Publicidade
ENTIDADES

Bárbara Rubim preside Conselho de Administração da Absolar

Bárbara Rubim preside Conselho de Administração da Absolar

A executiva assume o cargo com a missão de apoiar a modernização regulatória, ampliar o acesso dos consumidores ao mercado livre de energia, garantir sustentabilidade no setor fotovoltaico e promover o estímulo às baterias e à mobilidade elétrica.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) anunciou Bárbara Rubim como nova presidente eleita do Conselho de Administração da entidade para o mandato 2026–2030. A executiva assume o cargo a partir de 1º de maio deste ano, com a missão de apoiar a modernização regulatória, ampliar o acesso dos consumidores ao mercado livre de energia, garantir sustentabilidade no setor fotovoltaico e promover o estímulo às baterias e à mobilidade elétrica. À frente do colegiado responsável pelo planejamento estratégico e pelas diretrizes institucionais da entidade, Bárbara trabalhará para impulsionar uma nova etapa de crescimento do setor fotovoltaico, incluindo os geradores de grande porte e os pequenos sistemas dos consumidores, bem como das tecnologias sustentáveis, como armazenamento, hidrogênio verde e eletromibilidade, no sentido de acelerar o processo de transição energética brasileira, com foco em inovação, competitividade e sustentabilidade.

A gestão de Bárbara será norteada pelo avanço de uma agenda de modernização para o setor elétrico, com foco na criação de um ambiente mais inovador, competitivo e alinhado às transformações tecnológicas globais. A proposta inclui o aprimoramento das regras para a integração de novas soluções energéticas, como redes inteligentes, ampliação da infraestrutura de transmissão e distribuição de energia, armazenamento por baterias e eletromobilidade, além da construção de marcos regulatórios que favoreçam investimentos e ampliem a participação de fontes renováveis na matriz energética brasileira. “Vivemos um momento decisivo na transformação do setor elétrico. Avançar em uma agenda de modernização regulatória e de infraestrutura é fundamental, justamente para colocar o Brasil de volta na rota internacional de investimentos verdes e trazer o consumidor para o centro das decisões”, comenta Bárbara.

Segundo a nova presidente do Conselho avanço dessas agendas será fundamental para tornar o sistema elétrico brasileiro mais robusto e seguro, bem como para ampliar o acesso da população às tecnologias energéticas mais limpas, eficientes e competitivas. Para Ronaldo Koloszuk, que está à frente do Conselho de Administração da ABSOLAR desde 2018, a presidente eleita reúne toda a expertise necessária para apoiar, de forma determinante, o fortalecimento de todos os elos da cadeia de valor do setor fotovoltaico, reunindo consumidores, fabricantes, distribuidores, integradores, desenvolvedores de projetos, investidores e empresas de tecnologia. “É um privilégio ter uma executiva altamente qualificada para levar adiante o propósito de tornar o setor elétrico ainda mais sustentável, justo e acessível a todos os brasileiros”, diz. “A ABSOLAR continuará trabalhando para promover um ambiente regulatório estável, estimular investimentos e apoiar o crescimento equilibrado de todo o ecossistema solar no Brasil, com menos emissões, mais empregos e maior atratividade econômica”, acrescenta.

O CEO e cofundador da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, comenta que Bárbara fortalecerá o trabalho técnico desenvolvido pelos grupos de trabalho (GTs) da entidade e demais departamentos da entidade, que reúnem especialistas de toda a cadeia do setor. “A ABSOLAR seguirá atuando de forma estruturada em frentes estratégicas do mercado fotovoltaico, abarcando fabricantes, geração distribuída, geração centralizada, logística e tributação, cadeia produtiva, armazenamento de energia e novos mercados. “Seguiremos no diálogo com o poder público e no desenvolvimento de soluções que ampliem a competitividade e a sustentabilidade do setor solar brasileiro”, afirma. A atuação coordenada desses grupos permite consolidar contribuições técnicas qualificadas para o avanço do setor. “Ao reunir empresas, investidores, desenvolvedores, integradores e especialistas, os GTs da associação ajudam a construir consensos e propostas que apoiam a modernização do setor elétrico, a expansão da fonte solar, das baterias, do hidrogênio verde e da eletromobilidade e a criação de novas oportunidades de mercado no Brasil”, conclui.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Absolar cobra política para o setor

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) recomenda que o próximo presidente adote uma política de promoção da fonte solar fotovoltaica no Brasil. A associação tem atuado junto às demais instituições de governo, como o Ministério de Minas e Energia (MME), propondo medidas de alto impacto e rápida implementação capazes de dinamizar o uso de energia solar fotovoltaica no País. Como medida central, a Absolar solicita a criação de um programa nacional solar fotovoltaico, sinalizando à sociedade brasileira, ao mercado e ao setor que a fonte será parte estratégica da política de desenvolvimento do País. Para isso, propõe a incorporação, pelos candidatos, de uma meta de estado de atingir pelo menos 30 GW da fonte solar fotovoltaica na matriz elétrica brasileira até 2030. O setor pretende contribuir com a atração ao Brasil de R$100 bilhões em novos investimentos privados, proporcionando a geração de 1 milhão de novos empregos qualificados. A primeira fase deste programa, planejada para ser implementada no período de 2019 a 2022, será capaz de movimentar R$ 35 bilhões e gerar 350 mil novos empregos. Novos leilões de energia solar fotovoltaica pelo Governo Federal também são parte da proposta para diversificar a matriz e aliviar a pressão sobre recursos hídricos e reduzir o uso de termelétricas emergenciais, mais caras e poluentes. “O Brasil está 15 anos atrasado em comparação com os países desenvolvidos na área da energia solar fotovoltaica e, portanto, é necessária a estruturação de um programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro, tanto na geração centralizada quanto na geração distribuída, além de medidas que contemplem o avanço da cadeia produtiva do segmento”, comenta o Dr. Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar.

5 de setembro, 2018