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MUDANÇAS CLIMÁTICAS

45% dos brasileiros vivem em regiões com ao menos três árvores
Apenas 45,5% dos brasileiros vivem em áreas com ao menos três árvores, mas o Plano Nacional de Arborização Urbana visa aumentar essa cobertura para 65% até 2045, associando a iniciativa à adaptação climática e melhoria da gestão hídrica.
29 de agosto, 2026

Cidades precisam integrar natureza, planejamento e governança
19 de agosto, 2026
Mais notícias e artigos sobre MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Julho igualou o recorde de temperatura mais quente já registrado, intensificando eventos climáticos extremos globalmente.

Um novo estudo da OMS revela o aumento dos riscos à saúde e da migração global devido às mudanças climáticas, com atenção especial a países lusófonos como Moçambique.

Projeto de Lei propõe diretrizes para reconhecimento de emergência ou calamidade pública em eventos extremos associados ao El Niño, considerando intensidade, extensão e impacto em serviços.

O El Niño, intensificado pela Organização Meteorológica Mundial, deve dominar os padrões climáticos globais em 2026, exacerbando ondas de calor, incêndios e o aquecimento dos oceanos.

Um estudo assinado pela professora Ana Rojas Acosta, do Centro de Desenvolvimento do Ensino Superior em Saúde (Cedess) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com Sonia Tello Rozas, da Université du Québec à Montréal (UQAM), detalhou como os eventos climáticos extremos atingem o Brasil de formas distintas dependendo do território. Enquanto no Nordeste (89%) e no Centro-Oeste (65%) as secas prolongadas são apontadas pelos especialistas como a principal ameaça às safras e ao abastecimento, no Sudeste (62%) a maior preocupação concentra-se nas inundações e enchentes, que destroem infraestruturas de transporte e causam perdas imediatas na distribuição de alimentos. O resultado é o comprometimento direto do acesso econômico ao alimento: a comida continua existindo, mas torna-se inacessível para quem tem menor poder de compra. O estudo foi publicado recentemente na revista científica Global Food Security

O CAMP Viva Água selecionou 21 soluções para receber até R$ 10,5 milhões, focando em conservação, adaptação climática e segurança hídrica em cinco estados brasileiros.

Estudo da OMM revela aumento na frequência de tempestades de areia e poeira, impulsionadas pela degradação ambiental e má gestão de recursos, com impactos econômicos e de saúde pública globais.

Com debates sobre regulação, inovação, governança e participação social, o encontro destacou a necessidade de integrar diferentes setores para garantir a dispo…

Um estudo recente prevê que 4,2 mil mortes globais em 2025 estarão associadas a inundações, destacando a interação de eventos climáticos e contextos prévios.

Viajantes brasileiros estão cada vez mais preocupados com a sustentabilidade e o impacto das mudanças climáticas em suas decisões de viagem, influenciando a escolha de destinos e datas.

Medida provisória destina R$ 305 milhões em crédito extraordinário para socorrer vítimas de desastres climáticos em 2026, com foco nas regiões Sul e Sudeste.

Especialistas globais se reúnem na FAO para avançar no desenvolvimento do Relatório Metodológico do IPCC sobre Forçantes Climáticas de Curta Duração.

Estudos do Inpe revelam que a Amazônia já enfrenta secas mais longas e alterações nas chuvas, antecipando cenários futuros e elevando riscos ambientais.

O Governo de São Paulo lança chamamento público para selecionar soluções ambientais inovadoras focadas em adaptação e resiliência climática para o Dia Mundial do Meio Ambiente de 2026.

Fenômeno climático pode intensificar eventos extremos e desafiar o equilíbrio entre abastecimento, geração de energia e produção agrícola.

Um dos principais pontos da agenda desta sessão é a revisão dos Princípios e Procedimentos que regem o trabalho do IPCC, os quais são revistos a cada cinco anos.

A estratégia do governo é a de utilizar o Fundo Clima como o motor financeiro do novo Plano Clima 2024-2035.

As atualizações estão alinhadas com o Plano Nacional sobre Mudança do Clima (Plano Clima) e com o Acordo de Paris, visando acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

Sociedade civil apresenta projeto de lei para frear privatização do saneamento e garantir controle social. Proposta inclui adaptação às mudanças climáticas e criação de fundo para universalizar serviços nas periferias.

