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RESIDUOS SÓLIDOS

São Paulo deve gerar mais de 130 mil toneladas de resíduos no evento
A Virada Cultural de São Paulo prevê a geração de mais de 130 mil toneladas de resíduos, destacando a necessidade de conscientização do público sobre o descarte correto e consumo responsável.
25 de maio, 2026
Mais notícias e artigos sobre RESIDUOS SÓLIDOS

Prefeito de Rio Branco discute com senadores e deputados projetos estratégicos para saneamento, abastecimento de água e gestão de resíduos sólidos.

Pesquisadores japoneses identificaram bactérias capazes de degradar polipropileno e poliestireno com o uso do aditivo P-Life, abrindo novas perspectivas para o tratamento de resíduos plásticos.

Projeto de Lei aprovado pela Câmara permite que empresas importem resíduos para reciclagem e reutilização em um sistema de 'logística reversa de ciclo fechado'.

A Iguá Saneamento inicia sua participação no programa Blue Keepers do Pacto Global da ONU, focando na coleta e análise de resíduos em corpos hídricos para combater a poluição.

O Governo de São Paulo lança o programa Integra Resíduos com um guia prático para regionalizar a gestão de resíduos sólidos urbanos, visando economia de escala e desenvolvimento sustentável.

Projeto de Lei em votação na Câmara dos Deputados propõe penalizar pessoas físicas e jurídicas por descarte irregular de lixo em vias públicas, com punições proporcionais ao volume e potencial poluidor.

O Governo de São Paulo removeu mais de 131 mil toneladas de resíduos do Rio Pinheiros desde 2023, com investimento de R$ 208 milhões em ações de saneamento.

O Governo de São Paulo lança consulta pública para o primeiro Plano Estadual de Combate ao Lixo no Mar, buscando a participação de diversos setores para construir uma política ambiental robusta.

Planta de biometano de R$ 258 milhões entra em operação em Jaboatão dos Guararapes. O empreendimento produz 108 mil m³ de biometano por dia a partir de resíduos sólidos, injetando o combustível renovável na rede de gasodutos da Copergás.

A medida será incluída como um novo instrumento da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Em 2024, do total de resíduos gerados no Brasil, 11,7% foram reaproveitados para geração de insumos energéticos, o que mostra que o Brasil tem potencial para expandir exponencialmente a geração de energia limpa e renovável.

Os pesquisadores testam diferentes combinações de substratos, pré-tratamentos e condições operacionais para otimizar o rendimento do sistema.

Os recursos são oriundos do Fundo Clima (R$ 126 milhões) e do Finem (R$ 126 milhões), além da primeira operação de Eco Invest do BNDES, no valor de R$ 180 milhões

O workshop será voltado para engenheiros, compradores, projetistas e licenciadores.

O levantamento mapeou 63 iniciativas de integração em vários países e, depois, realizou análise sobre experiências na América do Norte e no Brasil.

As atividades avançam rumo à instalação de uma usina teste para processar cinco toneladas por dia de resíduos sólidos urbanos no Aterro Sanitário Rincão das Flores.

A iniciativa faz parte do programa Integra Resíduos, lançado em 2024, e que visa fortalecer e aprimorar o manejo de resíduos nas cidades paulistas.

A negociação mostra o avanço da Aegea para ampliar sua atuação no setor de resíduos sólidos, fortalecendo a integração entre os serviços de água esgoto e resíduos sólidos, com soluções sustentáveis.

A cidade-sede da COP30 terá a instalação da estação antes da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em novembro.

Com foco em logística reversa e inclusão de catadores, capacitações ajudam municípios a cumprir a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Investimento total de R$ 132,3 milhões permitirá à Ciclus atender crescimento da geração de resíduos no Rio

Lei proíbe a importação de resíduos sólidos e rejeitos, o que inclui papel e derivados, plástico, vidro e metal.

Temas como PNRS, cobrança de tarifa pela coleta e destinação de resíduos, e gestão integrada dos resíduos, dentre outros, são tratados em entrevista com Fabricio Soler

Todos os 223 municípios da Paraíba estão livres de lixões e agora descartam seus resíduos em aterros sanitários ambientalmente adequados

Os especialistas apresentaram exemplos adotados com as práticas de gestão de resíduos, demonstrando que é possível conciliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental

O evento reuniu 69 pessoas dentre voluntários, membros das cooperativas, funcionários da Petrobras e da BVRio

O modelo foi concebido por professores e pesquisadores da FEA-RP/USP

Em 2023, a Ambiensys assinou parceria com a Hoffstetter Gastechnik

O Estado de São Paulo coletou 20.170,12 toneladas de latas de aço em 2023

A nova empresa nasce com receita bruta potencial por ano de aproximadamente R$ 900 milhões

Isso equivale a quase 40% de todo o lixo gerado no Brasil.

