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ESGOTO

Atibaia saneamento dobra tratamento na última década

Atibaia saneamento dobra tratamento na última década

Desde o início da concessão, em 2013, mais de R$ 300 milhões já foram destinados à modernização das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e coletores tronco.

A Atibaia Saneamento ampliou na última década o índice de tratamento de esgoto saltou de 40% para 81%, beneficiando 14 bairros distintos. A partir de 2024, a companhia aumentou os investimentos na ampliação do sistema. Desde o início da concessão, em 2013, mais de R$ 300 milhões já foram destinados à modernização das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE), Estações Elevatórias de Esgoto (EEE) e coletores tronco. Entre as melhorias recentes está a ampliação da capacidade da ETE Estoril, que passou a contar com capacidade para tratar mais de 300 litros por segundo de resíduos líquidos. Já a ETE Caetetuba, consolidou o atendimento às regiões como Caetetuba, Jardim São Felipe, Jardim Colonial e Vila Santa Clara.

Com a expansão do serviço de esgoto, a Atibaia possibilitou que aproximadamente 11.400 pessoas passassem a ter acesso à coleta e ao encaminhamento correto dos efluentes. Também foram implantados 2.130 metros de rede e 660 metros de recalque na região do Caetetuba, otimizando o transporte dos resíduos até a estação de tratamento. “Universalizar o acesso ao saneamento é mais do que uma meta legal, é um compromisso com a saúde pública, a dignidade e o desenvolvimento sustentável de Atibaia. Cada nova obra entregue representa um avanço concreto na qualidade de vida da população e um passo importante para transformar a realidade de milhares de famílias”, afirma Mateus Banaco, diretor-geral da Atibaia Saneamento.

Com a conclusão das obras do coletor tronco Onofre, prevista ainda para 2025, bairros como Cerejeiras, Imperial e Estância Brasil passarão a contar com o devido tratamento dos efluentes. A meta da empresa é superar a marca de 90% de cobertura até o final de 2025, consolidando o caminho rumo à universalização, que prevê 100% de coleta e tratamento para a população urbana. Além da expansão da rede, a Atibaia Saneamento tem apostado em tecnologia para elevar a eficiência do sistema. Adoção de automação, telemetria e inversores de frequência nas estações reduziu em 10% o consumo de energia, otimizou recursos e fortaleceu uma operação mais inteligente, segura e sustentável.

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Com a recente entrega da ETE Caetetuba, realizada em dezembro de 2020, a capacidade de tratamento de esgoto no município de Atibaia (SP) foi ampliada para 83,7% de todo esgoto coletado na cidade. Para Mateus Banaco, diretor da Atibaia Saneamento, a falta de coleta e tratamento de esgoto pode gerar prejuízos a longo prazo, o que reflete na saúde e qualidade de vida da população. “Temos trabalhado para elevar os índices de esgotamento sanitário na cidade através, entre outras medidas, da construção e modernização de EEEs (Estações Elevatórias de Esgoto) e ETEs. Sabemos que assim levaremos também mais saúde para os moradores de Atibaia e ficaremos mais próximos de alcançar a universalização do esgotamento sanitário no município”, comentou Banaco. A coleta e tratamento de esgoto fazem parte dos serviços do saneamento básico, porém, no Brasil, nem todos os municípios têm acesso a um sistema completo de esgotamento sanitário. De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2019, 54,1% dos brasileiros têm o esgoto coletado, mas o índice de tratamento com relação a água consumida é de apenas 49,1%. A falta de tratamento de esgoto aumenta a transmissão de doenças e compromete a saúde pública, causando enfermidades como cólera, disenteria, meningite, amebíase e hepatite A e B. Para o meio ambiente, o lançamento do esgoto sem tratamento nos rios, lagos e córregos provoca um enorme desequilíbrio no ecossistema, podendo levar a mortalidade dos peixes, acúmulo de agrotóxicos e metais em animais e plantas aquáticas e até baixa concentração de oxigênio nas águas.

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A Atibaia Saneamento já recebeu de sua controladora, o grupo Iguá, mais de R$ 60 milhões em ampliação e modernização do Sistema Estoril e ainda prevê a construção de novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) e a entrega à população de 100% do esgoto tratado até 2021. Em Guaratinguetá, as tratativas seguem positivamente para a assinatura do termo aditivo que contemplará todos os investimentos necessários para evolução do tratamento do esgoto para o município do Vale do Paraíba. “Trabalhamos sempre em busca dos resultados positivos e, com a aprovação do novo marco legal, teremos condições de ampliar os serviços. O avanço das ações em saneamento possibilita o desenvolvimento econômico do País, proporcionando mais saúde e qualidade de vida à população, além de geração de emprego e renda”, destaca Eduardo Caldeira, diretor da Atibaia Saneamento, empresa do Grupo Iguá Saneamento. O presidente da Iguá, Gustavo Guimarães, diz que as mudanças na Lei do Saneamento terão como impacto positivo o aumento dos investimentos no setor. “A maior abertura à participação das empresas privadas cria um modelo capaz de dar mais eficiência e velocidade ao esforço de universalizar esse serviço fundamental. Mais que isso, a modernização do marco legal traz, obrigatoriamente, um desafio significativo para as empresas do setor, sejam elas públicas ou privadas. É preciso que a população passe a ser a prioridade de qualquer operação de saneamento. Isso significa deixar de ver as pessoas como usuárias do serviço e, enfim, alçá-las à condição de clientes”, ressalta.

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