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PLÁSTICO VERDE

Utiliza resina sustentável da Braskem no Japão

As tampas das garrafas de 1,5 litro do refrigerante Mitsuya Cider, fabricado pela empresa japonesa Asahi Soft Drinks, passarão a utilizar o plástico verde I’m Green, produzido pela Braskem, em sua composição. A resina de polietileno, fabricada a partir da cana-de-açúcar, vem de encontro ao compromisso da Asahi de reduzir o impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente. Com as mesmas características do polietileno de origem fóssil, o Plástico Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção. O plástico verde será fornecido para a Asahi pela Toyota Tsusho Corp, representante da Braskem na Ásia e Oceania.

As tampas das garrafas de 1,5 litro do refrigerante Mitsuya Cider, fabricado pela empresa japonesa Asahi Soft Drinks, passarão a utilizar o plástico verde I’m Green, produzido pela Braskem, em sua composição. A resina de polietileno, fabricada a partir da cana-de-açúcar, vem de encontro ao compromisso da Asahi de reduzir o impacto ambiental de suas atividades e as emissões de gás carbônico (CO2) em aproximadamente 23% na comparação com as garrafas usadas atualmente. Com as mesmas características do polietileno de origem fóssil, o Plástico Verde tem como principal diferencial a captura de gases causadores do efeito estufa em sua produção. O plástico verde será fornecido para a Asahi pela Toyota Tsusho Corp, representante da Braskem na Ásia e Oceania.

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SUSTENTABILIDADE
Braskem quer ser carbono neutro até 2050

A Braskem ampliou seus esforços para ser uma empresa carbono neutro até 2050. A companhia vai se concentrar em três frentes para alcançar o objetivo: redução das emissões com foco na eficiência energética, bem como no aumento do uso de energia renovável nas operações atuais, estabelecendo parcerias visando inovação e tecnologia; compensação de emissões com potenciais investimentos na produção de químicos e polímeros de origem renovável e captura de emissões de carbono por meio da pesquisa e do desenvolvimento para seu uso como matéria-prima. A petroquímica já definiu reduzir em 15% as emissões de gases do efeito estufa até 2030, além de aumentar seu portfólio I'm green™, que considera os produtos com foco em economia circular, para incluir, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. A Braskem quer alcançar 1 milhão de toneladas desses produtos até 2030. Além disso, vai trabalhar para que nos próximos dez anos haja o descarte adequado de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos. "A Braskem tem uma longa história em adotar ações para criar um mundo mais sustentável. Investimos em fontes renováveis desde a nossa fundação, em 2002 e, como pioneiros e líderes na produção de biopolímeros, temos estado na linha de frente da criação de mudanças positivas que impactam as pessoas, a sociedade e o meio ambiente. Pretendemos continuar na liderança num momento em que a indústria vai em direção a uma economia circular de carbono neutro. Com as ações de desenvolvimento sustentável que anunciamos hoje, esperamos atingir a neutralidade de carbono até 2050", ressalta Roberto Simões, presidente da Braskem. No fim de 2019, a Braskem já havia alcançado 70% das metas relacionadas ao tema economia circular de carbono neutro - traçadas em 2009 e revisitadas em 2013 -, conquistando resultados tais como a redução de 20% da intensidade de emissões de gases de efeito estufa; a viabilização do maior projeto de água de reuso industrial do hemisfério sul; a produção e comercialização de produtos e origem renovável, como o plástico feito à base de cana-de-açúcar e, posteriormente, na ampliação do portfólio de produtos para economia circular, com a chegada do EVA verde e de resinas feitas a partir de plástico reciclado. "Nosso propósito empresarial é melhorar a vida das pessoas criando soluções sustentáveis da química e do plástico e, com a ampliação dos nossos esforços para alcançar essas metas, também conseguiremos enriquecer ainda mais o debate sobre a importância do plástico, especialmente para o desenvolvimento sustentável do nosso planeta. Seguiremos expandindo nossas parcerias com clientes, fornecedores e a sociedade, na busca pelo engajamento de outras empresas na causa e, juntos, construiremos um mundo melhor", afirma Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Atualmente, 43% do consumo total de energia da Braskem no Brasil já é oriundo de fonte renovável. Recentemente a companhia anunciou mais um contrato de longo prazo para compra de energia solar para os próximos 20 anos e que deve evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera nas próximas duas décadas. A companhia irá manter também seus esforços na análise de investimentos para o desenvolvimento de produtos químicos e polímeros de origem renovável ou em tecnologias que permitam a Braskem alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Outra parceria recente é a com a Tecipar, empresa brasileira especializada em engenharia ambiental, para evitar que mais de 2 mil toneladas de resíduos plásticos domiciliares sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo. O volume é equivalente a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno e será utilizado como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. Conheça o manifesto da Braskem em https://www.braskem.com.br/macroobjetivos .