Por meio de um modelo de Laboratórios Urbanos Participativos, o projeto será desenvolvido em parceria com agências governamentais e associações de moradores de favelas e comunidades urbanas.

Queda nas licenças de emissão no sistema europeu expõe pressões políticas e econômicas e influencia o debate sobre a estruturação do mercado regulado de carbono no Brasil.

A eletrificação, o uso de biocombustíveis, investimentos em matrizes elétricas limpas, da mobilidade à indústria, foram reiteradas como um caminho inevitável e acelerado.

Brasil se comprometeu a reduzir entre 59% e 67% de suas emissões líquidas de gases de efeito estufa até 2035 em relação a 2005.

O programa reservou pelo menos 40% dos recursos para produtores beneficiários do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio aos Médio Produtores (Pronamp).

O espaço permanente reúne mais de um século de observações do tempo e do clima em São Paulo, conectando história científica, dados contemporâneos e experiências educativas abertas ao público.

A iniciativa é voltada ao apoio da população brasileira em situação de vulnerabilidade em função de desastres climáticos e situações de calamidade pública.

Os pesquisadores, indicam que a combinação entre mudanças climáticas, poluição e décadas de uso excessivo levou ao esgotamento não apenas dos fluxos renováveis de água, como chuvas e neve, mas também das reservas de longo prazo armazenadas em aquíferos, geleiras e ecossistemas.

Os resultados servirão de base para a definição de planos de ação futuros da B4 Capital, que só serão estruturados após a consolidação e análise dos dados coletados.

A perda da vegetação leva ao aumento da temperatura da superfície, à diminuição da evapotranspiração, além da redução da precipitação na estação seca e do número de dias de chuva.

O armazenamento dos primeiros núcleos de gelo históricos na Antártica marca um momento crucial para o projeto Ice Memory.

A plataforma combina mapas, dados públicos e estatísticas oficiais para identificar riscos associados a eventos climáticos extremos e, além de apresentar as áreas vulneráveis, indica alternativas sustentáveis para reduzir impactos.

A retirada dos Estados Unidos engloba 66 organizações internacionais identificadas como parte da revisão, pela Administração Trump, de organizações internacionais consideradas dispendiosas, ineficazes e prejudiciais.

Desenvolvido em parceria com moradores e gestores públicos, projeto busca transformar evidências científicas em ações concretas de adaptação climática e promoção da saúde.

O ano mais quente da história segue sendo 2024, que registrou uma média 1,55°C acima deste patamar, superando pela primeira vez o limite de segurança de 1,5°C do Acordo de Paris.

O processo de revisão é fundamental na preparação dos relatórios do IPCC. Ele ajuda a garantir o rigor científico, a mais ampla gama de perspectivas, além de relevância e orientação para aqueles que compilam os inventários de emissões.

A urbanização, a agricultura insustentável e as indústrias extrativas estão impulsionando a degradação de terras preciosas em alguns dos menores, mais isolados e mais pobres territórios do planeta.

Conferência fecha com 122 países comprometidos e novos indicadores globais de adaptação aprovados.

Conferência aprovou um pacote de decisões que conseguiu cumprir três principais objetivos: fortalecer o multilateralismo; conectar o multilateralismo climático às pessoas e acelerar a implementação do Acordo de Paris, ratificado em 2015.

O Blueprint reúne métricas, recomendações de mensuração e frameworks internacionais como IMP e IRIS+, além de apresentar modelos híbridos de financiamento que combinam capital privado, recursos públicos e filantropia.

O 350.org avalia que o texto ainda está muito aquém do necessário para responder às enormes lacunas na ambição climática e no financiamento.

Para reduzir esse cenário seria necessário a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível.

Esses eventos ocasionaram um aumento no número de queimadas e de atendimentos em postos de saúde e hospitais do Estado de pacientes expostos à fumaça.

O documento conta com 15 propostas apresentadas por 1,1 mil organizações da sociedade civil de 65 países incluem tópicos, como o fim da exploração de combustíveis fósseis; reparação de perdas e danos causados a populações afetadas por grandes projetos de energia e mineração.

O relatório, é baseado em dados de CCDRs que representam 64% da população e 77% do PIB de países de baixa e média renda.

Para o presidente do TST, falar de justiça climática é falar “da tarefa mais radical do nosso tempo: reconstruir o sentido da palavra 'justiça' para que ela abranja a Terra e todos os que vivem nela”, afirmou.

