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São Paulo dá prazo para municípios aderirem à integração regionalizada
O Governo de São Paulo estabelece prazo de 180 dias para municípios aderirem à integração regionalizada de saneamento básico, conforme nova resolução estadual.
2 de julho, 2026

Programa amplia educação ambiental em parques urbanos de São Paulo
16 de junho, 2026
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Estado registra menor índice de desmatamento da Mata Atlântica desde 2018 e amplia ações de restauração ambiental

Investimentos reforçam a infraestrutura sanitária da capital e avançam na meta de universalização do saneamento

Licenciamento ambiental para projetos de biometano em São Paulo cresceu 235% entre 2024 e 2025, impulsionado por investimentos em combustíveis renováveis e regulamentação aprimorada.

O programa UniversalizaSP destinará R$ 100 bilhões até 2060 para universalizar o saneamento e a resiliência hídrica em 147 municípios de São Paulo, beneficiando seis milhões de pessoas.

Caieiras e Franco da Rocha inauguram duas novas ETEs com investimento de R$ 168 milhões, ampliando o saneamento básico e beneficiando 46,2 mil famílias na região metropolitana de São Paulo.

"Os investimentos aumentaram 120%, chegando a R$ 15,2 bilhões, o maior número anual da história e um dos maiores investimentos do país.

O estado de São Paulo instituirá a primeira carreira especializada em recursos hídricos, com profissionais dedicados a atividades estratégicas para a gestão da água.

A proposta determina critérios objetivos para concessão de descontos tarifários e reforça o caráter regulatório desses instrumentos.

Proposta busca fortalecer a logística reversa com participação da sociedade e maior clareza nas atribuições de fabricantes, comerciantes e poder público.

Projeto apresentado pela Semil comprova viabilidade da transferência de 4 m³/s da Billings ao Sistema Alto Tietê, ampliando a resiliência hídrica paulista.

O evento é voltado a produtores rurais, gestores públicos, técnicos e lideranças do setor agrícola e vai apresentar o projeto de capacitação de produtores rurais em “Boas Práticas Agrícolas e Técnicas de Irrigação”, com foco em soluções práticas, uso inteligente da água e fortalecimento dos municípios.

O recurso será garantido por meio de Parceria Público-Privada (PPP) com apoio financeiro do Governo de São Paulo, sem impacto imediato na tarifa do consumidor.

A ação teve início em 7 de fevereiro e irá atender cinco mil pessoas até o fim do verão, com a distribuição de água, viseiras, squeezes e kits pet, compostos por vasilha e água.

Governo estrutura blocos regionais, promove roadshow internacional e aposta em parcerias para acelerar metas de cobertura de água e esgoto.

A iniciativa quer ampliar o diálogo com a sociedade e aperfeiçoar as regras que orientam a responsabilidade pelo retorno e a destinação correta de produtos e resíduos no Estado.

Com a consumação da Operação, a companhia passará a deter ações representativas de 70,1% do capital social total da EMAE.

As iniciativas alcançam todas as regiões do Estado e articulam recuperação ambiental, infraestrutura urbana e fortalecimento da gestão dos recursos hídricos.

O acordo prevê suporte financeiro de aproximadamente R$ 5 milhões — custeados integralmente pelo governo sueco — para serviços de consultoria de especialistas nas áreas de energia, infraestrutura e biometano.

Penalidade decorre de falhas no fornecimento de energia que afetaram milhões de consumidores na capital e na Grande São Paulo.

A plataforma combina mapas, dados públicos e estatísticas oficiais para identificar riscos associados a eventos climáticos extremos e, além de apresentar as áreas vulneráveis, indica alternativas sustentáveis para reduzir impactos.

Entre 2023 e 2025, São Paulo colocou aproximadamente 34 mil hectares em processo de restauração, dos quais 11 mil hectares somente em 2025.

O reservatório possui capacidade para armazenar até 900 mil m³ de águas pluviais, volume equivalente a cerca de 360 piscinas olímpicas, em uma área de aproximadamente 130.000 m².

