Notícias e artigos sobre
MATA ATLÂNTICA

Desmatamento do bioma cai 29% em São Paulo
O desmatamento da Mata Atlântica em São Paulo registrou uma queda de 29% entre 2023-2024 e 2024-2025, atingindo o menor índice desde 2018-2019.
28 de maio, 2026

BNDES e Prefeitura do Rio fazem parceria de R$ 10 milhões para Mata Atlântica
8 de maio, 2026
Mais notícias e artigos sobre MATA ATLÂNTICA

A decisão reconhece o entendimento jurídico de que propriedades rurais e atividades produtivas nessas condições podem seguir os critérios previstos na legislação federal.

O acordo prevê que a IFF e a sua subsidiária, a LMR Naturals, tenham acesso exclusivo à flora nativa do território para o desenvolvimento de novos extratos para perfumaria e cosméticos.

Primeira decisão favorável em ações contra infratores ambientais do novo grupo estratégico da AGU reforça a proteção da biodiversidade e estabelece multa para descumprimento

Edital da Floresta Viva destina R$ 8,15 milhões a sete projetos de restauração ecológica no sul da Bahia e norte do Espírito Santo.

O edital faz parte do Programa Floresta Viva, iniciativa do BNDES que investe recursos do Fundo Socioambiental do banco em projetos de restauração ecológica

A iniciativa é conduzida pelo projeto “Restaura Litoral Norte”, da ONG Instituto Conservação Costeira (ICC), que conta com financiamento e apoio da concessionária Tamoios

Além de receber os visitantes, o parque quer integrá-los à natureza, além de realizar diversos eventos importantes para a comunidade, como palestras, oficinas, colônia de férias, shows, exposições e muito mais.

A iniciativa terá duração de 30 anos A Nestlé anunciou projeto de reflorestamento no Brasil com o objetivo de plantar e garantir a manutenção de seis milhões de árvores e contribuir com a restauração de quatro mil hectares em áreas de Cerrado e Mata Atlântica no estado de Minas Gerais. A iniciativa terá duração de 30 anos e integra o Programa Global de Reflorestamento da companhia, que vai plantar e cultivar 200 milhões de árvores nativas até 2030, em diversos biomas associados à produção de ingredientes que a empresa consome em todo o mundo. O programa é uma das iniciativas da companhia para contribuir com a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e se tornar Net Zero em 2050. “A urgência climática é uma realidade que nos leva a olhar todas as atividades de forma sistêmica, com a ambição não apenas de sustentar, mas de regenerar os sistemas alimentares”, afirma Barbara Sapunar, Diretora Executiva de Business Transformation na Nestlé Brasil. “Estamos expandindo as práticas de agricultura regenerativa em nossas principais cadeias produtivas para proteger e ajudar a restaurar os sistemas alimentares. A expectativa é que o cultivo de árvores em áreas onde adquirimos nossos principais ingredientes contribua com a fertilidade do solo e um ecossistema mais saudável”. A fase de plantio será realizada até 2027 com mudas de mais de 100 espécies nativas no entorno de nascentes, córregos e rios que fazem parte das bacias hidrográficas dos rios Doce e São Francisco. A área de abrangência é planejada para ir de Belo Horizonte, a Montes Claros, no norte do estado. Após o plantio, as áreas serão monitoradas até que as florestas se consolidem. “Queremos contribuir com a recuperação da biodiversidade desses territórios, e também com a qualidade de vida das pessoas, por meio da criação de oportunidades de emprego e renda”, complementa Barbara Sapunar. O projeto de reflorestamento é um dos pilares da agenda de sustentabilidade da Nestlé Brasil, que pretende também, até 2025, adquirir 30% das principais matérias-primas (leite, café e cacau) de propriedades que aplicam práticas de agricultura regenerativa, além de reduzir em 50% as emissões de CO2 na atmosfera até 2030 e se tornar uma empresa Net Zero em 2050. Em 2025, a Nestlé planeja atingir 100% de compras de cacau sustentável, por meio do Nestlé Cocoa Plan, programa de sustentabilidade que reúne mais de 6.500 produtores, enquanto na a cadeia do leite, o programa de sustentabilidade Nature por Ninho trabalha em parceria com cerca de 1.200 produtores, difundindo e monitorando práticas de cuidados com o solo, a água e o bem-estar animal. Na cadeia do café, o Cultivado com Respeito, criado há mais de 10 anos, é o maior programa de sustentabilidade da cafeicultura no mundo. São 1.500 fazendas certificadas, com 100% de rastreabilidade da matéria-prima adquirida pela Nestlé. Com financiamento integral da Nestlé, a iniciativa será gerenciada pela NatureCo, empresa australiana, líder em soluções baseadas na natureza, que trabalha em parceria com uma rede global de ONGs ambientais. Neste projeto, a parceira local é o Instituto Espinhaço, ONG ambiental, localizada em Minas Gerais, com foco em reflorestamento para recuperação de bacias hidrográficas. “A NatureCo tem orgulho de trabalhar com a Nestlé e o Instituto Espinhaço no desenvolvimento e na implementação de um projeto de reflorestamento como este, que tem a ambição de ajudar a criar um futuro mais otimista para o planeta e, consequentemente, para as pessoas”, afirma Mark Graeme, gerente geral de Operações da NatureCo.

Investimentos em projetos de restauração florestal com espécies nativas e de uso sustentável do solo no Corredor Central da Mata Atlântica

O objetivo principal é recuperar o bioma na região e a previsão de investimentos é de R$ 430 milhões

Desflorestamento na Mata Atlântica no período de um ano somou 20.075 hectares

O edital destinará R$ 1,8 milhão para inciativas de base comunitária na região abrangida pelo bioma

O parque tem área de 200 mil m² e o projeto contempla, após a reforma, edifícios administrativos e operacionais, trilhas, açudes, e mata.

Estudo serve de base para projetos de conservação e reflorestamento.

Os 465.711 km2 remanescentes da Mata Atlântica são encontrados em 17 estados.

Os caroços retêm o calor no produto utilizado para termoterapia, auxiliando no tratamento de dores e lesões musculares.

184 mil árvores nativas foram plantadas em 110 hectares, o que representa seis quilômetros adicionais aos 12 km do maior corredor já reflorestado na Mata Atlântica.

Obra trata da preocupação com a sobrevivência do mico-leão-dourado, um animal endêmico do estado do Rio de Janeiro.