O Volume de resíduos foi coletado em apenas um mês

o coprocessamento, atividade responsável pela transição energética na indústria do cimento, atingiu a marca de 3.035 milhões de toneladas de resíduos processados – a melhor desde o início das medições

Além de ser compacto, o veículo é ambientalmente sustentável

A proposta é evitar ao máximo o desperdício

A participação da empresa no evento teve como objetivo promover a coleta seletiva e expansão desse serviço na Região Noroeste de São Paulo

A atividade é tida como serviço essencial pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e contribui para a redução das emissões de metano

Aproximadamente 30% dos alimentos produzidos no País são perdidos

Dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 1.684 localidades enviaram informações sobre a cobrança da taxa

Por Urias Rodrigues (*) A humanidade produz anualmente mais de dois bilhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, dos quais 45% são mal administrados, agravando a emissão de gases de efeito estufa e os riscos relativos ao aquecimento global, bem como afetando a qualidade do ar e a saúde pública. Sem uma ação eficaz e urgente para equacionar o problema, o número crescerá para quase quatro bilhões de toneladas até 2050. Os resíduos advêm de várias fontes e se apresentam em formas, tamanhos e estruturas físico-químicas distintas. São plásticos, detritos da mineração, da indústria e da construção civil, eletrônicos, alimentos, produtos de consumo e suas embalagens e da área da saúde. Nem sempre sua gestão é adequada, havendo um desequilíbrio dentro dos próprios países e entre as nações, conforme seu grau de desenvolvimento, prejudicando as mais pobres. É preocupante constatar que o problema da má administração afeta cerca de quatro bilhões de pessoas, metade dos habitantes da Terra, devido à ausência ou precariedade dos serviços de coleta, tratamento e destinação final. Todos esses dados sobre o tema, divulgados pela Organização das Nações Unidas, na primeira celebração, ocorrida este ano, do Dia Internacional do Resíduo Zero, 30 de março, demonstram a premência das soluções. Nesse sentido, uma das frentes é a conscientização da sociedade sobre o consumo responsável, propósito principal da nova data oficial da ONU. Porém, mesmo que haja sucesso, em médio prazo, na mudança de hábitos de grande parte da população mundial, há um limite para que esse desejável avanço da responsabilidade ambiental dos cidadãos produza resultados. Afinal, todo mundo precisará continuar comendo, se vestindo, comprando produtos eletrônicos e de higiene e vários outros bens de consumo. Desde a Pré-História, não há vida sem a geração de resíduos sólidos. Assim, embora seja de extrema importância a redução dos volumes gerados pela civilização global, são essenciais modelos eficazes para sua gestão, de modo a mitigar seus impactos e retornar o máximo possível para a cadeia produtiva. É o que se verifica, por exemplo, na capital paulista, umas das maiores metrópoles do mundo, com mais de 12 milhões de habitantes, onde a coleta, tratamento e destinação dos resíduos sólidos e de saúde não apenas obedecem às leis como recebem investimentos para atender aos preceitos ecológicos. Somente a Loga (Logística Ambiental de São Paulo), concessionária responsável por esses serviços na Região Noroeste da cidade, recolhe 6 mil toneladas por dia, ou quase 2 milhões de toneladas por ano. Há, ainda, a coleta de 40 mil toneladas anuais de recicláveis, estimulando a economia circular e contribuindo para a renda de cooperativas de caráter social. Esses volumes são provenientes de 1,6 milhão de domicílios, hospitais e clínicas, abrangendo o descarte feito por sete milhões de pessoas. Todo material que ainda não é recuperado vai para aterros sanitários, estruturas de engenharia planejadas, operadas e monitoradas de acordo com normas e regulamentações ambientais rigorosas, que protegem o ar, evitam odores e a contaminação do solo e da água subterrânea. Equipamentos de drenagem do chorume captam e tratam o líquido resultante da decomposição. Há, ainda, sistemas de coleta de gases, como o metano, um subproduto da decomposição anaeróbica dos materiais orgânicos, que é utilizado como fonte de energia, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. Se a humanidade precisa gerar resíduos para viver, também necessita reduzir sua produção e equacionar a sua gestão, como têm feito os paulistanos, para que a vida seja viável em longo prazo. São prementes soluções para tal paradoxo, questão crítica de um planeta com mais de oito bilhões de habitantes. Para isso, há modelos e sistemas eficazes. Trata-se de algo crucial para o meio ambiente urbano, a saúde pública, o cumprimento do Acordo de Paris, de limitar o aumento da temperatura da Terra em 1,5 grau Celsius em relação ao período pré-industrial, e a viabilização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). (*) Coordenador de destinação final da Central Mecanizada de Triagem da Loga (Logística Ambiental de São Paulo).

As associações do setor de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos pretendem sensibilizar a sociedade

Com a medida, os resíduos que geralmente obstruem a passagem da água nos bueiros ficarão retidos

Financiamento visa fortalecer a estratégia de crescimento e posicionamento do grupo.

Consórcio Orizon Tera para a exploração das atividades de compostagem de lodo orgânico

Projeto de Lei nº 4.035/2021, de autoria do deputado Carvalho, em análise no Congresso, isenta a cadeia de reciclagem


