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EMISSÔES

Tate & Lyle bane carvão quatro anos antes

Tate & Lyle bane carvão quatro anos antes

Isso marca a conclusão de um programa de investimento de capital plurianual de mais de US$ 150 milhões para reduzir emissões.

A Tate & Lyle PLC, fornecedora global de ingredientes e soluções para alimentos e bebidas, cumpriu compromisso de eliminar o uso de energia à base de carvão em todas as suas operações no mundo quatro anos antes do previsto. A meta era eliminar o carvão das operações em 2025. Isso marca a conclusão de um programa de investimento de capital plurianual de mais de US$ 150 milhões para reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa e aumentar a eficiência nas fábricas da companhia. Isso foi alcançado principalmente pela substituição dos sistemas de carvão por sistemas combinados de calor e energia movidos a gás natural em quatro fábricas de milho úmido nos Estados Unidos – Loundon (Tennessee), Decatur (Illinois) e ambas as fábricas em Lafayette (Indiana).

A planta de Sagamore em Lafayette descomissionou seu sistema de carvão em 2014, seguida por Loudon em 2017. A planta de Lafayette South foi descomissionada no início de 2021, e Decatur em setembro. Além de proporcionar melhorias ambientais e econômicas significativas, a eliminação da energia à base de carvão nesses locais significa que menos água será usada e as comunidades locais se beneficiarão com a melhoria da qualidade do ar e menos tráfego de caminhões.

As fábricas de Loudon e Lafayette South da Tate & Lyle receberam a Certificação Energy Star, da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) pelo quinto e sétimo anos consecutivos, respectivamente. Uma nova caldeira de biomassa está sendo construída na fábrica de acidulantes em Santa Rosa, no Brasil, e as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa do Escopo 1, 2 e 3 da Tate & Lyle para 2030 foram validadas como baseadas na ciência pela iniciativa Science Based Targets. “Afastar-se do consumo de carvão no local é uma parte fundamental de nosso programa de sustentabilidade para gerar uma redução significativa em nossas emissões de gases de efeito estufa do Escopo 1 e 2. Agora, desativamos totalmente todos os sistemas de carvão em nossas plantas”, disse Sara Leeman, líder ambiental global da Tate & Lyle.

A presidente de Operações Globais da companhia, Melissa Law, disse que esta medida é uma melhoria contínua do esforço colaborativo em todas as plantas da Tate & Lyle. “Estou orgulhosa de nossas conquistas até agora e da real diferença que estamos fazendo para as comunidades onde operamos”. Já o CEO da Tate & Lyle, Nick Hampton, disse que está claro que o tempo está se esgotando para fazer as mudanças necessárias para enfrentar as mudanças climáticas e permitir que as sociedades prosperem. “Com a COP26 ocorrendo neste mês, reconhecemos a necessidade das empresas fazerem sua parte na redução das emissões globais de gases de efeito estufa. Ao eliminar o uso de energia à base de carvão em todas as nossas usinas, demos um passo significativo em nossa jornada de sustentabilidade. Sabemos que podemos e precisamos fazer mais nas próximas semanas, meses e anos, e estamos comprometidos em viver nosso propósito, do qual cuidar de nosso planeta é um pilar fundamental”.

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25 de maio, 2020
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23 de novembro, 2016
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GEE
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6 de junho, 2016
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SUSTENTABILIDADE
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Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios. Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará. O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil. Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo. Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015 .

9 de junho, 2015