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RESÍDUOS

Abetre se une ao pacto de Integridade

A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) irá se juntar a outras entidades brasileiras da área de limpeza urbana e saneamento para assinar o "Pacto Setorial de Integridade". O documento incentiva a implementação de ações de compliance para garantir a integridade e a ética no setor. A iniciativa é inédita no Brasil e conta com a participação da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Ethos, em um esforço conjunto de combate à corrupção. "A implementação do Pacto Setorial é muito importante para as empresas", enfatiza Luiz Gonzaga, presidente da Abetre. "Somos uma utility de grande importância para a sociedade. Então, fazer parte desse esforço, combatendo a corrupção e prezando a ética, é uma obrigação para nós", afirma. A mobilização ocorre em um momento onde entidades e órgãos reguladores buscam melhorar a qualidade dos serviços prestados à sociedade. A tendência é que as condutas do pacto sejam seguidas por empresas públicas e privadas, podendo, inclusive, gerar revisões nos métodos de contratação e prestação de serviços.

A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) irá se juntar a outras entidades brasileiras da área de limpeza urbana e saneamento para assinar o "Pacto Setorial de Integridade". O documento incentiva a implementação de ações de compliance para garantir a integridade e a ética no setor. 
 
A iniciativa é inédita no Brasil e conta com a participação da Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Ethos, em um esforço conjunto de combate à corrupção. "A implementação do Pacto Setorial é muito importante para as empresas", enfatiza Luiz Gonzaga, presidente da Abetre. "Somos uma utility de grande importância para a sociedade. Então, fazer parte desse esforço, combatendo a corrupção e prezando a ética, é uma obrigação para nós", afirma. 
 
A mobilização ocorre em um momento onde entidades e órgãos reguladores buscam melhorar a qualidade dos serviços prestados à sociedade. A tendência é que as condutas do pacto sejam seguidas por empresas públicas e privadas, podendo, inclusive, gerar revisões nos métodos de contratação e prestação de serviços.

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SANEAMENTO
Abetre defende manutenção de vetos

Sob pena da universalização e modernização dos serviços de coleta de lixo, água e esgoto sofrerem um atraso de 30 anos, o presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes), Luiz Gonzaga Alves Pereira, alerta para a necessidade do Congresso Nacional manter os vetos no Marco Legal do Saneamento Básico (Lei 14.026/2020), sancionado em 15 de julho de 2020, cuja decisão foi transferida para este ano. “São dois artigos que, se prevalecerem, atrasarão e dificultarão muito a universalização dos serviços de coleta, transporte e destinação dos resíduos sólidos, água e esgoto”, pontua Pereira. O primeiro é o 16, que permite aos estados e municípios renovarem por mais 30 anos os atuais contratos, “cuja grande parte foi firmada com empresas estatais e não atende à demanda da população em termos qualitativos e quantitativos. A manutenção do veto, portanto, é fundamental para que se realizem licitações de imediato, com a participação de companhias privadas, resultando na ampliação dos serviços, investimentos e criação de empregos”, explica o dirigente da Abetre. O segundo veto diz respeito ao artigo 20, que havia excluído os serviços de coleta, tratamento e destinação dos resíduos sólidos urbanos das novas regras de licitação. Até a sanção do Marco do Saneamento, vigia a seguinte norma: o poder público podia optar pelo modelo denominado contrato de programa, que permitia que empresas estatais fossem contratadas sem licitação. "O grande aprimoramento do novo marco legal é justamente ampliar a participação do setor privado na prestação desses serviços, com a obrigatoriedade de licitações e o fim da modalidade de contratos de programa, não apenas no que diz respeito a um município ou Estado, como também a consórcios entre dois ou mais entes federados", salienta Luiz Gonzaga, explicando: "O Artigo 20, porém, excluiu a coleta, tratamento e destinação do lixo, mantendo esse importante avanço apenas para água e esgoto. O veto, portanto, atende a uma prioridade dos brasileiros" diz Pereira, esperando que “prevaleça o bom senso e os interesses maiores da população brasileira no âmbito do Congresso Nacional".