23 de novembro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
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PLÁSTICO VERDE
Polietileno da Braskem reconhecido pela ONU

O polietileno verde da Braskem I'm green™ bio-based, de origem renovável e feito a partir da cana-de-açúcar, foi reconhecido pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Brasil do Pacto Global. O produto é considerado um dos casos mais transformadores em desenvolvimento sustentável no Brasil, na categoria Indústria & Energia. O reconhecimento foi oficializado durante a participação da Braskem no webinar sobre "Big Push para a Sustentabilidade", aberto ao público e organizado pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL), em parceria com a Rede Brasil do Pacto Global, ambas entidades ligadas à ONU. A produção do bioplástico da Braskem completa uma década em 2020 e é resultado de um trabalho da companhia de P&D de produtos sustentáveis. O plástico verde é produzido em escala industrial na cidade de Triunfo (RS desde 2010) e a iniciativa conferiu à Braskem a liderança mundial no mercado de biopolímeros, com capacidade para fabricar 200 mil toneladas anuais do material. Graças às parcerias que a Braskem tem firmado ao longo dos últimos 10 anos com clientes da cadeia do plástico e brand owners para estimular o uso de um plástico ainda mais sustentável e que minimiza impactos ambientais, hoje o polietileno I'm green™ bio-based já está presente em mais de 150 marcas no mundo, incluindo embalagens e produtos para os mais diversos segmentos, como alimentos e bebidas, de higiene pessoal e de bens duráveis. "É fundamental que todos, setores público e privado e a sociedade em geral, revejam suas formas de atuar, produzir e consumir. O mundo tem questões urgentes que colocam em risco a existência humana, como o aquecimento global e o uso desenfreado de recursos naturais. A partir do nosso propósito de melhorar a vida das pessoas, nós buscamos constantemente inovar e conscientizar toda a nossa cadeia de valor para estas questões. Acreditamos no potencial da economia circular para o avanço da sustentabilidade e o plástico de origem renovável é uma das nossas entregas nesse sentido. A iniciativa da ONU é um importante reconhecimento da jornada que estamos construindo, que reforça que estamos no caminho certo e amplia a mensagem de que o plástico pode contribuir muito para o desenvolvimento sustentável do planeta", afirma Mateus Schreiner Garcez Lopes, responsável por Inovação em Tecnologias Renováveis, que apresentou o estudo de caso "Polímeros Verdes: tecnologia para promoção do desenvolvimento sustentável" durante o evento da CEPAL. Recentemente a empresa ampliou o portfólio I'm green™, que passou a reunir toda a sua linha de produtos de economia circular, como as resinas renováveis e as soluções produzidas a partir de plástico reciclado e as aplicações que utilizam ambas soluções (reciclado e renovável). No campo da reciclagem química, a Braskem também segue realizando estudos com apoio de universidades e centros de pesquisa para desenvolver tecnologias que ampliem as alternativas atuais da reciclagem mecânica, transformando resíduos plásticos, como sacola de mercado e filmes de embalagens, em matéria-prima novamente. Para conhecer as iniciativas apresentadas no webinar "Big Push para a Sustentabilidade", acesse http://biblioguias.cepal.org/bigpushparaasustentabilidade .

