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FLORESTAS

Taxa de desmatamento é a menor em 11 anos
"Os dados indicam que o Brasil tem potencial para alcançar a menor taxa de desmatamento da série histórica, o que é um avanço importante e comemorável, mas ainda é preciso cautela."
13 de fevereiro, 2026
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Entre 2023 e 2025, São Paulo colocou aproximadamente 34 mil hectares em processo de restauração, dos quais 11 mil hectares somente em 2025.

Os recursos financiam ações em todos os biomas e consolidam o Brasil como protagonista global da restauração florestal e da bioeconomia de espécies nativas.

Os técnicos também identificaram o armazenamento irregular de 540,931 m³ de madeira no interior de unidades de conservação federais.

De acordo com o FRA 2025, as florestas cobrem atualmente 4,14 bilhões de hectares, o que representa cerca de um terço da superfície terrestre do planeta, o equivalente a 0,5 hectare por pessoa.

O edital contempla projetos voltados aos municípios de Antonina, Guaraqueçaba, Morretes, Paranaguá, Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

O feito representa uma das maiores e mais longevas experiências em restauração florestal no Brasil, contudo, está muito aquém do total da área que precisa ser reflorestada no país, avalia o cientista.

A proposta prevê que a vegetação suprimida dentro da reserva legal poderá ser recomposta por meio do plantio de espécies nativas. A medida valerá para imóveis de até 1,5 mil hectares.

O estudo avaliou 30 anos de monitoramento em áreas de floresta manejadas na Fazenda Agrosete, em Paragominas (PA) e utilizou inventários florestais periódicos.

Em comparação com 2019, a produção mais que duplicou, chegando a 140% de aumento. O incremento do valor de produção pode ser explicado pela a associação de mais extração e preços de venda mais altos.

Antes de anunciar o investimento, Lula destacou a importância do fundo para o mundo e, em especial, para o Sul Global

A supressão ocorrida principalmente em formações florestais, que perderam 49,1 milhões de hectares nos últimos 40 anos.

O acordo prevê que a IFF e a sua subsidiária, a LMR Naturals, tenham acesso exclusivo à flora nativa do território para o desenvolvimento de novos extratos para perfumaria e cosméticos.

20 maiores árvores já registradas na Amazônia e na América Latina – todas da espécie angelim-vermelho (Dinizia excelsa), com alturas entre 70 e 88 metros – permanecem ameaçadas pelo garimpo ilegal, desmatamento e grilagem de terras.

Foram desmatados 111,7 milhões de hectares, ou o equivalente a 13% de todo o País convertidos de vegetação nativa em função da atividade humana.

Com início em até 80 mil hectares e potencial de expansão para 100 mil, esta é uma das maiores iniciativas do tipo no setor, que conecta sustentabilidade, ciência, inovação e parcerias estratégicas.

A Amazônia foi o principal bioma afetado, concentrando 58% das queimadas, impulsionadas por um regime de chuvas abaixo da média histórica.

Desde 2023 chegou a quase R$ 1 milhão por dia o volume de solicitações de crédito não contratado a produtores rurais cujas propriedades tiveram alertas de indícios de desmatamento irregular.

A pena do crime de provocar incêndio em floresta e em outras formas de vegetação aumenta de reclusão de 2 a 4 anos e multa para reclusão de 3 a 6 anos e multa, além da proibição de contratar com o poder público

As certificações deverão ter aval do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que, para isso, deverá considerar o porte dos fornecedores da madeira e as características socioeconômicas e ambientais.

Com um potencial de arrecadação de até R$ 32,6 milhões por ano, a concessão promoverá a manutenção da floresta por meio do manejo florestal sustentável, criará empregos e impulsionará o desenvolvimento econômico da região.

A partir da análise em 5.500 locais, distribuídos em 119 regiões diferentes do planeta, o grupo descobriu que muitas espécies de plantas nativas estão ausentes de ecossistemas onde poderiam viver.

O acordo visa impulsionar a restauração produtiva – a recuperação sustentável de áreas degradadas para gerar produção, emprego e renda, conforme as diretrizes do Código Florestal.

A solução tem ajudado a reduzir em 1/3 o tempo necessário para a contagem de pragas exóticas das florestas de eucalipto da companhia.

No sul do Amazonas, onde as FPNDs cobrem 11,7 milhões de hectares, o desmatamento já alcançou 813 mil hectares até 2023 e pode destruir outros 1,4 milhões de hectares até 2050.

Pela proposta, o crime de provocar incêndio em floresta ou em demais formas de vegetação passará a ter pena de reclusão, de três a seis anos.

Juntas, as ações buscam o pagamento de R$ 142 milhões dos infratores pela destruição de 7,8 mil hectares dos biomas da Amazônia e do Cerrado

O plano visa a redução contínua do desmatamento e dos incêndios no Pantanal, além de criar condições para a transição para um modelo de desenvolvimento sustentável

O impacto mais eficiente foi observado em jardins botânicos, com a máxima de resfriamento de 5 graus e mínima de 3,5 graus

A Serra da Mantiqueira é outro exemplo de cadeia de montanhas, que abrange os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e também proporciona condições para a formação dessas florestas úmidas e ricas em biodiversidade.

Junto com o muriqui-do-norte (B. hypoxanthus), os mono-carvoeiros representam os maiores primatas das Américas, endêmicos da Mata Atlântica e exclusivos do território brasileiro

A iniciativa conta com o apoio do Instituto Federal do Amapá (Ifap), da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e financiamento do Andes Amazon Fund.

