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Encontro com especialistas destaca impactos socioeconômicos e aponta a governança como eixo central para a segurança da água

O Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento, formado por várias entidades da sociedade civil, propôs uma série de mudanças nas leis que tratam do saneamento básico, durante seminário na Câmara dos Deputados.

O plano deverá mapear a situação habitacional e de infraestrutura básica (abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e energia) das populações residentes.

As consequências também impactam o futuro profissional, já que jovens que crescem em locais sem acesso ao saneamento tendem a ingressar no mercado de trabalho com menor escolaridade média.

Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, cerca de 84% dos brasileiros têm acesso à água, mas apenas 56% contam com coleta de esgoto, e pouco mais de 50% do esgoto é tratado.

As primeiras entregas incluem 1.100 frentes em andamento e beneficiam os municípios de Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu, na Grande São Paulo.

Operadora amplia estratégia de crescimento em meio à expansão do setor e à corrida por investimentos bilionários para universalizar o saneamento no país.

O recurso será garantido por meio de Parceria Público-Privada (PPP) com apoio financeiro do Governo de São Paulo, sem impacto imediato na tarifa do consumidor.