2 de junho, 2020
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PLÁSTICO VERDE
Braskem acerta parceria nos EUA

A Braskem acaba de assinar parceria com a norte-americana GreenGear Supply Company para aplicação do Plástico Verde I'm green™, em capas de chuva leves, duráveis e reutilizáveis da linha EcoRain, já à venda, exclusivamente, no mercado dos Estados Unidos. O plástico verde é feito a partir da da cana-de-açúcar e captura 3,09 toneladas de CO2 durante seu processo produtivo. Além disso, por se tratar de um material reciclável, o gás carbônico capturado permanece fixado durante todo seu ciclo de vida. Para Joe Jankowski, gerente comercial da equipe de Renováveis da Braskem na América do Norte, a parceria reforça a aposta da companhia em soluções renováveis e auxilia o mercado no atendimento a demanda crescente da sociedade por produtos mais sustentáveis e inovadores. "A GreenGear Supply está ampliando as opções de proteção contra a chuva para os fãs de esportes em locais abertos, com uma alternativa que alia alto desempenho e é melhor para o planeta", conta Jankowski. Com a parceria com a empresa norte-americana, a Braskem amplia o número de marcas que já usam a solução renovável para mais de 150 em todo o mundo. A GreenGear Supply Company comercializa as capas de chuva em embalagens de papel reciclado e ilustradas com tinta à base de soja. "Estamos contentes por trazer um produto sustentável e de qualidade ao mercado. A Braskem tem sido uma parceira fantástica desde o início da nossa jornada, somos muito gratos por todo o apoio que recebemos da empresa", comenta Monika Dharia, CEO da empresa.

2 de setembro, 2019
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PLÁSTICO VERDE
Distribuição de garrafas sustentáveis

A Braskem e a empresa de água holandesa Join The Pipe vão distribuir garrafas de água sustentáveis e reutilizáveis nos Estados Unidos e em países da África e Europa. As garrafas são produzidas com o Plástico Verde I'm green ™ e começaram a ser distribuídas no início de março. A renda gerada com a venda do produto será destinada a mais de 300 projetos sociais em países em desenvolvimento, a maioria deles na África e na Ásia. Os projetos incluem a instalação de bombas d'água em aldeias, a distribuição de água em escolas e mutirões de limpeza para resolver a questão dos resíduos plásticos. A Join the Pipe visa reduzir as garrafas de água individuais, oferecendo uma solução multiuso, ampliando o acesso global à água limpa da torneira, instalando fontes de água potável e distribuindo água potável de forma justa e sustentável. Marco Jansen, diretor comercial de bioplásticos da Braskem na Europa e na América do Norte, explica que a parceria com a Join the Pipe tem o objetivo de apresentar as garrafas de água reutilizáveis feitas de plástico renovável como uma proposta para embalagens convencionais de uso individualizado. "O apoio a essa iniciativa se encaixa perfeitamente no objetivo da Braskem, de criar soluções sustentáveis que melhorem a vida das pessoas", afirma. Segundo o diretor, as aplicações de plástico de base biológica, como as embalagens multiuso da Join the Pipe, estão alinhadas com os esforços da Braskem no sentido de incentivar uma Economia Circular global. "Esta parceria é um excelente exemplo da busca por soluções inovadoras e sustentáveis por meio do uso de plásticos", ressalta. A garrafa é 100% reciclável, o que contribui para a redução da emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera ao capturar 3,09 toneladas de gás carbônico durante seu processo produtivo. Andrews Eversden, diretor geral da Join the Pipe, afirma que a parceria é importante para dar continuidade na missão de fornecer garrafas de água sustentáveis multiuso em todo o mundo. "Ao oferecer água potável em uma embalagem reutilizável produzida localmente e feita de Plástico Verde, tornamos nossas garrafas ainda mais sustentáveis. A Braskem está nos ajudando a reduzir nossa emissão de carbono, nos apoiando na missão de incentivar as pessoas ao redor do mundo a beberem mais água da torneira, com opções reutilizáveis", finaliza.

28 de março, 2019
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PLÁSTICO VERDE
Biopolímero a partir da cana-de-açúcar