Decisão segue regras definidas após a crise hídrica de 2014/2015 e busca equilibrar abastecimento da Grande São Paulo e das Bacias PCJ.

Os reservatórios do Sistema Integrado Metropolitano, que reúne sete mananciais responsáveis pelo abastecimento de cerca de 22 milhões de pessoas, operam com apenas 26,2% da capacidade útil, um dos menores índices dos últimos dias.

Indicação enviada ao Ministério de Minas e Energia pede ações emergenciais, apuração de responsabilidades e reforço na fiscalização da concessionária.

Queda acelerada do nível do Sistema Cantareira pressiona mananciais locais e exige mobilização imediata da população para reduzir o consumo.

Em 28 de novembro de 2025, o Sistema registra 21,27 % de seu volume útil, não tendo sido registrada reversão do quadro de esvaziamento dos reservatórios do Sistema em novembro.

Os recursos são oriundos do Fundo Clima (R$ 126 milhões) e do Finem (R$ 126 milhões), além da primeira operação de Eco Invest do BNDES, no valor de R$ 180 milhões

No terceiro trimestre, o lucro líquido foi de R$ 287,5 milhões, R$ 249,8 milhões a mais frente aos R$ 37,7 milhões registrados um ano antes e impulsionado pelo resultado decorrente de negociações e respectivo recebimento de indenização da Petrobras.

A RPPN é uma categoria de unidade de conservação de domínio privado com o objetivo principal de conservar a biodiversidade.

O acordo permitirá que áreas degradadas em território paulista sejam monitoradas por imagens de satélite, ampliando a capacidade de resposta e o planejamento da gestão ambiental.

Ao todo foram 154 projetos inscritos e a premiação reuniu representantes de empresas, ONGs e instituições públicas em uma das cerimônias mais concorridas do encontro.

A metodologia do Governo do Estado estabelece sete faixas de atuação de acordo com os níveis de reservação nos períodos de chuva e de estiagem.

Programa estadual que oferece apoio técnico e financeiro com olhar regionalizado para ampliar a resiliência hídrica e acelerar o cumprimento das metas do Novo Marco Legal de Saneamento.

Projeto pretende ampliar a segurança hídrica da Região Metropolitana com reúso potável, reduzindo a dependência dos mananciais.

Entre as obras entregues estão novas Estações de Tratamento de Água (ETA), assim como a modernização e ampliação de outras existentes, integração de sistemas e novas captações, barragens e reservatórios.

Atualmente, o aterro recebe cerca de 10 mil toneladas mensais de resíduos sólidos urbanos e passará a integrar o portfólio de Ecoparques da OrizonVR.

Moradores querem impedir a ampliação de um aterro e a implantação de incinerador de lixo na zona Leste da cidade de São Paulo.

A SP Águas declarou escassez hídrica na Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, atualmente com volume útil de 25,7%, além da escassez na porção de competência paulista da Bacia Hidrográfica do Piracicaba.

A medida é resultado da redução do nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, que atingiu volumes inferiores a 30% ainda em setembro.

A Lei dos Mananciais nº 898 foi instituída em 1975 e ajudou a disciplinar o uso do solo para a preservação das represas da Região Metropolitana de São Paulo.

O projeto está qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e prevê investimento de R$ 9,5 bilhões para a prestação de serviços pelo período de 15 anos.

Foi ampliado, por deliberação da Arsesp, de oito para dez horas, o período em que a Sabesp deverá fazer a gestão de demanda noturna (GDN) de água na região metropolitana de São Paulo.

Os dados são coletados por meio de radares e postos de controle distribuídos em diferentes regiões do estado, cruzados e analisados diariamente para apoiar decisões e ações de prevenção frente a estiagens e enchentes.

A iniciativa amplia a base territorial unificada disponível na plataforma e fortalece o planejamento dos municípios, evidenciando a relevância da mineração para o desenvolvimento socioeconômico regional.

