Notícias e artigos sobre
AQUECIMENTO GLOBAL

Crédito verde, biodiesel e etanol de milho impulsionam transição energética em 2026
Governo e setor privado ampliam ações para reduzir emissões e diversificar a matriz de combustíveis no país.
5 de janeiro, 2026

2025 pode igualar 2023 como segundo ano mais quente da história
9 de dezembro, 2025
Mais notícias e artigos sobre AQUECIMENTO GLOBAL

Os resultados do estudo, com base em informações de 2004 a 2016, mostraram uma queda nas condições de umidade em três níveis – do solo superficial (sfsm), da zona das raízes das árvores (rtzsm) e das águas subterrâneas

O verão de 2024 foi a estação mais quente já registrada na Europa, com temperaturas do ar na superfície 1,54°C acima da média de 1991-2020, superando o recorde anterior estabelecido em 2022

“A cada dia que passa a crise climática se intensifica e é necessário prover informações, gerar conhecimento de ponta e, principalmente, as soluções para que o país possa avançar nas ações de mitigação, adaptação e no desenvolvimento econômico sustentável”

A Organização Meteorológica Mundial (OMN) realizou o estudo “O Estado do Clima na América Latina e no Caribe em 2023” mostrou que o último ano registrou a maior elevação dos mares da história, com destaque para trechos da faixa litorânea brasileira. O professor do Instituto de Energia e Ambiente Universidade de São Paulo (IEE-USP), Michel Michaelovitch Mahiques, disse que o aquecimento do planeta é responsável pela subida absoluta do nível do mar, na medida em que ocorre o degelo das calotas. “Analogamente, nos períodos glaciais, a água fica aprisionada nas calotas e o nível absoluto diminui. Mas, o que é importante observar é que, na maioria das vezes, o que se mede, na linha de costa, é o nível do mar relativo que, além de considerar o volume de água, também a movimentação da crosta terrestre, dentro de outros fatores”. O especialista explica que, em muitos casos, a erosão da linha da costa acompanha a subida do nível do mar. Estes processos de subida e descida do nível do mar acompanham variações astronômicas, em escalas de dezenas a centenas de milhares de anos, conhecidas como variáveis de Milankovitch. “O que acontece é que, sobre as variáveis de Milankovitch, nos últimos 200 anos, aproximadamente, a ação humana tem introduzido os chamados gases estufa, na atmosfera, o que tem levado a um aumento da temperatura média do planeta e, portanto, à tendência de subida do nível do mar”. A ocorrência do nível vem provocando efeitos negativos em países como Bangladesh. Superpovoado e com considerável parte do território localizado próximo ao nível do mar, o local sofre com a erosão a salinização dos poços de água e a necessidade de deslocamento de uma parcela maciça da população. Além de contar com características de relevos diferentes nos 270 municípios costeiros e que respondem de formas únicas às variações relativas do nível do mar, o Brasil não contempla de políticas que favoreçam à preservação da faixa litorânea contra processos erosivos costeiros e que, aliados às mudanças climáticas afetam seu estado inicial. O evento afeta, ainda, a infraestrutura viária próximas às praias. “Muito importante, também, é que, dependendo do relevo, haverá o desaparecimento de manguezais, que são um bioma importantíssimo no ciclo de vida de muitas espécies”, alerta o professor do IEE. O estudo completo pode ser visto em https://library.wmo.int/viewer/68891/?offset=#page=6&viewer=picture&o=bookmark&n=0&q =.

Secretária do MMA também cobrou respeito aos dados científicos

O relógio tem como compromisso dar transparência e publicidade ao impacto positivo, complementando o Climate Clock

Artigo especial por Rafael Segrera - presidente da Schneider Electric para América do Sul

O último ano civil foi o mais quente nos registros de dados de temperatura global que remontam a 1850

O Fórum representa uma mudança de paradigma no processo COP

O Fundo foi acordado pela primeira vez durante a COP27, realizada em Sharm El Sheikh, no Egito

Um dos temas centrais da COP 28 é a necessidade de manter a meta de 1,5°C no aumento da temperatura global para evitar um colapso climático.

O ICC pede para que sejam feitos todos os esforços possíveis para garantir que a conferência forneça um sinal forte à economia real sobre o compromisso da comunidade internacional com uma ação climática eficaz.

Artigo especial por André Bodowski. André é Vice-presidente da Diligent para América Latina

As propostas estão no documento “Visão da Indústria para a COP28”, que reúne as principais medidas consideradas necessárias pelo setor

Embora muitas propostas ainda estejam aguardando análise do Senado Federal, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em 2022, diversos projetos de lei sobre o tema meio ambiente, conforme informa a Agência Câmara de Notícias, em levantamento feito pelo repórter Eduardo Piovesan. Um deles, já em caráter conclusivo, é o PL 10521/18, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que cria a Política Nacional da Qualidade do Ar. Após um inventário das emissões atmosféricas elaborado ao longo de quatro anos, caberá ao Ministério do Meio Ambiente a elaboração de um “plano com metas e prazos para a execução de programas, projetos e ações para melhorar a qualidade do ar”, dentro de um horizonte de 20 anos e com atualização quadrianual. O plano deverá conter ainda um diagnóstico com a identificação das principais fontes de emissões atmosféricas e seus impactos para o meio ambiente e a saúde. Outro texto, da Comissão de Meio Ambiente e de autoria do deputado Zé Vitor (PL-MG), diz que “o poder público deverá instituir medidas indutoras e linhas de financiamento para atender, prioritariamente, iniciativas de prevenção e redução de emissões de poluentes atmosféricos; capacitação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico de produtos ou processos com menores impactos à saúde e à qualidade ambiental; e desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados à redução de emissões e monitoramento de poluentes atmosféricos, entre outros”. Já o PL 3280/15, de autoria dos deputados Nilto Tatto (PT-SP) e Leonardo Monteiro (PT-MG), pretende tornar obrigatórias metas voluntárias do Brasil contra o aquecimento global da chamada iNDC (Contribuição Nacionalmente Determinada), onde o país se compromete a reduzir as emissões dos gases do efeito estufa em 37,5% até 2025 e 43% até 2030, além de acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030. Encerrando a lista está o texto do relator, deputado Bilac Pinto (União-MG), que pede o fim do desmatamento de vegetação nativa de biomas naturais, como Cerrado ou Mata Atlântica.

O IPCC diz claramente que é inequívoca a interferência humana no clima.

Com a operação, a instituição neutraliza a emissão de 33 toneladas de gás carbônico.

O dimetilcarbonato (DMC), o ácido acético e o dimetil éter (DME) são os três produtos derivados do dióxido de carbono (CO2) com maior potencial.

