidente do Condor, Pedro Joanir Zonta. A nova loja gerou 250 empregos, que junto com a outra unidade na cidade, somam 550 empregos diretos gerados em Joinville. 
 
Os módulos solares fotovoltaicos instalados na cobertura da loja possuem células de silício que captam a irradiação solar. A energia gerada neles é em corrente contínua e para ser usada é transformada em corrente alternada por um inversor. Caso a loja não tivesse a tecnologia, seriam necessárias 1.656 árvores para compensar a emissão de CO2. Com os módulos, fornecidos pela Domínio Solar, a loja vai produzir um terço da energia consumida pelo estabelecimento e o retorno do investimento virá em aproximadamente seis anos, o que é muito rápido comparado à vida útil de 25 anos do equipamento.
 
O supermercado utiliza, ainda, iluminação 100% em LED, mais econômica e que dura três vezes mais, além de reduzir em 50% o consumo de energia elétrica e o descarte no meio ambiente. Outra solução implantada é o sistema de iluminação dimerizável, que ajusta a intensidade luminosa de acordo com a luz natural. Também foram instalados na cobertura do estabelecimento os Domus Prismáticos que filtram os raios ultravioletas em até 98% e permitem a entrada da luz externa no ambiente.
 
A Condor irá reduzir ainda mais o consumo de energia com a instalação de portas nos balcões de congelados e refrigerados, projetados pela Eletrofrio, que além de manterem os produtos bem conservados também reduzem em até 60% a carga térmica. O setor de refrigerados utiliza o Glicol, que, segundo a empresa, reduz em até 90% os gases poluentes. O novo Condor conta também com um sistema de captação da água da chuva para ser utilizada na irrigação de jardins, limpeza de pisos e descarga de sanitários.

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ENERGIA SOLAR
Brasil ultrapassa 300 mil conexões

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o Brasil ultrapassou a marca das 300 mil conexões de geração distribuída solar fotovoltaica. Desde 2012, essa geração já representa 3,6 GW de potência instalada operacional e respondeu por mais de R$ 18,2 bilhões em novos investimentos ao País, além da geração de 108 mil empregos acumulados no período. Os consumidores residenciais respondem por 72,5% do total, seguido pelas empresas dos setores de comércio e serviços (17,7%), consumidores rurais (6,8%), indústrias (2,6%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 39,1% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (38,0%), consumidores rurais (12,7%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%). Os mais de 300 mil sistemas conectados à rede proporcionam economia financeira e sustentabilidade ambiental a 374,4 mil unidades consumidoras. Agora, a tecnologia solar fotovoltaica já está presente em mais de cinco mil municípios e em todos os estados brasileiros. Os cinco maiores em potência instalada são: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Mato Grosso. Segundo a Absolar, nos últimos doze meses foram adicionados cerca de 162 mil novos sistemas de geração distribuída da fonte solar no Brasil, crescimento de mais de 130% no período. “A energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo neste momento, para ajudar na recuperação da economia após a pandemia, já que se trata da fonte renovável que mais gera empregos no mundo”, aponta a vice-presidente de geração distribuída da associação, Bárbara Rubim. O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, diz que o setor solar irá alavancar a recuperação do Brasil. “A solar é parte da solução, tanto para a nossa sociedade, quanto para o meio ambiente”, comenta o executivo.

30 de setembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Empresa do sul investe R$ 500 mil

