Notícias e artigos sobre
RECURSOS HÍDRICOS

São Paulo investe R$ 25 bilhões em programa de resiliência hídrica até 2030
São Paulo investe R$ 25 bilhões em programa de resiliência hídrica até 2030, com obras que ampliam a capacidade de abastecimento e fortalecem a segurança hídri…
3 de julho, 2026

Entidades aprovam ampliação de captação suplementar para ajudar Cantareira
26 de junho, 2026

Baixada Fluminense inaugura estação de tratamento de esgoto com investimento de R$ 640 milhões
23 de junho, 2026
Mais notícias e artigos sobre RECURSOS HÍDRICOS

Com debates sobre regulação, inovação, governança e participação social, o encontro destacou a necessidade de integrar diferentes setores para garantir a dispo…

O Governo Federal destina R$ 1 bilhão do Novo PAC para a revitalização de bacias do Rio São Francisco na Bahia, visando recuperação hidroambiental e segurança hídrica.

Teresina lidera o Nordeste em investimentos em saneamento com R$ 322,10 por habitante em 2024. A capital piauiense acumula mais de R$ 1,3 bilhão em melhorias desde 2017.

O Sistema Cantareira permanecerá em regime de Atenção em maio, com flexibilidade nas liberações de vazões para as Bacias PCJ, conforme resolução conjunta.

Com investimentos bilionários, companhia redesenha operações para reduzir vulnerabilidades e assegurar continuidade dos serviços em cenários de crise, em programa com abrangência de 55 municípios

O Distrito Federal implementa novo modelo de gestão hídrica que mantém reservatórios em nível máximo. A Adasa adotou sistema de classificação de estados hidrológicos com operação integrada entre sistemas, garantindo estabilidade no abastecimento.

Pesquisa brasileira e alemã analisa pegada hídrica na produção de leite e identifica estratégias para reduzir consumo de água no campo, com variação de 299 a 1.058 litros por quilo produzido.

ANA é indicada ao prêmio Global Water Awards por avanços na regulação de água e saneamento. O reconhecimento reflete o fortalecimento institucional brasileiro e iniciativas como controle de perdas de água e reuso de efluentes tratados.

O Governo Federal destina R$ 689 milhões para obras de saneamento e revitalização de bacias hidrográficas em Minas Gerais, com foco nas bacias de Furnas, São Francisco e Parnaíba.

Rio Grande do Norte avança na implantação de sistemas de dessalinização em Serra Negra do Norte e São Fernando através do Programa Água Doce, convertendo água salobra em potável para comunidades do semiárido.

A Cesan inaugura primeira Estação de Tratamento de Esgoto sustentável no Espírito Santo, com tecnologia inovadora que inclui recuperação de biogás e reuso de água. O empreendimento reforça o compromisso com sustentabilidade e eficiência operacional.

Na modernização da ETE Boi Pintado em Santo Antônio da Platina, foi implementando sistema inovador de pós-tratamento que melhora a qualidade do efluente devolvido ao ambiente.

Entre os destaques do evento estão a divulgação da Lista Positiva da Tarifa Social de Água e Esgoto, o lançamento da publicação Panorama da Implementação da Tarifa Social de Água e Esgoto, a apresentação do Painel de Monitoramento das Metas do ODS 6.

A mineradora implementou um sistema que integra o saneamento básico da cidade diretamente ao seu ciclo produtivo, utilizando efluentes domésticos tratados como principal fonte de abastecimento industrial.

A empresa já atua com cerca de 97% da água sendo utilizada, o que posiciona a ArcelorMittal entre as mais eficientes do país no consumo de água doce e salgada.

Encontro com especialistas destaca impactos socioeconômicos e aponta a governança como eixo central para a segurança da água

Segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado é a savana mais biodiversa do mundo e conhecido como “berço de águas” por contribuir com dois terços do abastecimento de grandes bacias hidrográficas, especialmente das regiões Sul e Sudeste do país.

A proposta determina critérios objetivos para concessão de descontos tarifários e reforça o caráter regulatório desses instrumentos.

O encontro teve como foco a capacitação em mecanismos de financiamento internacionais, a identificação de oportunidades para projetos regionais e o fortalecimento do diálogo entre governos, comitês e agências financiadoras.