O edital faz parte da iniciativa Arco da Restauração, que visa construir frentes de restauração em grandes áreas desmatadas e degradadas

A área recoberta por alertas no período foi de 34 km², o segundo menor valor na série histórica desde 2019,

No interior paulista, as intensas precipitações expõem uma realidade de deficiência no sistema de drenagem urbana

PL altera o Código Florestal para estabelecer a proteção de quaisquer nascentes de cursos d'água, inclusive as intermitentes

No acumulado do ano até agosto, a redução foi de 48%

Edital prevê o repasse de até R$ 26,7 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos de restauração de áreas degradadas

A medida será válida até a edição de legislação estadual sobre o uso do solo pantaneiro

Por: Cícero Mário (*) O Dia de Proteção às Florestas, celebrado no dia 17 de julho é, sem dúvida, uma das datas mais memoráveis em nosso calendário. Dito isso, mesmo com todos os esforços em conscientização em prol da preservação florestal, ainda há muitos hectares para se avançar, ou melhor, para se preservar. Somente nos cinco primeiros meses de 2022, a Amazônia perdeu mais de dois mil campos de futebol por dia de mata nativa – a maior devastação dos últimos 15 anos para o período – de acordo com o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a partir de 2004, com a implementação de políticas públicas, a taxa de desmatamento na Amazônia brasileira desacelerou em mais de 80%. De 27,8 mil km², registrados em 2004, para 4,6 mil km², conferidos em 2012, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). No entanto, a preservação florestal é histórica, com evidências de iniciativas para proteger florestas e recursos naturais que remontam a civilizações antigas. Assim, a proteção das florestas, como uma abordagem mais organizada e sistemática, começou a ganhar força em diferentes partes do mundo em períodos variados. Alguns marcos importantes na história da preservação florestal começam no século XIII, na Europa, com o rei Eduardo I, da Inglaterra, que emitiu um conjunto de leis conhecidas como "Carta da Floresta" em 1217. Essa carta foi um complemento da Carta Magna e estabeleceu regras para a gestão dos recursos florestais e a proteção dos direitos das comunidades locais. Seis décadas após, no século XIX, durante a era industrial, a exploração intensiva das florestas para suprir as crescentes demandas de madeira e carvão levou a uma preocupação crescente com a degradação ambiental. Surgiram movimentos de conservação e proteção florestal em países como os Estados Unidos e a Alemanha. Já no final do século XIX e início do século XX, foram estabelecidos os primeiros parques nacionais em várias partes do mundo, incluindo o Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos (1872), o Parque Nacional de Banff no Canadá (1885) e o Parque Nacional de Royal em Queensland, Austrália (1879). Esses parques foram criados com o objetivo de proteger a vida selvagem e as belezas naturais, incluindo extensas áreas florestais. Na década de 1970, com o crescente reconhecimento dos problemas ambientais globais, como a degradação ambiental, a poluição e o desmatamento, houve um aumento significativo no ativismo ambiental e nas iniciativas de preservação florestal em todo o mundo. A década de 1970 marcou um período-chave para o desenvolvimento de políticas e tratados internacionais voltados para a proteção do meio ambiente. Desde então, a preservação florestal tem sido uma preocupação constante em muitos países e tem sido parte de esforços globais para combater a perda de biodiversidade e mitigar as mudanças climáticas. Essa conscientização continua a crescer à medida que mais pessoas e governos reconhecem a importância das florestas para o equilíbrio ecológico do planeta. Trazendo esse contexto para o mundo corporativo, em especial, as indústrias de caixas de papelão, a preservação florestal é requisito obrigatório na cadeia de produção de caixas, considerando que o papelão é um dos principais produtos derivados da celulose, que é obtida através do processamento de madeira proveniente de árvores. Existem várias razões pelas quais a preservação florestal é fundamental, que vão além da produção industrial, como a conservação dos ecossistemas; a regulação climática; o ciclo hidrológico; a prevenção da erosão do solo; a qualidade do ar; os recursos renováveis; além da responsabilidade socioambiental. Este último, por sinal, é de extrema relevância no segmento industrial, visto que as empresas que demonstram compromisso com a preservação florestal tendem a ser bem vistas pelos consumidores e pela sociedade em geral, pois mostram preocupação com a sustentabilidade e o equilíbrio ambiental. Para garantir que a produção de caixas de papelão seja mais sustentável, é essencial que a indústria de caixas de papelão utilize fontes de matéria-prima certificadas como provenientes de manejo florestal responsável ou opte por materiais reciclados. Além disso, as empresas podem adotar práticas de produção mais eficientes para reduzir o consumo de recursos naturais e minimizar o desperdício. A adoção de tecnologias limpas e a reciclagem de papelão também são formas importantes de mitigar o impacto ambiental dessa indústria. Entretanto, o homem, protagonista das ações de evolução, é também ator principal da destruição. Preservar é um papel de todos. A conscientização é o caminho. (*) Diretor comercial da Delta Indústria de Caixas de Papelão Ondulado.

Projeto proíbe o corte de vegetação nativa em todo o território nacional pelo período de quatro anos

Algoritmo é capaz de projetar o futuro da vegetação amazônica,

O Selo Sustentabilidade Tesouro Verde Amapá é uma parceria com o governo do Amapá e visa a preservação da região do Rio Iratapuru.

A proposta afirma que, devido à falta de destinação, as áreas públicas cobertas por florestas ficam sem fiscalização e sujeitas a invasões, desmatamento e mineração ilegal.

Cientistas usaram a teoria das redes para entender como a fragmentação do habitat insular afeta a biodiversidade das florestas tropicais.

Em 17 de julho é comemorado o Dia de Proteção às Florestas, também conhecido como o dia do Curupira.


