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UNIVERSALIZAÇÃO

Universalização ainda exige acelerar investimentos no Brasil
Seis anos após o Marco Legal, saneamento avança, mas universalização ainda exige mais investimentos e regulação
17 de julho, 2026

Navegantes investe R$ 2,1 bilhões em concessão para universalizar água e esgoto até 2033
17 de julho, 2026
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A Sabesp planeja um investimento recorde de R$ 15,2 bilhões em 2025 para acelerar as metas de universalização do saneamento básico no Brasil, superando significativamente a média nacional de investimentos por habitante.

Brasil investiu R$ 33,3 bilhões em saneamento em 2025, crescimento de 11% impulsionado pelo Novo Marco Legal. Para universalizar serviços até 2033, investimentos anuais precisam ultrapassar R$ 50 bilhões.

Capitais brasileiras investem menos da metade do necessário para atingir a universalização do saneamento básico até 2026, com grande heterogeneidade regional na cobertura de água e esgoto.

Sabesp investe R$ 1,3 bilhão em obras de água e esgoto para 14 municípios do Vale do Ribeira até 2029, buscando universalizar saneamento na região com pior desempenho sanitário de São Paulo.

Ibiúna receberá R$ 852 milhões em investimentos da Sabesp até 2029, liderando o pacote da região do Médio Tietê. O aporte, somado aos recursos já em execução, totaliza aproximadamente R$ 880 milhões, o maior investimento em saneamento básico do município.

Especialistas reunidos no VII Fórum Novo Saneamento concordam que, apesar dos avanços recentes, a meta de universalização do saneamento até 2033, estabelecida pela Lei 14.026, é inatingível.

O programa UniversalizaSP destinará R$ 100 bilhões até 2060 para universalizar o saneamento e a resiliência hídrica em 147 municípios de São Paulo, beneficiando seis milhões de pessoas.

Bahia inicia ciclo inédito de R$ 7,3 bilhões em investimentos de saneamento com projetos em 42 municípios, financiados pelo Novo PAC 2025. Obras abrangem expansão de água e esgoto em regiões estratégicas do estado.

Vale do Ribeira receberá R$ 1,67 bilhão em investimentos para universalizar saneamento até 2029. As obras abrangem 295 km de redes de água e 724,3 km de esgoto em 21 municípios.

Aportes milionários e diretrizes do marco legal fortalecem a meta de ampliar o acesso à água e ao esgotamento sanitário até 2033

Sabesp anuncia R$ 518,6 milhões para universalizar água e esgoto em Lins e 36 municípios paulistas até 2029, acelerando o cumprimento das metas do Marco do Saneamento.

Saneamento básico consolida-se como segmento mais atrativo para investidores em infraestrutura no Brasil, impulsionado por urgência de universalização, retorno financeiro e alinhamento com critérios ESG.

Dados do Instituto Trata Brasil indicam que o Brasil tem 32 milhões de brasileiros sem acesso à água potável e 90 milhões de pessoas sem acesso à coleta de esgoto.

Estudo do Instituto Trata Brasil aponta que cada R$ 1 investido em água e esgoto pode retornar R$ 3,70 em benefícios sociais no estado.

Segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, cerca de 84% dos brasileiros têm acesso à água, mas apenas 56% contam com coleta de esgoto, e pouco mais de 50% do esgoto é tratado.

O diagnóstico revela que o Marco Legal do Saneamento garantiu a contratualização de metas para atendimento de esgoto para 85% da população brasileira estimada para 2033.

Levantamento revela que a maioria dos municípios permanece em estágio intermediário, enquanto só uma capital figura entre as cidades mais bem avaliadas do país.

O levantamento aponta que onde a conexão entre saneamento, saúde e planejamento avançam de forma consistente, as internações por doenças evitáveis caem de forma expressiva.

Para a Abcon, saneamento é um setor estratégico para o enfrentamento das mudanças climáticas, com compromissos reais de lidar com o aumento da demanda por recursos hídricos

Cinco anos após o Marco Legal, Mato Grosso do Sul se destaca avança na universalização da água tratada e da coleta de esgoto.

Para entidade, é fundamental valorizar a qualidade dos serviços de consultoria, minimizando riscos e dificuldades durante a execução das obras.

Estudo destaca ganhos para saúde, turismo, produtividade e meio ambiente

São considerados universalizados, de acordo com a Lei nº 14.026/20, os municípios que atendem a 99% ou mais da população com abastecimento de água potável.

Entre 2019 e 2023, 674 mil domicílios com renda de até meio salário-mínimo per capita passaram a ter água encanada, em um ritmo de expansão duas vezes superior à média nacional.

Temas como sustentabilidade financeira e ambiental com especial foco nas consequências das mudanças climáticas foram transversais em grande parte das apresentações.

O documento avalia o estágio de implementação da Lei nº 14.026/2020, além de analisar os potenciais ganhos socioeconômicos provenientes de maiores investimentos em saneamento.

Lideranças apontam crescimento expressivo das concessões e o papel das parcerias público-privadas na universalização.

Com investimentos robustos e metas antecipadas, município paraense caminha para ser modelo em saúde pública e infraestrutura urbana

Dentre essas cidades estão Niterói (RJ); Curitiba (PR); Uberaba (MG); Santo André (SP); Diadema (SP); Barueri (SP); Vitória (ES); Porto Alegre (RS); Osasco (SP); Carapicuíba (SP); e Canoas (RS).

A expectativa do Governo é fechar 2026 com 85,6% de cobertura e, em 2031, chegar aos 98%.

Empresa destaca evolução estrutural e social, superando médias nacionais e reforçando meta de universalização do esgotamento sanitário no município

Ministra Marina Silva alerta que enfrentar a crise climática passa, obrigatoriamente, por garantir acesso universal ao saneamento e à justiça hídrica.

Christianne Dias, destacou a defesa da universalização dos serviços à população, principal missão institucional da entidade.

A ausência de saneamento básico provoca maior absenteísmo escolar devido a doenças evitáveis, comprometendo o desenvolvimento educacional. Com um nível educacional menor, será mais difícil encontrar um emprego.

Sob gestão privada, a companhia implementa cortes e planeja expandir serviços antes do prazo legal.

Levantamento da ABCON SINDCON revela que as operadoras privadas do setor superam a média de atendimento, investindo em soluções digitais, atendimento itinerante e contato constante com comunidades para aprimorar os serviços prestados.

Investimentos contínuos ampliam acesso ao saneamento básico na capital do país.

Com 100% de água tratada e 93% de esgoto conectado, empresa aposta em inovação e expansão para garantir crescimento sustentável e futuro mais justo para todos

Além de contribuir para a universalização do acesso à água de forma equitativa e acessível, a empresa também se comprometeu em fortalecer a participação das comunidades locais na gestão.

"A prioridade da nova administração será assegurar os investimentos para garantir a universalização do saneamento até 2029 e a qualidade dos serviços prestados aos nossos consumidores".

Segundo o estudo atualizado da GO Associados, o aumento terá como consequência uma elevação média de 18% nas tarifas do setor

A categoria destaca municípios que simultaneamente atendem às metas em perdas na distribuição e em perdas volumétricas)

Novo marco legal estabelece cobertura de 99% de água e 90% de esgoto até 2033

O desafio agora é voltar ao ritmo de anos atrás e, nos próximos nove anos, levar o saneamento para todas as regiões do país.

Maringá (PR), São José do Rio Preto (SP) e Campinas (SP) alcançaram a pontuação máxima e, consequentemente, a universalização do saneamento

