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ÁGUA

Abastecimento monitorado em tempo real

A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) utiliza tecnologia para monitoramento em tempo real do sistema de abastecimento de água do município de Dourados. No final de 2018, a companhia inaugurou o Núcleo de Operações e Controle – que fica na sede da Sanesul, em Campo Grande. A tecnologia funciona por meio de telemetria (sistema online de monitoramento) e a equipe da Sanesul acompanha detalhes do abastecimento da cidade em painéis eletrônicos em tempo real. Nos painéis é possível ver os índices de produção dos poços, bem como a quantidade de água disponível em cada reservatório da Sanesul. “Com essas informações, uma equipe de técnicos verifica simultaneamente a distribuição de água e, caso ocorra alguma falha, consegue identificar de forma rápida o problema e iniciar os reparos necessários em conjunto com as unidades locais”, explica o diretor comercial e de operações da Sanesul, Onofre Assis de Souza. Além de Dourados, a Sanesul também utiliza essa tecnologia para monitorar o abastecimento de água nos municípios de Corumbá, Ponta Porã, Três Lagoas, Maracaju e do distrito de Vista Alegre. A Sanesul investe R$ 234 milhões em obras de saneamento em Dourados, considerando as obras concluídas, em execução ou a executar. Do total, R$ 158 milhões são recursos da própria companhia. “Índice do Ministério da Saúde aponta que para cada real gasto com saneamento básico, você deixa de gastar quatro em tratamento de saúde. Já universalizamos o fornecimento de água e agora estamos trabalhando para nos próximos anos universalizar também o esgotamento sanitário”, disse o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Junior.

A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) utiliza tecnologia para monitoramento em tempo real do sistema de abastecimento de água do município de Dourados. No final de 2018, a companhia inaugurou o Núcleo de Operações e Controle – que fica na sede da Sanesul, em Campo Grande. 
 
A tecnologia funciona por meio de telemetria (sistema online de monitoramento) e a equipe da Sanesul acompanha detalhes do abastecimento da cidade em painéis eletrônicos em tempo real. Nos painéis é possível ver os índices de produção dos poços, bem como a quantidade de água disponível em cada reservatório da Sanesul. “Com essas informações, uma equipe de técnicos verifica simultaneamente a distribuição de água e, caso ocorra alguma falha, consegue identificar de forma rápida o problema e iniciar os reparos necessários em conjunto com as unidades locais”, explica o diretor comercial e de operações da Sanesul, Onofre Assis de Souza.
 
Além de Dourados, a Sanesul também utiliza essa tecnologia para monitorar o abastecimento de água nos municípios de Corumbá, Ponta Porã, Três Lagoas, Maracaju e do distrito de Vista Alegre.
 
A Sanesul investe R$ 234 milhões em obras de saneamento em Dourados, considerando as obras concluídas, em execução ou a executar. Do total, R$ 158 milhões são recursos da própria companhia. “Índice do Ministério da Saúde aponta que para cada real gasto com saneamento básico, você deixa de gastar quatro em tratamento de saúde. Já universalizamos o fornecimento de água e agora estamos trabalhando para nos próximos anos universalizar também o esgotamento sanitário”, disse o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro Junior. 

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Sanesul quer universalização em dez anos

O Governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o secretário de Infraestrutura Marcelo Miglioli e o Diretor-presidente da Sanesul, Luiz Rocha, lançaram, dia 23 de junho, edital de chamamento público do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para elaboração de estudos técnicos destinados à universalização do sistema de esgotamento sanitário nas cidades atendidas pela Sanesul. A empresa atende 68 municípios. O PMI tem como meta estabelecer diretrizes de participação dos interessados na elaboração e apresentação dos estudos técnicos. Estes estudos poderão ser utilizados na estruturação do projeto voltado à implantação, expansão, reabilitação, operação e manutenção dos sistemas de esgotamento sanitário da área urbana da sede dos municípios atendidos pela Sanesul, por meio de Parceria-Público-Privada (PPP). “Vamos nos valer do mecanismo de PPP para melhorar a saúde e a qualidade de vida de quase dois milhões de sul-mato-grossenses”, afirmou o governador Reinaldo Azambuja durante o lançamento. Luiz Rocha, Diretor-presidente da Sanesul, afirmou que saneamento e saúde estão ligados e daí a importância da universalização dos serviços. "Além disso, também segundo a própria OMS, a cada real investido em saneamento, são economizados quatro reais nos gastos com tratamentos de saúde. Na prática, vamos buscar um parceiro privado para fazer os investimentos em construção, engenharia e operação, a partir dos estudos da PMI, para que no prazo de dez anos o esgotamento sanitário seja universalizado.” O prazo do contrato seria de 30 anos, mas a gestão desse contrato continua sendo feita pela Sanesul, e a empresa que fará os investimentos será ressarcida por meio das tarifas de esgoto, explicou Luiz Rocha. De acordo com as diretrizes estabelecidas no projeto, a universalização dos serviços de esgotamento sanitário deverá ser realizada em dez anos e o valor estimado do projeto é de R$ 3,9 bilhões, entre obras de infraestrutura e operação e manutenção dos sistemas.

