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GESTÃO AMBIENTAL

ANA divulga Relatório de Segurança de Barragens 2026 e evidencia fragilidades na fiscalização
ANA divulga Relatório de Segurança de Barragens 2026 e evidencia fragilidades críticas na fiscalização, com redução de profissionais e 213 estruturas demandando maior atenção em termos de segurança.
14 de julho, 2026
Mais notícias e artigos sobre GESTÃO AMBIENTAL

A executiva assume o cargo com a missão de apoiar a modernização regulatória, ampliar o acesso dos consumidores ao mercado livre de energia, garantir sustentabilidade no setor fotovoltaico e promover o estímulo às baterias e à mobilidade elétrica.

Um estudo do Instituto Trata Brasil entre os 100 municípios mais populosos do Brasil em 2023 mostrou que 14 apresentaram perdas na distribuição superiores a 50%.

A nova presidente inicia o segundo ciclo de gestão da ABELORE com o objetivo de consolidar uma nova fase de amadurecimento institucional e de expansão da Abelore.

O evento trará como tema central “Soluções com geração de valor”, e reunirá pesquisadores, profissionais do setor, empresas e estudantes para debater práticas inovadoras e sustentáveis na gestão ambiental.

O mandato terá vigência de cinco anos e todos terão como atribuições garantir a regulação, orientar políticas e tomar decisões estratégicas que impactam diretamente o uso da água e o saneamento básico no Brasil.

O Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) teve suas atividades encerradas oficialmente

O guia tem como meta orientar prefeitos e vereadores em potencial sobre a implementação de políticas essenciais para a coleta seletiva inclusiva

O Mestrado Profissional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos tem 24 meses de duração e é realizado em formato presencial

A convocatória de propostas para participar desse programa está aberta até o dia 17 de junho

Metade das indústrias (50%) aumentou os recursos alocados em sustentabilidade nos últimos 12 meses.

Por Urias Rodrigues (*) A humanidade produz anualmente mais de dois bilhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, dos quais 45% são mal administrados, agravando a emissão de gases de efeito estufa e os riscos relativos ao aquecimento global, bem como afetando a qualidade do ar e a saúde pública. Sem uma ação eficaz e urgente para equacionar o problema, o número crescerá para quase quatro bilhões de toneladas até 2050. Os resíduos advêm de várias fontes e se apresentam em formas, tamanhos e estruturas físico-químicas distintas. São plásticos, detritos da mineração, da indústria e da construção civil, eletrônicos, alimentos, produtos de consumo e suas embalagens e da área da saúde. Nem sempre sua gestão é adequada, havendo um desequilíbrio dentro dos próprios países e entre as nações, conforme seu grau de desenvolvimento, prejudicando as mais pobres. É preocupante constatar que o problema da má administração afeta cerca de quatro bilhões de pessoas, metade dos habitantes da Terra, devido à ausência ou precariedade dos serviços de coleta, tratamento e destinação final. Todos esses dados sobre o tema, divulgados pela Organização das Nações Unidas, na primeira celebração, ocorrida este ano, do Dia Internacional do Resíduo Zero, 30 de março, demonstram a premência das soluções. Nesse sentido, uma das frentes é a conscientização da sociedade sobre o consumo responsável, propósito principal da nova data oficial da ONU. Porém, mesmo que haja sucesso, em médio prazo, na mudança de hábitos de grande parte da população mundial, há um limite para que esse desejável avanço da responsabilidade ambiental dos cidadãos produza resultados. Afinal, todo mundo precisará continuar comendo, se vestindo, comprando produtos eletrônicos e de higiene e vários outros bens de consumo. Desde a Pré-História, não há vida sem a geração de resíduos sólidos. Assim, embora seja de extrema importância a redução dos volumes gerados pela civilização global, são essenciais modelos eficazes para sua gestão, de modo a mitigar seus impactos e retornar o máximo possível para a cadeia produtiva. É o que se verifica, por exemplo, na capital paulista, umas das maiores metrópoles do mundo, com mais de 12 milhões de habitantes, onde a coleta, tratamento e destinação dos resíduos sólidos e de saúde não apenas obedecem às leis como recebem investimentos para atender aos preceitos ecológicos. Somente a Loga (Logística Ambiental de São Paulo), concessionária responsável por esses serviços na Região Noroeste da cidade, recolhe 6 mil toneladas por dia, ou quase 2 milhões de toneladas por ano. Há, ainda, a coleta de 40 mil toneladas anuais de recicláveis, estimulando a economia circular e contribuindo para a renda de cooperativas de caráter social. Esses volumes são provenientes de 1,6 milhão de domicílios, hospitais e clínicas, abrangendo o descarte feito por sete milhões de pessoas. Todo material que ainda não é recuperado vai para aterros sanitários, estruturas de engenharia planejadas, operadas e monitoradas de acordo com normas e regulamentações ambientais rigorosas, que protegem o ar, evitam odores e a contaminação do solo e da água subterrânea. Equipamentos de drenagem do chorume captam e tratam o líquido resultante da decomposição. Há, ainda, sistemas de coleta de gases, como o metano, um subproduto da decomposição anaeróbica dos materiais orgânicos, que é utilizado como fonte de energia, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. Se a humanidade precisa gerar resíduos para viver, também necessita reduzir sua produção e equacionar a sua gestão, como têm feito os paulistanos, para que a vida seja viável em longo prazo. São prementes soluções para tal paradoxo, questão crítica de um planeta com mais de oito bilhões de habitantes. Para isso, há modelos e sistemas eficazes. Trata-se de algo crucial para o meio ambiente urbano, a saúde pública, o cumprimento do Acordo de Paris, de limitar o aumento da temperatura da Terra em 1,5 grau Celsius em relação ao período pré-industrial, e a viabilização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). (*) Coordenador de destinação final da Central Mecanizada de Triagem da Loga (Logística Ambiental de São Paulo).

A CTA possui uma rede de atendimento de 21 bases operacionais nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.

Chancela atesta que a empresa cumpriu a legislação, inclusive os requisitos da PNRS e que pode possuir práticas de valorização dos resíduos e de economia circular.

Empresa adquirida realiza captação, valorização e comercialização de resíduos industriais e materiais recicláveis.

A empresa possui mais de 4 mil clientes por assinatura e em 2020 atendeu mais de 220 mil ligações.

O processo seletivo oferece 14 vagas distribuídas em três linhas de pesquisa.

A EMS Environmental, que atua há 32 anos na prestação de serviços com foco em emergências ambientais (L2) e remediação de solo.


