Notícias e artigos sobre
ATERROS

Subsidiária da OrizonVR adquire aterro sanitário no interior paulista
Atualmente, o aterro recebe cerca de 10 mil toneladas mensais de resíduos sólidos urbanos e passará a integrar o portfólio de Ecoparques da OrizonVR.
1 de outubro, 2025
Mais notícias e artigos sobre ATERROS

Empresa conseguiu direcionar 1,470 milhão de kg de resíduos e reafirma o compromisso da empresa com a economia circular e a redução de impactos ambientais.

Desabamento do aterro em Padre Bernardo, no Entorno do Distrito Federal, contaminou o córrego Santa Bárbara e em seguida o rio do Sal.

Investimento total de R$ 132,3 milhões permitirá à Ciclus atender crescimento da geração de resíduos no Rio

Projeto do Ministério Público da Paraíba promoveu a colaboração entre órgãos e municípios para erradicar lixões no estado

A busca constante por inovação e investimentos em pesquisa resultou no desenvolvimento de soluções sustentáveis

Com a inauguração, o aterro Minas do Leão, que recebe resíduos de 123 municípios, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre, deixará de emitir o equivalente a 50 mil toneladas anuais de CO2 equivalentes

A planta de biometano será 100% de propriedade da BioE e amplia o posicionamento da OrizonVR no estado de São Paulo

Em 2023, a Ambiensys assinou parceria com a Hoffstetter Gastechnik

Os pesquisadores realizaram Avaliação Técnica de Área Destinada à Implantação de Aterro Sanitário no município e constataram locais apropriados para a finalidade

A produção da unidade é estimada em 180 mil m³, mas podendo atingir 300 mil m³.

Em relação à massa recuperada de resíduos sólidos recicláveis por habitantes urbanos, o estudo mostrou índice médio de 7,99 kg/hab./ano.

Este é o quinto ano consecutivo que o Aterro Sanitário recebe nota máxima IQR.

O processo envolve modelagem por geoprocessamento e trabalhos de campo; 33 municípios amazonenses já foram atendidos.

Finalidade é disseminar uma metodologia de trabalho sobre indicação de áreas para locação de aterros sanitários.

Abrelpe projeta serem necessários 55 anos para que aterros controlados e lixões sejam encerrados em todo o Brasil..

Por Luiz Gonzaga Alves Pereira * No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) deseja expressar sua imensa tristeza pela degradação. Por isso, não deseja comemorar a data, mas almeja que a natureza seja preservada e comemorada todos os dias. A população precisa conscientizar-se sobre a importância da correta gestão e encaminhamento final dos resíduos sólidos. Isso é fundamental para a proteção e salubridade e meio urbano, bem como dos biomas, ecossistemas e da saúde pública. O programa Lixão Zero, lançado em 2019 pelo Ministério do Meio Ambiente, e a sanção do Marco Legal do Saneamento Básico, ocorrida em 2020, viabilizam o que, até pouco tempo atrás, parecia inviável: a construção de 500 aterros sanitários regionais em todo o País. Mas para o êxito da preservação é fundamental que haja a consciência da população e dos governantes sobre o papel dos aterros sanitários e os danos ambientais causados pelos lixões. O aterro sanitário é uma obra de engenharia desenvolvida para receber e processar os Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), ou comumente chamado lixo urbano, destinando de modo adequado restos de alimentos, plástico, vidro, metais, papel, papelão, metal, eletrodomésticos etc. Por meio do "Conceito Aterro Zero Desperdício", há uma otimização na destinação final dos resíduos, com capacidade de tratamento de efluentes, logística reversa, geração de energia pelo biogás e reciclagem, dentro dos preceitos da economia circular. A operação dos aterros oferece soluções tecnológicas mais adequadas à realidade do Brasil, quando pensamos na vasta extensão territorial, mas, infelizmente, o País ainda está muito atrasado nesse sentido, com cerca de 60% dos resíduos produzidos ainda indo para lixões." Os lixões, que muitas vezes são disfarçados de aterros controlados, como são comumente chamados, como forma de mascarar os danos ambientais, são locais onde a destinação final ocorre de maneira desordenada e sem tratamento, causando prejuízos ambientais e à saúde das pessoas. Queremos demonstrar às empresas, governantes e sociedade a importância da correta destinação dos resíduos, desde a geração até a disposição final. Difundir esclarecimentos sobre a sustentabilidade econômico-financeira do setor, possível graças ao programa Lixão Zero e ao Marco Legal do Saneamento Básico. No site e nas redes sociais da Abetre, estão disponíveis informações sobre a correta destinação de resíduos. O Atlas Brasil da Destinação Final mostra a triste realidade brasileira. Nós, de maneira individual e/ou coletiva podemos mudar o status. Depende apenas e tão somente da população. Temos de exercer a cidadania e fazer o certo. Temos de destinar nossos resíduos de modo correto e incentivar que o nosso vizinho faça o mesmo. É preciso cobrar das autoridades o correto destino dos resíduos. Construímos o MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos), ferramenta criada pela Abetre e disponibilizada como política pública, por meio do SINIR/Ministério do Meio Ambiente; trabalhamos firmemente na erradicação dos lixões. Estamos nos empenhando para que a população possa respirar melhor, ter sua ampla cadeia sanitária de maneira adequada. Nós participamos da construção do Brasil possível e desejado e não encontramos razão para manter mais de 3.200 lixões espalhados por todo o território nacional. A melhor comemoração do Dia do Meio Ambiente é tornar o País sustentável. * Luiz Gonzaga Alves Pereira é Presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes.

Apenas na Região Metropolitana do Rio há uma produção diária de seis mil m³ de chorume.

A ideia é que as empresas parceiras utilizem o espaço para workshops e eventos próprios.