30 de junho, 2016
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SANEAMENTO
Águas Guariroba completa 15 anos de atuação

A Águas Guariroba completou, dia 23 de outubro, 15 anos de atuação na capital de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Neste período, a empresa de saneamento, pertencente ao Grupo Aegea Saneamento, investiu mais de R$ 961 milhões em água e esgoto que transformaram o cenário do saneamento básico da capital nos últimos anos. Atualmente, Campo Grande tem índice de abastecimento de água tratada próximo a 99,8% (antes da concessão era de 96%). Com o avanço do programa de universalização, nos próximos 10 anos, todos os bairros terão acesso a tratamento de esgoto, segundo a empresa. A Águas Guariroba atua em 41 municípios mato-grossenses. “O que diferencia Campo Grande hoje no Brasil é o planejamento e a busca constante pela eficiência nos serviços prestados”, afirma o Diretor-presidente da empresa, José João Fonseca. “Já investimos quase um bilhão para melhorar e ampliar o acesso da população ao tratamento de água e de esgoto. Obter estes recursos só é possível quando trabalhamos de forma eficiente”. Além das obras de ampliação em locais que não contavam com o serviço, a Águas Guariroba investiu na perfuração de poços de captação subterrânea, novos reservatórios, obras para interligar os sistemas de reservação nos bairros e redução de perdas. Agora, Campo Grande possui sistema de abastecimento de água automatizado e monitorado em tempo real através do Centro de Controle Operacional (CCO). Através de computadores e telões, técnicos controlam 24 horas por dia o funcionamento das captações de água, nas represas dos córregos Guariroba, Lageado e 150 poços profundos. Os técnicos também operam a longa distância os níveis dos reservatórios nos bairros, as estações de bombeamento, o tratamento e a pressão na rede de distribuição. Com este processo, o índice de perdas com vazamentos, fraudes e medição ineficiente foi reduzido de 56% (2006) para 19% (2014) - inferior à média nacional (37%) e um dos menores entre as capitais. Os investimentos da Águas Guariroba tornaram o sistema de distribuição de água mais eficiente e capaz de atender à população, sem riscos de racionamento em épocas de grande consumo, como o calor e a estiagem. Segundo pesquisa realizada pela empresa para medir o índice de satisfação dos moradores locais, 94% dos entrevistados disseram que os serviços públicos “funcionam bem”. O levantamento realizado em 2015 mostra ainda que, de maneira geral, os serviços prestados pela empresa têm 87% de aprovação junto aos usuários. “Acredito que essa aceitação seja devido a todos os programas de educação ambiental e de integração com a comunidade que desenvolvemos”, defende o presidente José João Fonseca. “Não adianta só fazer os investimentos. É importante saber passar para a população a importância disso”, completa. Esgoto e saúde Em relação ao serviço de esgotamento sanitário, ele era disponível a apenas 18,72% em 2000. Com a implementação do programa “Sanear Morena”, o serviço de coleta e tratamento foi ampliado para 81,83% e perdeu o estigma de obra enterrada. O acesso a saneamento mudou a realidade dos bairros e trouxe resultados para a saúde dos moradores. Um estudo que cruza dados do Datasus (Sistema de Informações do Ministério da Saúde) e do IBGE comprova que diminuiu a taxa de internações por diarreias no município. No ano de 2003, o índice era de 157,4 a cada 100 mil habitantes e em 2013 o número caiu para 22,2 a cada 100 mil habitantes, uma redução de cerca de 86%. Segundo o Diretor-presidente da Águas Guariroba, José João Fonseca, a universalização do serviço de tratamento de esgoto é a principal meta da Águas Guariroba e até 2025 a concessionária deverá investir R$ 636 milhões na terceira etapa do programa “Sanear Morena”, que está em andamento. “O gráfico de redução das diarreias acompanha diretamente a ampliação da rede de esgoto. Veja a importância que tem a coleta e principalmente o tratamento. Muito diferente de outros lugares, aqui 100% do que nós coletamos, nós tratamos. O resultado disso é mais qualidade de vida para as pessoas”, afirma.

29 de outubro, 2015