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SEGURANÇA ALIMENTAR

Desigualdades e mudanças climáticas impactam mais vulneráveis
Um estudo assinado pela professora Ana Rojas Acosta, do Centro de Desenvolvimento do Ensino Superior em Saúde (Cedess) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com Sonia Tello Rozas, da Université du Québec à Montréal (UQAM), detalhou como os eventos climáticos extremos atingem o Brasil de formas distintas dependendo do território. Enquanto no Nordeste (89%) e no Centro-Oeste (65%) as secas prolongadas são apontadas pelos especialistas como a principal ameaça às safras e ao abastecimento, no Sudeste (62%) a maior preocupação concentra-se nas inundações e enchentes, que destroem infraestruturas de transporte e causam perdas imediatas na distribuição de alimentos. O resultado é o comprometimento direto do acesso econômico ao alimento: a comida continua existindo, mas torna-se inacessível para quem tem menor poder de compra. O estudo foi publicado recentemente na revista científica Global Food Security
4 de agosto, 2026

Instituto Mosaic abre inscrições para 6ª edição do Edital da Água
2 de abril, 2024