Com o objetivo de ampliar o portfólio de ‘plásticos verdes’ a Braskem, em parceria com a norte-americana Allbirds, desenvolveu o primeiro biopolímero a partir da cana-de-açúcar. A resina sustentável é destinada aos mercados calçadista, automotivo, transporte, entre outros. O biopolímero conta com a resina EVA (copolímero etileno acetato de vinila) de fonte renovável, uma inovação sustentável da marca I’m greenTM da Braskem, que será utilizada na nova linha de calçados Sugarfootwear. A linha já está disponível nos Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e Canadá, “Com isso, a Braskem reafirma a sua liderança em fabricação sustentável para toda a indústria química”, destacou Joey Zwillinger, co-fundador e co-Presidente Executivo da Allbirds. “É uma satisfação enorme para a Allbirds se aliar à Braskem para dar vida a essa alternativa incrivelmente sustentável e compartilhá-la”. “A parceria com a Allbirds é perfeita para o lançamento da nova resina renovável, pois trata-se de uma empresa que, assim como nós, busca a inovação e sustentabilidade em seus produtos” comenta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. Para chegar a esta nova resina a Braskem realizou modificações na fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul. Com características como flexibilidade, leveza e resistência, ela contribui para a redução dos gases causadores do efeito estufa ao capturar e fixar o CO2 durante o seu processo produtivo. A primeira resina verde desenvolvida pela Braskem foi o polietileno verde I’m green™ em 2010, produzido a partir da cana-de-açúcar. O produto já atraiu a atenção de empresas no mundo todo interessadas em utilizar a solução. Atualmente, ele está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul.

7 de agosto, 2018
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SUSTENTABILIDADE
Braskem integra ranking da CDP

O CDP (Carbon Disclosure Program) reconheceu mais uma vez a gestão e os investimentos da Braskem na área da sustentabilidade. A companhia irá integrar mais uma vez a ‘Lista A’ da entidade, figurando como a única brasileira com nota máxima nos rankings de Clima – pela segunda vez consecutiva, e Água – pela primeira vez. Com o resultado, a Braskem está entre as 25 empresas, no universo de 2.452 avaliadas ao redor do mundo, a receber nota A nos dois rankings simultaneamente. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, afirma que a presença da Braskem entre as melhores avaliadas é resultado da responsabilidade com o uso dos recursos naturais. “Novamente mostramos que o conhecimento e engajamento das nossas equipes em sustentabilidade fazem a diferença na evolução da indústria rumo às melhores práticas. Acreditamos que nossas ações têm impacto global e já tem influenciado alguns dos nossos parceiros, fornecedores e clientes”, observa. A CDP coleta anualmente dados de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas de mais de duas mil companhias com atividades em todos os continentes. O questionário do CDP avalia, em notas de A a D, quesitos como “divulgação”, “consciência”, “gestão” e “liderança” das empresas sobre emissão de gases e investimentos em ações de mitigação do nível de poluentes liberados na atmosfera, além de consumo de água e impacto sobre a preservação das florestas.

9 de novembro, 2017
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RECICLAGEM
Estação Espacial terá recicladoras de objetos

A Braskem e a Made In Space, empresa norte-americana no desenvolvimento de impressoras 3D para operação em gravidade zero e fornecedora da NASA, estão ampliando o projeto ‘Imprimindo o Futuro’. A partir de 2018, os astronautas na Estação Espacial Internacional (International Space Station – ISS) poderão utilizar uma recicladora de objetos e embalagens plásticas, capaz de aumentar ainda mais a autonomia e a sustentabilidade das futuras missões fora do Planeta Terra. Esta será a primeira operação comercial de reciclagem de plástico na história das missões espaciais. Em março de 2016 a parceria levou o I’m green, plástico de origem renovável a partir da cana-de-açúcar, para ser empregado na impressão de ferramentas e peças de reposição pelos astronautas. A expectativa é que a recicladora chegue à Estação Espacial no segundo semestre de 2018 e complete, de forma sustentável, inovadora e eficaz, o ciclo do plástico na ISS. A invenção vai contribuir para a redução dos custos das missões espaciais e para a redução do peso transportado a partir da Terra. A máquina consiste em um sistema de moagem e extrusão de plásticos, produzindo um filamento adequado à impressora 3D, que já se encontra instalada na Estação Espacial Internacional. Com a recicladora, os astronautas poderão reutilizar, em outras funções, as ferramentas e peças de Polietileno Verde fabricadas anteriormente na impressora 3D, além de outros materiais plásticos já existentes na ISS e sem uso, como embalagens de alimentos. “Este é o segundo passo da nossa parceria com a Made In Space, na qual propomos fechar o ciclo do plástico com sustentabilidade, desde a produção do Polietileno Verde a partir da cana-de-açúcar até a reciclagem do polímero para novos fins”, afirma Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da Braskem.