A RHN é o conjunto de estações hidrometeorológicas instaladas no território brasileiro e mantidas por instituições públicas e privadas.

O trabalho tem como objetivo qualificar e atualizar as informações hidrogeológicas existentes, identificar novos pontos de captação, revisar dados técnicos de poços já registrados e aprimorar o georreferenciamento dessas estruturas.

Durante a palestra, o especialista abordará temas como os desafios do aquecimento global, a importância do gerenciamento inteligente da água e o portfólio de soluções modulares para drenagem urbana

Entre os objetivos essenciais da estrutura tarifária definida pela ANA estão: garantir a sustentabilidade econômico-financeira da prestação dos serviços, assegurar a distribuição equilibrada dos custos entre os usuários conforme a capacidade de pagamento e estimular o consumo consciente da água.

A metodologia do Governo do Estado estabelece sete faixas de atuação de acordo com os níveis de reservação nos períodos de chuva e de estiagem.

O tempo médio de análise de outorgas foi reduzido de 2.916 dias em 2018 para 100 dias, com meta de 90 dias até 2025.

A aprovação do repasse aconteceu após a apresentação do Relatório Anual de Certificação do Alcance das Metas, aprovado pelo conselho.

O mandato terá vigência de cinco anos e todos terão como atribuições garantir a regulação, orientar políticas e tomar decisões estratégicas que impactam diretamente o uso da água e o saneamento básico no Brasil.

Com horizonte de 15 anos, o planejamento prevê R$ 50 milhões em investimentos e metas para garantir uso equilibrado das águas na região.

A Lei dos Mananciais nº 898 foi instituída em 1975 e ajudou a disciplinar o uso do solo para a preservação das represas da Região Metropolitana de São Paulo.

Os dados são coletados por meio de radares e postos de controle distribuídos em diferentes regiões do estado, cruzados e analisados diariamente para apoiar decisões e ações de prevenção frente a estiagens e enchentes.

projeto que prevê a redução do Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU) de imóveis com sistemas que permitam o uso das águas de chuva e o reúso não potável das águas cinzas na edificação urbana.

Obras hídricas irão reforçar o abastecimento de água tratada e beneficiar mais de 500 mil moradores da região Norte do Distrito Federal.

O rio mantém a sua classificação como Classe 2. O resultado representa que a água do Médio Xingu, na área de influência da usina, permanece própria para múltiplos usos.

Para ampliar o conhecimento sobre recursos hídricos superficiais e apoiar a gestão das águas, o SGB atua no planejamento e na operação da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN).

o nível dos reservatórios que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo está em queda, uma vez que o nível geral está em 40,1% da capacidade, número 0,3% inferior em relação ao dia anterior (17 de agosto).

O dado faz parte de um levantamento realizado pela Hostinger sobre o consumo de água nos data centers.

Estudo da Unesp revela estabilidade dos aquíferos mesmo em períodos críticos de estiagem e propõe estratégias para gestão integrada dos recursos hídricos.

Recursos são provenientes de recursos arrecadados pela Cobrança pelo Uso da Água nas bacias hidrográficas do Estado, feita pelos comitês de bacias, e da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CFURH).

Um dos nossos desafios é ampliar o reconhecimento dos CBHs e sua importância na gestão hídrica. Vamos investir em ações de comunicação para aproximar ainda mais os comitês da sociedade.

O evento reunirá as principais entidades e especialistas do setor hídrico e de resíduos sólidos, nacionais e internacionais.

O Protocolo de Escassez Hídrica é uma ferramenta essencial e inovadora, projetada para antecipar, reduzir e mitigar os impactos de períodos de seca e baixa disponibilidade de água no estado.

Com a mudança, se a legislação dos outros entes federados permitir, água de outras fontes poderá ser utilizada para certas finalidades, como no vaso sanitário.

O projeto visa garantir o acesso a água potável e de qualidade às comunidades indígenas, promover melhorias na qualidade de vida, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável na região.

Desde o início do monitoramento, há 40 anos, o Brasil perdeu 1,9 milhão de hectares de superfície coberta por água.

A ferramenta contribui para a seleção de plantas que suportem melhor o estresse hídrico, um dos impactos das mudanças climáticas na agricultura
