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TRATA BRASIL

Brasil desperdiça 39,5% de água tratada
Enquanto a rede depende de concessionárias, o projeto do edifício também pesa: estudo da UDESC estimou queda de 31,55% no consumo de água potável com aproveitamento da chuva em prédio de Joinville.
14 de outubro, 2026

Investimento recorde de R$ 15 bilhões em 2025 acelera metas para universalização
15 de julho, 2026
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O Instituto Trata Brasil atualizou o Painel Saneamento Brasil, expandindo sua cobertura para todos os municípios e aprimorando a plataforma com novos recursos para facilitar o acesso a dados sobre saneamento e seus impactos.

O Ranking do Saneamento 2026 do Trata Brasil revela quedas significativas em Porto Alegre e João Pessoa, impactadas pela redução no atendimento de esgoto e aumento de perdas.

Enquanto os 20 melhores municípios contam com 98,08% de coleta de esgoto, os 20 piores possuem apenas 28,06%, uma diferença de 70,02 p.p.

Essas perdas são o volume de água desperdiçado no processo de abastecimento antes de chegar ao consumidor, que pode ocorrer por inúmeros motivos.

O prêmio visa reconhecer os esforços dos municípios que são destaques positivos em avanços na infraestrutura de saneamento básico.

O levantamento considerou os indicadores mais recentes do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2023, publicado pelo Ministério das Cidades.

Falta de saneamento provoca quase 350 mil internações anuais no Brasil

A capital alagoana enfrenta sérios desafios com apenas 28% da população atendida por rede de esgoto, segundo o Instituto Trata Brasil

Em 2022, 744 mil pessoas ainda moravam em residências sem acesso à água tratada no estado de Alagoas, o que demonstra um déficit relativo de abastecimento de água de 23,8% da população.

Em 2024, das 344 mil internações registradas no País por essas doenças, 70 mil ocorreram entre crianças de 0 a 4 anos, representando 20% do total de casos.

Enquanto as pessoas em residências com saneamento básico ganham em média R$ 5.314,65, aquelas sem esse acesso recebem R$ 2.544,29, resultando em uma diferença de R$ 2.770,36.

Iniciativa visa estimular a inserção do saneamento nos programas de campanha dos futuros candidatos e candidatas

A categoria destaca municípios que simultaneamente atendem às metas em perdas na distribuição e em perdas volumétricas)

Maringá (PR), São José do Rio Preto (SP) e Campinas (SP) alcançaram a pontuação máxima e, consequentemente, a universalização do saneamento

São iniciativas e projetos que permitam levar tratamento de água e esgoto para toda população brasileira.

Dos 100 municípios mais bem posicionados, o estado de São Paulo aparece com a capital e várias outras cidades

Estudo reforça a importância da garantia do acesso à água potável e do tratamento de esgoto para toda a população

Em relação à coleta de esgoto, o crescimento foi ainda maior, de 21,7 milhões para 100 milhões de brasileiros no mesmo período.

Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) está em primeiro lugar como melhor autarquia municipal do setor no Brasil.

Formada em Engenharia Civil, a executiva já atuou em diversas frentes do saneamento básico.

O levantamento ouviu 15 entes regulatórios, dos quais cinco municipais, cinco intermunicipais e outros cinco estaduais.

A ferramenta tem o intuito de dar mais visibilidade à precariedade dos serviços de saneamento no país.