Companhia localizada em Santa Cruz do Sul (RS), a Refeições Ao Ponto investiu R$ 500 mil em um sistema de energia solar fotovoltaica em janeiro deste ano. A medida reduziu o consumo de energia elétrica em aproximadamente 40% frente à média mensal da companhia, dinheiro que está sendo usado para compensar a queda nas vendas, resultado da retração econômica. “Há no País mais de 70 linhas de financiamento que permitem adquirir a tecnologia fotovoltaica com quase nenhum aporte, além de possuírem taxas a 0,8% ao mês, o que viabiliza a instalação”, diz Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo a associação, o uso da tecnologia fotovoltaica em telhados e terrenos pode reduzir custos de energia para as empresas em até 95% e ampliar a capacidade de investimento no negócio e geração de novos empregos. A Absolar afirma que investimentos privados das organizações nesta área somam cerca de R$ 6,1 bilhões, desde 2012. “O investimento em equipamentos de energia solar é uma maneira de economizar, o que possibilita também investir em outros setores do negócio, além de permitir uma autonomia energética para as operações. Outro ponto são as iniciativas de responsabilidade ambiental, que vão muito além de estratégia de mercado, mas que se propagam cada vez mais em busca de qualidade de vida para as próximas gerações”, comenta Mara Schwengber, coordenadora regional da Absolar no Rio Grande do Sul e executiva da Solled, empresa que desenvolveu o projeto.

6 de abril, 2020
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Brasil atinge marca recorde de 100 MW

Segundo números da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil atingiu recentemente a marca histórica de 100 MW de potência acumulada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica instalados em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural. A fonte solar fotovoltaica é baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável e lidera o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com 99% das instalações do País. O Brasil possui no momento 12.520 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 13.897 unidades consumidoras, somando mais de R$ 850 milhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do Brasil. As residências respondem por 42% do uso de energia solar fotovoltaica, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (38%), indústrias (11%), poder público (5%) e sistemas localizados na zona rural (3%). Quando se avalia o número de sistemas instalados, as residências confirmam a liderança, com 80% de utilização, seguida por empresas dos setores de comércio e serviços (15%), indústrias (2%), consumidores rurais (2%) e outros tipos, como consumidores do poder público (1%), serviços públicos (0,2%) e iluminação pública (0,1%). O presidente-executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: a redução de mais de 75% no preço da energia solar fotovoltaica nos últimos dez anos, o aumento de mais de 50% nas tarifas de energia elétrica nos últimos dois anos e um aumento no protagonismo e na consciência e responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais interessados em economizar dinheiro ajudando simultaneamente a preservação do meio ambiente. “O Brasil possui mais de 81 milhões de unidades consumidoras e um interesse cada vez maior da população, das empresas e também de gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e estacionamentos para gerar energia renovável localmente, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos renováveis locais e de qualidade”, comemora Sauaia.

9 de agosto, 2017
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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Investimentos podem chegar a R$ 6,8 bilhões

Segundo avaliações da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o mercado de galpões e armazéns industriais em uso no Brasil, com uma área total estimada em 12 milhões de metros quadrados (fonte: Cushman & Wakefield) representa um potencial de investimentos de R$ 6,8 bilhões para a geração solar fotovoltaica no Brasil. Para a Absolar, se metade da área dos telhados de todos os galpões e armazéns ocupados no Brasil fosse aproveitada para gerar energia elétrica renovável pela fonte fotovoltaica, a potência instalada seria de cerca de mil megawatts (MW), suficientes para abastecer cerca de 500 mil residências ou dois milhões de brasileiros. Os empregos diretos gerados com tais investimentos seriam da ordem de 30 mil postos de trabalho. “O mercado de galpões e de armazéns é apenas um entre inúmeros que podem ser utilizados para alavancar o crescimento da energia solar fotovoltaica no Brasil e, simultaneamente, contribuir para atingirmos os compromissos assumidos pelo Brasil perante o mundo no Acordo de Paris, fruto da COP21”, conclui. O levantamento mostra ainda que o potencial de geração de eletricidade seria de 1,7 mil megawatts/hora ao ano, o que corresponde a uma economia de aproximadamente R$ 900 milhões na conta de luz e uma redução de emissões de CO2 de aproximadamente 132,7 mil toneladas por ano. O payback para esses investimentos é estimado em 7,5 anos. Para o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, o aproveitamento de energia solar fotovoltaica em telhados e fachadas de edifícios residenciais, comerciais, industriais, públicos e rurais ao redor de todo o País é um negócio sustentável dos pontos de vista econômico, social e ambiental.

15 de março, 2017
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FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016