30 de outubro, 2017
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TECNOLOGIA
Plástico verde em estação espacial

A Braskem firmou parceria com a Made In Space, empresa norte-americana de desenvolvimento de impressoras 3D para operação em gravidade zero e fornecedora da Nasa. O plástico verde da Braskem está sendo utilizado, pela primeira vez, para a criação de peças no espaço. A tecnologia permite a manufatura de ferramentas e peças de reposição no espaço em resina de origem renovável, dando mais autonomia às missões espaciais. A primeira peça com a matéria-prima criada fora da Terra foi um conector de tubos para irrigação de vegetais fabricado na Additive Manufacturing Facility (AMF), primeira impressora 3D comercial permanentemente alocada no espaço. O equipamento irá confeccionar diversos tipos de peças com o Plástico Verde I’m green está na Estação Espacial Internacional (International Space Station – ISS) e foi desenvolvido pela Made In Space com o apoio da CASIS (Center for the Advancement of Science in Space). As duas empresas trabalham há mais de um ano no desenvolvimento de uma solução em Polietileno Verde para a impressão 3D em ambientes de gravidade zero. A parceria possibilita aos astronautas receber, no espaço, um e-mail com design digital de peças e imprimi-las, gerando uma redução drástica de tempo e de custos. “Com essa parceria, combinamos uma das grandes inovações em polímeros, o Polietileno Verde, com alta tecnologia espacial para a impressão 3D de objetos em gravidade zero. Ter um polímero renovável para impressão no espaço é um marco em nossa história”, diz Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da companhia. O projeto deverá impulsionar o desenvolvimento de soluções que vão além da manufatura no espaço, criando oportunidades de inovação com o uso de poliolefinas. “A tecnologia tem o potencial de impactar a cadeia do plástico, por meio da viabilização de novas aplicações e da personalização em massa feita com uma matéria-prima de fonte renovável”, afirma Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da empresa.

8 de novembro, 2016
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EMISSÕES
Braskem deixa de lançar 5,3 milhões de t de CO2

A Braskem reduziu as emissões de gases do efeito estufa (GEE) em 8% (emissões absolutas) e em 16% (intensidade carbônica) entre os anos de 2008 e 2015. A empresa contabiliza suas emissões usando a referência internacional GHG Protocol. A Braskem contrata também auditoria externa de todo o processo de mensuração. Nos sete anos avaliados, a Companhia evitou que 5,3 milhões de toneladas de CO 2 chegassem à atmosfera, o que equivale ao plantio de mais de 35 milhões de árvores. “Desde 2002, investimos mais de R$ 100 milhões para melhorar a eficiência operacional e energética de todas as nossas unidades industriais no Brasil e no exterior, por meio da adoção de novas tecnologias e processos. Com isso, conseguimos reduzir nossas emissões e, ao mesmo tempo, aumentar o volume de produção de nossas unidades produtivas em mais de 9%. Essa é uma contribuição concreta para a mitigação das mudanças climáticas, um dos maiores desafios atuais da humanidade”, afirma Jorge Soto, Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. Para tal êxito, a Braskem investiu em todas as unidades de insumos básicos com o objetivo de otimizar a eficiência operacional de caldeiras, turbinas e fornos. No Polo Petroquímico de Camaçari (BA), a Companhia investiu na recuperação de uma corrente de hidrogênio e também na confiabilidade, no controle e na proteção do sistema de energia elétrica interno, reduzindo os riscos decorrentes de eventuais interrupções ou variações de energia por parte do fornecedor. A unidade no Rio Grande do Sul instalou um equipamento (Vapor Flute), que proporcionou as reduções de 4,4 megawatts/hora, de 22t/h de vapor e de 1,2t/h de óleo. Além destas medidas, a Braskem está cada vez mais interessada em ter portfólio de produtos sustentáveis. Recentemente, o Plástico Verde I’m green™ recebeu certificação da sua pegada de carbono. Por suas ações, em 2015, a Braskem recebeu título de melhor empresa brasileira em gestão de carbono no ranking do Carbon Disclosure Project (CDP), um dos indicadores de sustentabilidade de maior credibilidade no mundo, além de integrar a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO 2 ) da BM&FBovespa, desde 2011, e o Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index , o índice de sustentabilidade de países emergentes da Bolsa de Nova York, desde 2012.

23 de maio, 2016