3 de março, 2021
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Pacto para combate à corrupção

O Instituto Ethos e a Rede Brasil do Pacto Global promovem, dia 4 de dezembro, o lançamento do Pacto de Integridade de Resíduos Sólidos, Limpeza Urbana e Efluentes, das 9h às 12h30, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. O objetivo é combater a corrupção no setor de resíduos sólidos, limpeza urbana e efluentes. O Ethos participa de todos os pactos setoriais - Petróleo e Gás, Esporte, Ética Saúde, IBRIC e agora o de Limpeza urbana. Segundo número da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) referentes ao relatório 2018/2019, o mercado de limpeza urbana movimentou recursos correspondentes a R$ 28,1 bilhões no Brasil, queda de 1,28% na comparação com o ano anterior. Foram geradas 79 milhões de toneladas de resíduos no País, um aumento de pouco menos de 1% em relação ao ano anterior. Desse montante, 92% (72,7 milhões) foi coletado. “É importante ressaltar que o desenvolvimento do acordo não termina com sua assinatura. A partir disso, se inicia a dinâmica de aplicação e implementação das medidas contempladas nele, acompanhadas pela formação do Comitê de Ética, o aperfeiçoamento, monitoramento e atualização das regras e a mobilização de novas empresas e o relacionamento com outros stakeholders. Pretendemos, em 2020, mobilizar mais empresas, ministrar treinamentos, apoiar a capacitação dos colaboradores das signatárias em relação ao Pacto Setorial; definir indicadores e outras ferramentas”, explica Caio Magri, diretor presidente do Instituto Ethos.

25 de novembro, 2019
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Abetre vai presidir Câmara Ambiental da Cetesb

A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) foi eleita para presidir a Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O mandato é de dois anos e neste período a associação trabalhará em conjunto com outras entidades do setor em busca de soluções para os problemas de coleta, destinação e tratamento dos resíduos sólidos. “É com muito orgulho que a Abetre assume a missão de presidir a Câmara da Cetesb”, salienta Luiz Gonzaga, presidente da associação. No primeiro encontro a Câmara Ambiental definiu quatro temas como prioritários: a regulamentação da disposição final de rejeitos; o termo de referência para os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos; o licenciamento de ETEs prestadoras de serviços; e o tratamento de combustível derivado de resíduos (CDR). A Câmara também irá propor medidas de prevenção, protocolos e manuais, estabelecer metas de proteção à natureza, além de alternativas para que haja possibilidade de aprimoramento da gestão dos resíduos gerados. A Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Cetesb é composta pela Abetre, Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe); Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Resíduos (Abrager); Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes); Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon); Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

17 de outubro, 2019
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Novo presidente-executivo na Abetre

Luiz Gonzaga é o novo presidente-executivo da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). Ele terá como principais missões consolidar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e ampliar o mercado de gestão e tratamento de resíduos industriais e efluentes no País. “O principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta dos resíduos domiciliares e a consequente erradicação dos lixões”, comenta Gonzaga, que atuou por mais de 20 anos em empresas como a Essencis, a LOGA e a Vega, referências na área de proteção ambiental em resíduos sólidos. Gonzaga afirma ainda eu o Brasil carece de investimentos, fiscalização e regulação adequada para o seu efetivo cumprimento. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e de sistemas próprios de arrecadação”, acrescenta. Atualmente, no Brasil, cerce de 3,3 mil prefeituras ainda utilizam lixões para destinar os resíduos domésticos. De acordo com o PNRS, a erradicação dos lixões deveria ter acabado há quatro anos. A Abetre defende uma flexibilização dos prazos para que os municípios eliminem seus lixões, condicionada à elaboração dos respectivos planos municipais de resíduos e à instituição de uma fonte específica de recursos, para investimento e custeio dos serviços de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos. A Abetre defende a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos.

5 de setembro, 2018
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ABETRE
Carlos Fernandes é reeleito presidente

Com a missão de estabelecer medidas para equacionar o sistema de limpeza pública e intensificar ações para a erradicação dos lixões no Brasil, além de implantar um sistema de controle de resíduos industriais em todo o país, Carlos Fernandes se reelegeu como presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) para o período 2017-2020. Entre as propostas da Abetre estão a criação de receita vinculada e a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos, com a participação da União e dos Estados. “Somente quando as prefeituras equacionarem a questão financeira, com a inclusão de receitas vinculadas e sistemas de regionalização da gestão de resíduos, é que os lixões de fato começarão a ser extintos no Brasil”, comenta Fernandes. Outra meta da entidade é levar o sistema de controle de resíduos industriais implantado em meio digital em Santa Catarina aos demais estados brasileiros. A ferramenta permite o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final. “O Estado do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA-RJ), acaba de dar inicio à fase piloto da plataforma e já estamos em negociação com as autoridades de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo”, informa Fernandes.

5 de junho, 2017